Reunião de diretrizes de doenças colestáticas e hepatite autoimune da sociedade brasileira de hepatologia introduçÃO



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REUNIÃO DE DIRETRIZES DE DOENÇAS COLESTÁTICAS E HEPATITE AUTOIMUNE DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE HEPATOLOGIA
INTRODUÇÃO
A Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH) promoveu na cidade de São Paulo em 18 de outubro de 2014 a I Reunião sobre Doenças Colestáticas e Autoimunes do Fígado com o intuito de promover uma ampla discussão sobre os principais avanços recentes no diagnóstico e tratamento destas enfermidades, visando elaborar um documento com diretrizes que possam nortear o manejo dos pacientes com hepatite autoimune, colangite esclerosante primária e cirrose biliar primária. Dentro da sistemática adotada, foi escolhido pela atual diretoria da SBH um comitê organizador composto por três sócios-titulares com linha de pesquisa e/ou publicações na área que elencaram os principais temas a serem debatidos em seis módulos: 1) hepatite autoimune, 2) colangite esclerosante primária, 3) cirrose biliar primária, 4) síndromes de sobreposição, 5) manifestações da colestase, 6) situações especiais.

Cada módulo foi divido em três a seis tópicos. Cada tópico foi elaborado por um relator escolhido pelos coordenadores de cada modulo, tendo ficado o relator responsável por: revisão sistemática de literatura do seu tópico respondendo aos questionamentos previamente levantados pelos seus respectivos coordenadores; elaboração de um resumo em inglês e em português da evidência disponível em duas páginas A4 Times New Roman 12 espaço 1,5 (além de 5-10 referências bibliográficas) a serem entregues dentro do prazo estipulado no cronograma da diretriz; elaboração da proposta de recomendações para incorporação na diretriz acerca do seu tópico; apresentação oral do seu tópico em 15 minutos no dia 18/10/14 (com exceção do módulo situações especiais que contará apenas com apresentação da diretriz); revisão do documento final após o evento e as sugestões dos associados da SBH enviadas via homepage. O coordenador, por outro lado, teve como incumbência a elaboração dos principais questionamentos a serem abordados em cada um dos tópicos, a revisão dos resumos e das propostas de recomendações de seus respectivos tópicos, a adequação das recomendações à realidade nacional, a elaboração de um documento final conciso referente ao seu módulo seguido da elaboração das diretrizes e a revisão final de todos os módulos após o evento e sugestões via homepage dos associados da SBH.

A diretoria da SBH também escolheu doze sócios titulares de notório saber que não estavam fazendo parte da elaboração do documento final para discussão presencial das diretrizes apresentadas durante o evento levando em consideração a evidencia apresentada e a possibilidade de sua implementação diante da realidade nacional, além da moderação dos temas apresentados.

A comissão organizadora ficou responsável em conjunto com a diretoria da SBH pela viabilização do evento e publicação da diretriz em inglês em periódico indexado e em português em fascículo suplementar.

A coordenação da reunião ficou a cargo dos Drs. Paulo L Bittencourt (BA), Eduardo Luiz Rachid Cançado (SP), Gilda Porta (SP) e Antônio Eduardo Benedito Silva (SP). Os discutidores de notório saber escolhidos pela diretoria da SBH foram Fernando Wendhausen Portella (RJ), Renata de Mello Perez (RJ), Angelo Alves de Mattos (RS), Tiago Sevá-Pereira (SP), Henrique Sérgio Moraes Coelho (RJ), Maria Lúcia Gomes Ferraz (SP), Edmundo Pessoa de Almeida Lopes Neto (PE), Janaína Luz Narciso Schiavon (SC), Helma Pinchemel Cotrim (BA) e Alberto Queiroz Farias (SP). Os nomes dos coordenadores e relatores estão descritos abaixo dos seus respectivos módulos e tópicos.

A participação de cada um vocês durante esta etapa de consulta pública é crucial para o sucesso da nossa diretriz. O sistema de graduação das recomendações adotado foi adaptado da American College of Cardiology and the American Heart Association, sendo empregado de acordo com classificação abaixo:1,2

Classe I: Situações para as quais existem evidências e/ou consenso que uma avaliação diagnóstica, procedimento ou tratamento sejam benéficos, úteis e efetivo.

Classe II: Situações para as quais existe evidencias conflitantes e/ou divergências de opinião sobre a utilidade e/ou eficácia de uma avaliação diagnóstica, procedimento ou tratamento. Classe IIa: O peso da evidencia e/ou opinião é favorável a sua utilidade e/ou eficácia. Classe IIb: Utilidade e/ou eficácia é pouco sustentada pelas evidencias e/ou opiniões

Classe III: Situações nas quais existe evidencia e/ou consenso que uma avaliação diagnóstica, procedimento ou tratamento não sejam úteis, efetivos ou mesmo deletérios em alguns casos.



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