Resumão sociologia 2º Ano 1º Trimestre


Diversidade social Brasileira



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Diversidade social Brasileira 

Ter  maior  consciência  da  diversidade  social  brasileira  é  imprescindível  para  conhecer 

nosso país. Observe como é grande a diversidade social no Brasil, não apenas entre as regiões, 

como em um  mesmo  município. Discutiremos, portanto  a diversidade social no país com base 

nos  dados  das  tabelas  apresentadas  a  seguir  referentes  às  condições  de  vida  da  população 

brasileira. Para tanto, utilizaremos os seguintes indicadores: 

 



  Rendimento – Famílias por classes de rendimento médio mensal familiar per capita (%). 



 

  Educação – Taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade por sexo (%). 



 

  Saneamento e luz elétrica – Domicílios por condição de saneamento e luz elétrica (%). 



 

Veja na tabela, o rendimento por família, a seguir: 

 



 

 

Do  ponto  de  vista  dos  rendimentos  médios  mensais  familiares,  as  regiões  do  país 



apresentam  entre  si  grande  diversidade  de  situações  e  que  em  todas  as  regiões  também  há, 

internamente, uma diversidade muito grande em termos de rendimentos. 

Vale ressaltar que a tabela apresentada aqui não é plenamente satisfatória para análise e 

compreensão  da  realidade  social  em  sua  totalidade,  principalmente  no  que  se  refere  à 

disparidade  de  rendimento  entre  as  regiões.  Você  pode,  diante  disso,  complementar  a  leitura 

crítica  dos  dados,  buscando  aprofundar  o  conteúdo  com  outras  fontes  e  outros  recursos 

didáticos. 

Veja agora a taxa de analfabetismo expressa na tabela abaixo: 

 

Pode-se concluir, portanto, que as taxas de analfabetismo, por sexo, variam mais entre 



as regiões do que em uma mesma região. À exceção do Nordeste, cuja variação de analfabetos 

entre os sexos ficou em torno de 4,1% em 1999, diminuindo para 3,1% em 2011. Nas demais 

regiões essa variação não chega a 2%, mesmo após os períodos citados. 

Os  números  representam  um  bom  progresso  do  país  na  busca  pela  erradicação  do 

analfabetismo,  mas  ainda  percebemos  claramente  as  desigualdades  vigentes  entre  as  regiões, 

como o fato de que quase um em cada cinco homens no Nordeste é analfabeto. 

Veja agora a taxa de saneamento básico e luz elétrica e expressa na tabela abaixo: 

 

 




 

 

Para  saneamento  e  luz  elétrica,  pode-se  dizer  que  o  principal  problema  do  Brasil  em 



termos  de  saneamento  é  o  esgotamento  básico,  pois  em  1999  apenas  52,8%  dos  domicílios 

tinham  esgoto  e  fossa  séptica.  Em  2011  esse  número  subiu  apenas  2,1%  (54,9%  em  2011). 

Como  se  pode  ver,  esse  é  o  item  com  as  piores  porcentagens  em  todas  as  regiões  do  país, 

chegando até a cair de um período para o outro, como no caso da região Norte (de 14,8% em 

1999,  para  13%  em  2011).  Além  disso,  há  uma  disparidade  muito  grande  entre  as  diferentes 

regiões, situação ocultada pela média brasileira. 

A região com as mais altas taxas de cobertura de esgotamento é a Sudeste, com 79,6% 

em 1999 e 82,4% em 2011. A região com dados mais próximos aos da Sudeste é a Sul, mesmo 

que  ainda  de  longe,  com  44,6%  em  1999,  porém,  apresentando  uma  baixa  em  fornecimento 

desse serviço para 2011 (35,7%). 

Na  pior  posição  encontra-se  a  região  Norte,  como  já  citado,  com  apenas  14,8%  dos 

domicílios com rede de esgoto em 1999 e 13% em 2011. No item “lixo coletado”, percebemos 

um  avanço  da  região  Nordeste,  passando  de  59,7%  em  um  período  para  77,3%  no  outro, 

chegando assim a superar a região Norte, cuja porcentagem foi de 75,8% em 2011. 

A diferença na porcentagem de coleta de lixo entre a região Sudeste para a região Norte, 

no último período considerado, é de mais de 20%, o que mostra a diferença entre as regiões. A 

luz  elétrica  é  o  item  com  melhores  porcentagens  em  todas  as  regiões,  superando  95%  dos 

domicílios atendidos. Destaca-se o salto da região Nordeste, que obteve um progresso de 13% 

nesse  serviço  básico.  Vale  a  pena  destacar,  mais  uma  vez,  que  há  uma  diferença  significativa 

entre as regiões do país. A região Nordeste, que antes apresentava as piores porcentagens para 

quase  todos  os  três  itens  analisados,  em  2011  conquistou  melhorias  em  todos  os  serviços,  ao 

passo que a região Norte apresentou piora em todos os aspectos analisados. 

A seguir reproduzimos duas análises jornalísticas que exemplificam como as pesquisas 

estatísticas contribuem para a compreensão da realidade, atuando como instrumento no processo 

de reflexão a respeito da diversidade brasileira. A primeira foca a variação do rendimento médio 

mensal do trabalho no período de 2009 a 2011 (Texto 1). E a segunda, as taxas de analfabetismo 

(Texto 2).  

 




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