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A entrega “oficial” do livro “Água da Rocha”



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6. A entrega “oficial” do livro “Água da Rocha”

aos Irmãos da Casa Generalícia
WEB PAGE 23/11/ 2007
A entrega “oficial” do livro Água da Rocha aos Irmãos da Casa Geral foi feita no dia 15 de Outubro, no decorrer de uma oração mariana preparada para o efeito. Esta oração foi baseada na oração “oficial” para o Ano de Espiritualidade. Mas então o Ano de Espiritualidade, tem uma oração oficial? Sim, embora não fosse escrita especificamente para esse fim. (Baixar a oração – Italiano – 1,2 MB)

Quando a Comissão redactora de Água da Rocha levantou o problema de escrever uma oração “oficial” para o Ano de Espiritualidade a resposta foi a seguinte: e para quê escrever uma oração se já temos uma bem bonita no fim do livro. A Comissão referia-se à oração que aparece no nº 156 do livro, páginas 86 e 87. É uma partilha na visão profética do Magnificat de Maria. Deste modo, deixaria a todos os maristas o apelo a rezarem esta oração e com esta oração ao longo do Ano de Espiritualidade (e depois, claro está). Repitamos pois, para que não haja dúvidas que essa oração é a oração oficial para o Ano de Espiritualidade.

Durante esta oração mariana os Irmãos Seán e Luis Sobrado distribuíram o livro aos Irmãos da casa Geral. A oração (que pode ser vista na WEB) apresentava quatro momentos distintos correspondendo a quatro partes tomadas do nº 156 de Água da Rocha. Em cada momento também foi apresentado um poema-oração power point acompanhando os diferentes capítulos do livro.

No primeiro momento dávamos graças a Deus, por Maria, por sermos pequenos irmãos e irmãs dos outros. Esta fraternidade e sororidade tornam-nos responsáveis de oferecer ao mundo a nosso espiritualidade: “é um dom oferecido ao Povo de Deus, a Irmãos e Leigos, a tada a gente…”.

No segundo momento pedíamos a Deus, por Maria, para sermos irmãos e irmãs de todos prestando uma atenção particular aos jovens e sobretudo aos mais abandonados. Éramos convidados a bebermos todos na fonte de “um apóstolo apaixonado que caminhou por vales e montes para tornar Jesus conhecido e amado”.

No terceiro momento repetíamos a invocação tradicional, “Maria, nosso Recurso Habitual” e pedíamos directamente a Maria o “favor” de rezar por nós e connosco. Para que nos tornasse “irmãos e irmãs cheios de audácia, sempre apaixonados pela vida, com o coração ardendo de amor”.


No quarto e último momento pedíamos também directamente a Maria para que nos ajudasse a estar “presentes a todas as pessoas como ela esteve, com um coração atento e compassivo”. Esta presença nada mais era do que a missão a que somos chamados pela força do Espírito em nós. Tal como aconteceu em Maria…

Diferentes imagens de Maria acompanhavam o folheto da oração. Todas diziam um certo simbolismo neste momento em que os Irmãos recebiam “oficialmente “ o livro.

1. A imagem de Maria grávida no hall da nossa Casa Geral: queremos, através da nossa espiritualidade dar Cristo ao mundo.


2. A imagem de Maria que se encontra no nosso Centro de Formação de Nairobi: queremos que o Ano de Espiritualidade marque profundamente todos aqueles que se sentem chamados a viverem como Irmãos a espiritualidade “marceliniana”
3. A imagem de Maria venerada sob o título de Nossa Senhora das Graças na aldeia do Irmão Teófilo (Carção, norte de Portugal): queremos que a espiritualidade marista que é mariana recolha da melhor maneira a riqueza da devoção popular a Maria na Igreja.
4. A imagem de Nossa Senhora da Cantarinha que vai à fonte com Jesus nos braços: queremos com Maria e como Maria servir Deus e os homens, ser contemplativos na acção e activos na contemplação.
5. A imagem (representação moderna, na Basílica de Issoudun) de Nossa Senhora do Sagrado Coração, tão popular em França: queremos ser instrumentos da compaixão de Deus no mundo de hoje tão sedento de misericórdia e de perdão.
6. A imagem de Nossa Senhora presente na Igreja de Santa Matilde em Genebra. Indica o caminho para o Sacrário: queremos ser conduzidos por Maria aos trrês primeiros lugares da tradição marista: o presépio, o altar e a cruz.
7. A imagem de Nossa Senhora da África: queremos que a nossa espiritualidade se desenvolva neste continente criando raízes profundas nos irmãos e nos leigos maristas que aí trabalham.
8. A imagem de Nossa Senhora do Rosário de Fátima: queremos neste mês do Rosário (e sempre) recordar como maristas os grandes apelos de Maria em Fátima: a paz no mundo e a conversão dos pecadores, isto é, de cada um de nós.
9. A imagem de Nossa Senhora do Espírito Santo: queremos que o Espírito invada as nossas vidas de maristas como invadiu a de Maria vivendo então a escuta da Palavra (contemplação) e a preocupação missionária (acção).
10. A imagem de Nossa Senhora, mãe da Coreia: queremos pensar na espiritualidade “marceliniana” que é missionária e que quer realizar o sonho do Fundador de a alargar a todas as dioceses do mundo; pensávamos de modo particular na grande aventura missionária AD GENTES da Congregação, de ontem e de hoje.



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