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A Escola marista de Giuliano (Nápoles)



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39. A Escola marista de Giuliano (Nápoles)
Encontro sobre o carisma de Marcelino, água para o novo ano escolar
web page 12/10/2008
Quando recomeça o ano escolar, se respira um clima de Grande prêmio: podemos ver as pessoas muito atarefadas, com os registros nas mãos, listas e reuniões para deixara máquina administrativa em ponta de bala. São muitas as atividades e, como acontece tantas vezes, é preciso informar-se sobre as novidades legislativas ou sobre as últimas tendências pedagógicas. Mas uma escola marista dedica especial atenção ao próprio carisma. No colégio de Giuliano, atualmente com o maior número de alunos, entre as escolas maristas da Itália, essa atenção é constante e, desde muito tempo, cuida-se para que leigos e irmãos respirem esse ar particular.

No ‘Ano da Espiritualidade’ tivemos ocasião, antes da Páscoa, de encontrar-nos com o Irmão Onorino, que nos introduziu na temática. Como sinal concreto, cada professor recebeu o texto “Água da Rocha”. Um encontro não tendo sido suficiente, pensou-se em iniciar o ano escolar bebendo dessa água.

Com um pouco de sorte e prévios acertos, conseguimos ter entre nós o Ir. Teófilo, membro da comissão que anima o “Ano da Espiritualidade”. Sem muito preocupar-nos com horários, pontos e dinâmicas para o encontro, dispusemo-nos a escutar suas palavras. Entre um power-point e alguma experiência pessoal; entre uma canção e uma série de fotos, mostrou-nos mil e um rostos da experiência marista, a partir de perspectivas novas, remotas e inesperadas. Os 40 professores do colégio viram e ouviram coisas muito simples, diretas e vitais. A experiência de Marcelino, entretanto, continua viva e fluente; não se trata de uma estátua ou de um quadro, a ser conservado cuidadosamente num museu, mas de uma proposta a enriquecer, a adaptar e atualizar.

Assim graças ao trabalho de grupo, cada um lendo e meditando uma parte do texto, pudemos partilhar nossas idéias sobre o documento. O Ir. Teófilo nos fez ver que lendo o texto assim, uma parte em cada grupo, consegue-se interiorizar melhor o conteúdo do que numa leitura pessoal. Gostaríamos que cada aluno da escola pudesse encontrar em nós, educadores maristas, o lugar e o espaço vital para crescer, florescer e produzir frutos. Na realidade difícil de Giuliano, cidade que cresceu com muita rapidez e sem ordenamento urbanístico, educar pessoas com esses horizontes é, sem dúvida, um desafio inevitável. Mas, Marcelino o faria.

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Ir. Giorgio B.




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