Resultados dos Inquéritos



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Encontro02.04.2018
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Resultados dos Inquéritos


A nossa amostra foi uma amostra aleatória, mas dentro de uma faixa etária restritiva, ou seja, dos 55 aos 100 anos, homem e mulher, inquirimos um total de 30 pessoas. Então 53% da amostra eram homens e 47% eram mulheres.


Ao nosso inquérito tivemos uma adesão das mais variadíssimas idades, sendo que em maior número responderam-nos pessoas com 74 anos.


Uma vez que o nosso estudo era baseado em idosos, era suposto que todos já estivessem reformados, e na maioria já estavam todos, só houve apenas um caso em que isso não aconteceu.

Quisemos também saber qual o motivo da reforma dos nossos inquiridos, a maior parte foi pelo fator normal, a idade, outros por doença e invalidez e, outros ainda, reforma antecipada (também por doença).


Quisemos também saber qual a opinião que os idosos tinham sobre a ideia que outros teriam deles, ou seja, se achavam que os outros lhes atribuíam um estatuto de inutilizado. Obtivemos pouca variedade de resposta, sendo todas elas muito generalizadas. A grande maioria com 60% respondeu que não, com 30% responderam que sim e apenas 10% respondeu que não sabe.


Verificámos que a maioria da amostra, 87% têm mais tempo livre agora na reforma e 13%, apesar de estar na reforma continua a exercer outro tipo de funções de forma que continuam ativos, logo sem tempos livres em abundância.


A nossa amostra forneceu-nos um leque muito variado de atividades que pratica quando tem tempos livres, sendo as que têm mais afluência os jogos (ex. cartas, computador, tablet) e os passeios.


Quisemos saber de uma maneira mais discreta se os idosos nesta altura sentem necessidade para se sentirem acompanhados e desenvolver relações interpessoais, 73% da amostra respondeu que sim, que é uma altura própria para se aproximarem de outras pessoas.


A morte que é um assunto tabu (ainda em pleno séculos XXI) quisemos saber como é que os idosos a interpretam. Nesta primeira fase a nossa amostra mostrou-se consciente de que com o aumentar da idade é normal que a morte esteja próxima, 54% respondeu que sim, outros, 33% responderam que não, porque consideram que o facto de a idade aumentar não quer dizer que se aproxime a morte, a morte está para qualquer idade não só para os mais velhos. Outros responderam que depende, e outros ainda que não sabem.
Nesta segunda fase, de esclarecimento para nós, grande parte da amostra não têm motivo, outros não querem pensar na morte, outros acham que a morte vêm a seu tempo, outros estão cansados de viver, e outros ainda acham que a morte está próxima porque se encontram doentes.


Na nossa amostra quisemos saber o que sentiam em relação à morte, então 47% aceita como um ato tão natural como nascer, 20% sente pena por deixar os seus netos ou filhos, aos quais são muito apegados. Outra parte revela sentir medo, outros sentem alívio, outros não aceitam e outros referem querer viver ao máximo.

Quisemos saber que a nossa amostra praticava algum tipo de religião, 67% pratica e 33% não praticam. É de referir que a nossa amostra que não pratica nenhum tipo de religião é do sexo masculino.



O tipo de religião praticada 67% é católica e 30% é evangélica.




A influência da religião na vida da nossa amostra não é muita, sendo maioritariamente o sexo masculino que considera que a religião não têm qualquer tipo de influência na sua vida.


Para a parte da amostra que respondeu que a religião tinha alguma influência na sua vida, deram-nos várias justificações como a crença, a fé, o facto de se sentirem bem consigo próprios e com os outros, a força, a ajuda que dá e o refúgio que é.


Parte da nossa amostra, 43% considera que com o aumentar da idade a religião se torna cada vez mais importante, 23% menos importante e outros 17% não sabe.


Parte da amostra que respondeu que a religião tinha algum tipo de influência respondeu-nos que é porque liga mais, ou seja, dedica-se mais agora com o aumentar da idade. E responderam também que é devido ao facto de ser agora nesta idade que mais se desenvolve, que dá esperança, apoio e respeito, uns para com os outros.


A maioria dos nossos idosos inquiridos respondeu-nos que não gostava de frequentar uma universidade sénior, pois consideram que já aprenderam tudo o que tinham para apender, ou então que já não têm capacidade para tal.


Quisemos saber se o corpo dos nossos inquiridos com o aumentar da idade tinha sofrido alguma alteração, e a grande maioria respondeu que sim.


Os tipos de alteração corresponderam aquilo que já esperávamos como problemas cardíacos, a idade, aparecimento de doenças e também alterações físicas, nomeadamente o engordar.


Queríamos saber se os nossos inquiridos faziam alguma atividade para desenvolverem a sua capacidade psicológica, e metade respondeu que sim.


Apresentaram-nos um leque muito variado de atividades que praticavam para tal, como ler, escrever, costurar, ver televisão, jogar jogos, ouvir música e fazer ginástica.

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