Questionamentos para a produçÃo do caderno I: brincadeira como currículo da educaçÃo infantil considerações gerais textos I e II



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QUESTIONAMENTOS PARA A PRODUÇÃO DO CADERNO I: BRINCADEIRA COMO CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO INFANTIL

Considerações gerais textos I e II

- Desnecessário e incoerente falar sobre o brincar na vida animal. A qualificação sobre o conceito de “brincar” é humano, portanto, como fazer juízo de valor e analogia com a origem de um conceito humano, com um instinto animal que pode ser qualificado como “brincadeira” entre os animais pelo ser humano? Quais as bases conceituais para essa afirmação?

- Necessário citar uma dimensão histórica e cultural do universo do brincar/ brinquedo (exemplos de brincadeiras e citações de estudos): Qual é a história do brinquedo no mundo? Qual a sua origem? Quando foi estudado pela primeira vez e por quem? É importante fazer uma breve contextualização sobre a questão da brincadeira na história da humanidade, tendo em vista que a ludicidade é um importante recurso pedagógico. Compreender o passado, portanto, é imprescindível para se pensar o presente. Poderia ser feito um quadro que sintetizasse como uma linha do tempo sobre a ludicidade no decorrer da história.

O objetivo do caderno é discutir como a brincadeira se constrói como currículo para a educação infantil, de modo a qualificar como um instrumento teórico-metodológico e não mera atividade de “distração”. Nesse ponto, seria importante pontuar como o lúdico se constrói sob essa perspectiva pedagógica.

O texto aborda, ainda que de forma não explícita, a questão da autonomia na criança. Tratar a questão da autonomia entre crianças é equivocado, no que se refere a algumas dimensões do processo de aprendizagem de crianças de até 5 anos de idade. Estudos consolidados de diversas áreas (psicologia, biologia, neurologia e sociologia) apontam que o ensino de ética ou política ou autonomia em crianças desta faixa etária é inadequado. Nesse sentido, como falar em protagonismo, exercício de cidadania, ação participativa se a criança nessa fase é marcada pelo egocentrismo e pela heteronomia?

O texto precisa ter fundamentação teórica e metodológica, pois é parte de um material de formação. Todas as referências devem ser corretamente citadas, e utilizar trecho de postagem do facebook é inadmissível.

Reproduzo as considerações já encaminhadas, sobre a necessidade de relacionar o mundo social, o mundo natural e o brincar.

A temática sobre o mundo natural e mundo social precisam dialogar com o conceito de brincar e ludicidade. É preciso considerar que na infância existe uma lógica específica, uma "paralógica". Ou seja, é na infância que ocorre uma transição entre a organização da mente racional e objetiva com a fantasia. Portanto, a percepção da infantil sobre o mundo natural é mágica; como, por exemplo, a lógica que se desenvolve em "Alice no País das Maravilhas".

Sobre o mundo social, um ponto referencial para se tomar a problematização é a apreensão das regras. Piaget e Kohlberg tratam do respeito às regras antes da noção de justiça (isso porque a noção de justiça se observa na infância a partir dos 11 anos de idade). Assim, a regra, inicialmente é apreendida por respeitos aos pais, como norma divina; depois começa a ser comparada com a dos amigos e, finalmente, vira disputa. A noção de justiça e ética só ganham sentido perto da adolescência, pois é quando ocorre a autonomia e surge a noção de regra "mais justa".

Portanto, o diálogo do conceito de brincar, com mundo natural e mundo social está no entendimento de que a brincadeira projeta a relação social e a convivência em massa através da construção de fantasias e de imagens lúdicas. Vygotsky sugeria que a brincadeira transpõe mentalmente habilidades futuras, tais como dirigir um carro, cuidar de um bebê, etc. Ou seja, a brincadeira é assumida como uma atividade cultural à medida que traz consigo, nessa projeção de habilidades futuras, comportamentos que estão implícitos e são culturalmente constituídos.

O caderno precisa se fundamentar mais teoricamente nos clássicos da área educacional que discutem essa temática.



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