Saúde integral da crinça e


Articulação com o programa de atenção domiciliar



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Articulação com o programa de atenção domiciliar, de forma a prover o cuidado necessário para a criança no seu domicílio, evitando-se a internação hospitalar sempre que possível, garantida a assistência necessária e a continuidade da atenção pela equipe da atenção básica.


O Agente Comunitário de Saúde na atenção à criança
Todas as atividades contidas no cuidado à criança fazem parte do roteiro de abordagem da criança pelo ACS / PACS. A possibilidade de abordagem da criança nos espaços de sua vida cotidiana (domicílio e instituições de educação infantil) ampliam a capacidade de atuação na prevenção de doenças e promoção da saúde e a identificação de necessidades especiais em tempo oportuno, por exemplo, o crescimento e desenvolvimento alterados, desvios na alimentação, imunização e a pronta abordagem da criança com algum sinal de risco ou perigo, conforme descrito no roteiro de visita domiciliar da SMSA. Por meio de ações educativas em saúde nos domicílios e coletividade esta equipe estende o acesso às ações e serviços de informação e promoção social e de proteção da cidadania, além de participar da orientação, acompanhamento e educação específica em saúde.
A Equipe de Apoio na atenção à criança (pediatra):
Em algumas situações de maior risco a criança deverá receber atenção do profissional pediatra como suporte à equipe de saúde da família ou para acompanhamento da criança mais grave; no entanto, deve ser mantido o compromisso de acompanhamento da criança pela equipe de saúde da família, que propicia a continuidade da assistência e a abordagem familiar. Por sua vez o pediatra se insere na atenção com:

  • atuação articulada com a equipe de saúde da família para supervisão sempre que necessário;

  • estabelecimento de mecanismos de educação continuada da equipe em termos de conteúdo e da prática do cuidado em saúde com a criança;

  • atuação como retaguarda para o atendimento das crianças referenciadas pela equipe;

  • assistência à criança nas seguintes situações, desde que esta atuação seja definida e pactuada em conjunto com as equipes de saúde família: recém-nascido prematuro; recém-nascido com Apgar < 7 no 5o minuto; recém-nascido retido na maternidade ou com recomendações especiais à alta; criança desnutrida grave; criança desnutrida em grau moderado que não melhora após 6 meses de acompanhamento; criança com desenvolvimento alterado; criança com doenças congênitas e /ou crônicas; criança com asma moderada e grave; egresso hospitalar por patologia aguda; criança que utiliza os serviços de urgência com freqüência.





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