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Programa Horizontes - Partilhar nossa espiritualidade



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51. Programa Horizontes - Partilhar nossa espiritualidade
Um apelo e uma responsabilidade
web page 23/03/2009

Desde o último dia 14 de fevereiro, o grupo dos irmãos que participam do programa Horizontes, no Malavi, em Nyungwe, contou com os recursos do Ir. Teófilo, proveniente de Roma, para falar sobre a espiritualidade marista. Para alguns irmãos, esta era a primeira vez que recebiam uma introdução sobre o documento Água da rocha. O Ir. Teófilo permaneceu conosco até a tarde do domingo e, apesar de tão pouco tempo, ele foi capaz de nos apresentar o livro de maneira clara e sistemática. Parabéns!

Após a sua partida, continuamos terça-feira o estudo do documento através de um trabalho pessoal. Seguindo as recomendações da comissão, de que “o documento deve ser entendido não tanto como um texto a ser lido, mas como um companheiro para a nossa caminhada espiritual”, concluímos o estudo do documento com um dia de retiro. Foi uma maravilhosa oportunidade para uma leitura reflexiva e para utilizá-lo mais na oração.

Ficamos muito agradecidos por recebermos esta introdução sobre o documento. O entusiasmo e a experiência do Ir. Teófilo deram vida aos elementos de nossa espiritualidade e estimularam em nós maior interesse por nossa espiritualidade, e a necessidade de partilhá-la com as outras pessoas.

De fato, a introdução sobre como ler o documento foi muito importante. Poderíamos, talvez, sentir falta da riqueza e da unidade, se não soubéssemos como o documento foi escrito e o significado dos símbolos. Estamos convictos agora de que o conhecimento, a vivência e a partilha de nossa espiritualidade devem estar no coração de cada irmão marista. Consideramos que a partilha pode assumir várias formas: fóruns, apresentações, orações, retiros, etc., dependendo da realidade e das necessidades das pessoas que encontramos.

Dentre as reflexões feitas pelos irmãos, a respeito dessa experiência com o Ir. Teófilo, estão as seguintes:

“Eu fiquei impressionado com a palavra: ‘o leigo ou o irmão se tornam pão a ser partilhado’. O tempo passa e eu realizo em minha meditação que Maria e Marcelino são pães a serem partilhados. Por esta razão, sou chamado a ser pão e a ser partilhado com meus irmãos e irmãs.”

“Tinha visto o livro antes, mas, na realidade, não tinha refletido profundamente sobre ele. Agora eu realizo que ele é um tesouro apresentado diante de mim. Os assuntos apresentados neste livro são fundamentais para mim. Ele me deu uma nova oportunidade para me focalizar e me redirecionar para o meu apelo, não para me aproximar de estruturas sem fundamento, mas para transcendê-las, rejuvenescendo minha vida como marista.”

Um irmão sintetizou o programa Horizontes como um apelo para “voltar às origens”. E, uma maneira de estar em contato com nossas raízes, é encontrar a alegria de viver a nossa espiritualidade. Fazendo isso, podemos encontrar um significado profundo em nossa busca espiritual, aprofundando nossa identidade marista.

O estudo de diferentes passagens relativas a Deus, Maria e Marcelino nos ajuda a descobrir a imagem de Deus, de Maria e de Marcelino apresentadas no documento.

Um irmão preferiria eliminar a expressão “espiritualidade da simplicidade”, usando no lugar apenas “simplicidade”, porque a inclusão da palavra “espiritualidade” a separaria das outras colunas e faria dela uma espiritualidade autônoma.

Estamos prestes a concluir o programa Horizontes, e o chamado a partilhar nossa espiritualidade ainda ressoa em nossos corações. Ele é a nossa “razão de ser” na Igreja e também por isso a nossa responsabilidade. Magnificat!






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