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11- Inteligência Emocional
A emoção determina a inteligência. A capacidade de controlar os sentimentos e as emoções está relacionada à inteligência emocional. Pesquisadores acreditam que a capacidade de adiar a recompensa é uma habilidade. Trata-se de uma característica da inteligência emocional, que não aparece nos testes de QI.

No início da década de 70, o pesquisador Walter Mischel, da Universidade de Columbia, relacionou a capacidade de esperar recompensas e o sucesso na vida adulta.

Algumas pessoas têm um QI alto e uma boa inteligência emocional, mas muitos indivíduos inteligentes não sabem trabalhar suas emoções. Quando os otimistas falham, costumam atribuir o fracasso a algo que podem mudar. Não encaram o problema como uma deficiência pessoal. O otimismo é uma medida da auto-estima.

O QI serve para a pessoa ser contratada, mas a inteligência emocional serve para ela ser promovida.

Formas cada vez mais intensas de convivência social tornam mais rara a possibilidade de sucesso solitário.

A seleção é decidida com base numa entrevista de até duas horas, em que o candidato fala sobre tudo, inclusive sobre sua vida pessoal e íntima, relacionamento com a mulher e os filhos, etc. O que importa não são as respostas propriamente, mas a maneira como são dadas levará o avaliador a verificar sua capacidade de liderança, de influenciar pessoas, flexibilidade e adaptabilidade a regras.


Inteligência Emocional: receita do sucesso profissional
As capacidades de inteligência emocional: autopercepção – auto consciência; auto-regulação – gerenciar as emoções; motivação; empatia; habilidade social; se constróem mutuamente, uma baseada na outra.

A regra de ouro do profissional inteligente é cultivar uma emoção muito especial: a coragem. Esta arte da coragem só é conquistada quando se combina competência e integridade.

Ousadia, uma das marcas de sucesso. Saber trabalhar em equipe, outro segredo.

Cada vez mais as empresas constatam que o estímulo às habilidades ligadas à inteligência emocional é um componente vital ao gerenciamento de qualquer organização.

O primeiro passo para desenvolver a inteligência emocional no trabalho é desenvolver a percepção.

Profissionais inteligentes são aqueles que sabem que emoções estão sentindo e por quê. Eles se dão conta dos elos entre os seus pensamentos e o que pensam, fazem e dizem. E aprendem com ousadia a reconhecer como essas emoções afetam seu desempenho no trabalho.

Outro aspecto que garante êxito no trabalho: saber fazer uma auto-avaliação precisa, ou seja, conhecer os próprios recursos, as capacidades e as limitações interiores. Negar as próprias falhas emburrece o profissional.

Palavras mágicas para o sucesso: iniciativa; empatia; capacidade de trabalho em equipe; flexibilidade de opiniões e liderança para crescer profissionalmente.

A autopercepção é a mais valiosa ferramenta para efetuar mudanças. Mas além dela é preciso também desenvolver a autoconfiança. Aprender a dominar sentimentos impulsivos e emoções aflitivas. A combinação entre intuição e integridade é a única capaz de fazer com que um profissional seja confiante até em momentos difíceis e treinado a pensar com clareza sob pressão.

Fatores que podem levar ao fracasso: emoções descontroladas – raiva, inveja, ambição e impaciência – também são exemplos de portas abertas para o desemprego.





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