Projeto pedagógico do curso de licenciatura em matemática – 2018 santo andré Julho de 2017


2013 - Mudança de sigla conforme Resolução ConsEPE 150 de 05/04/2013



Baixar 0.85 Mb.
Página32/67
Encontro11.08.2018
Tamanho0.85 Mb.
1   ...   28   29   30   31   32   33   34   35   ...   67
2010

2013 - Mudança de sigla conforme Resolução ConsEPE 150 de 05/04/2013

2018

Código

Nome

T

P

I

Sigla

Nome

T

P

I

BC1626

Desenvolvimento e Aprendizagem

4

0

4

NHI5001-13

NHI5001-15

Desenvolvimento e Aprendizagem

4

0

4

BC1627

Didática

4

0

4

NHI5002-13

NHI5002-15

Didática

4

0

4

BC1602

Educação Científica, Sociedade e Cultura

4

0

4

NHT5004-13

NHT5004-15

Educação Científica, Sociedade e Cultura

4

0

4

BC1607

LIBRAS

2

0

2

NHI5010-13

NHI5015-15

LIBRAS

4

0

2

BC1624

Políticas Educacionais

3

0

3

NHI5011-13

NHI5011-15

Políticas Educacionais

3

0

3

BC1625


Práticas de Ensino de Ciências e Matemática no Ensino Fundamental

4

0

4

NHT5013-13

NHT5013-15



Práticas de Ciências e Matemática no Ensino Fundamental

4

0

4

Quadro 13 - Conjunto II-b



Disciplinas específicas da Licenciatura em Matemática (obrigatórias)

2010

2013 - Mudança de sigla conforme Resolução ConsEPE 150 de 05/04/2013

2018

Código

Nome

T

P

I

Sigla

Nome

T

P

I

MC8308

Práticas de Ensino de Matemática no Ensino Fundamental.

4

0

4

MCTD011-13

MCTD016-18

Práticas de Ensino de Matemática I

2

2

4

MC8105

Práticas de Ensino de Matemática I

4

0

4

MCTD014-13

MCTD017-18

Práticas de Ensino de Matemática II

2

2

4

MC8206

Práticas de Ensino de Matemática II

4

0

4

MCTD012-13

MCTD018-18

Práticas de Ensino de Matemática III

2

2

4

MC8307

Práticas de Ensino de Matemática III

4

0

4

MCTD013-13

MCTD019-18

Práticas de Ensino de Matemática IV

2

2

4


Quadro 14 - Conjunto III



Disciplinas comuns à Licenciatura e Bacharelado em Matemática (obrigatórias)

2010

2013 - Mudança de sigla conforme Resolução ConsEPE 150 de 05/04/2013

2018

Código

Nome

T

P

I

Sigla

Nome

T

P

I

BC1425

Álgebra Linear

6

0

5

MCTB001-13

MCTB001-17

Álgebra Linear

6

0

5

BC1499

Cálculo Numérico

4

0

4

MCTB009-13

MCTB009-17

Cálculo Numérico

4

0

4

MC8102

Fundamentos de Álgebra

4

0

4

MCTD005-13

MCTD025-18

Fundamentos de Álgebra

2

2

4

MC8303

Fundamentos de Análise

4

0

4

MCTD006-13

MCTD027-18

Fundamentos de Análise

2

2

4

MC8304

Fundamentos de Geometria

4

0

4

MCTD007-13

MCTD007-18

Simetrias no Plano Euclidiano

4

0

4

MC8310

Geometria Plana e Construções Geométricas

4

0

4

MCZB009-13

MCTD009-18

Geometria Plana Axiomática

4

0

4

BC1438

Evolução dos Conceitos Matemáticos

4

0

4

MCTB013-13

MCZB035-17

Passou a ser Opção Limitada

4

0

4

BC1520

Matemática Discreta

4

0

4

MCTB019-13

MCTB019-17

Matemática Discreta

4

0

4

BC1405

Teoria Aritmética dos Números

4

0

4

MCTB023-13

MCTB023-17

Teoria Aritmética dos Números

4

0

4

Quadro 15 - Conjunto IV Disciplinas de opção limitada



2010

2013 - Mudança de sigla conforme Resolução ConsEPE 150 de 05/04/2013

2018

Código

Nome

T

P

I

Sigla

Nome

T

P

I

BC1421

Análise Real I

4

0

4

MCTB005-13

Será considerada opção limitada para aluno que já cursou.

MC1305

Anéis e Corpos

4

0

4

MCTB007-13

Será considerada opção limitada para aluno que já cursou.

MC1102

Funções de Variáveis Complexas

6

0

5

MCTB015-13

MCTB015-17

Funções de Variável Complexa

6

0

5

MC2114

Geometria Não-Euclidiana

4

0

4

MCZB009-13

MCZB009-13

Geometria Não-Euclidiana

4

0

4

MC1304

Grupos

4

0

4

MCTB018-13

Será considerada opção limitada para aluno que já cursou.

 MC 311

História da Matemática

4

0

4

MCTD010-13

MCTD010-18

Opção limitada

4

0

4

MC1715

Introdução à Criptografia

4

0

4

MCZB015-13

MCZB015-13

Introdução à Criptografia

4

0

4

BC1415

Introdução à Inferência Estatística

3

1

4

MCTC014-13

MCTC014-13

Introdução à Inferência Estatística

3

1

4

BC1432

Programação Matemática

3

1

4

MCTA017-13

MCTA017-17

Programação Matemática

3

1

4

BC1407

Sequências e Séries

4

0

4

MCTB022-13

MCTB022-17

Sequências e Séries

4

0

4

 MC8209

Tendência em Educação Matemática

4

0

4

MCTD015-13

MCTD020-18

Opção Limitada

2

2

4

BC1429

Teoria dos Grafos

3

1

4

MCTA027-13

MCTA027-17

Teoria dos Grafos

3

1

4

 MC1204

Topologia I

4

0

4

MCTX032-13

MCTB026-17

Topologia

4

0

4

ANEXO II – ROL DE DISCIPLINAS
Conjunto I - Disciplinas do núcleo do Bacharelado em Ciência e Tecnologia (obrigatórias)

As ementas estão disponíveis para consulta no projeto pedagógico do BC&T, disponível em: http://prograd.ufabc.edu.br/bct, ou no catalogo de disciplinas de graduação da UFABC, disponível em: http://prograd.ufabc.edu.br/doc/catalogo_disciplinas_graduacao_2016_2017.pdf




Conjunto II-a - Disciplinas didático-pedagógicas comuns às Licenciaturas (obrigatórias)

As ementas estão disponíveis para consulta no catálogo de disciplinas da Prograd – versão 2016/2017 ou outro que venha a substituí-lo, disponível em: http://prograd.ufabc.edu.br/doc/catalogo_disciplinas_graduacao_2016_2017.pdf



Conjunto II-b - Disciplinas didático-pedagógicas específicas da Licenciatura em Matemática (obrigatórias)
Educação Inclusiva

Sigla: NHZ5020-15

T-P-I: 2-0-2

Carga Horária: 24 horas

Recomendação: Não há

Ementa: Princípios e fundamentos legais que embasam a Educação Inclusiva. Conceituação Educação Inclusiva e Especial, Ensino inclusivo e Integrado. Desafios para Educação Inclusiva no Brasil. Perfil dos alunos com necessidades educacionais especiais e conceito de inclusão social. Estratégias de ensino inclusivo e propostas de práticas docentes e atividades educativas exercidas na educação inclusiva.

Bibliografia Básica:

  1. BRASIL. Congresso Nacional. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Diário Oficial da União, 23 de dezembro de 1996.

  2. PAROLIN I. Aprendendo a incluir e incluindo para aprender. São José dos Campos: Pulso Editorial, 2006.

  3. PERRENOUD P. A Pedagogia na escola das Diferenças. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.

  4. STAINBACK S, STAINBACK W. Inclusão: um guia para educadores. Trad. Magda Lopes. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.

  5. UNESCO. Declaração de Salamanca e linha de Ação sobre Necessidades Educativas Especiais. Salamanca: Espanha, 1997.

Bibliografia Complementar:

  1. BUENO JGS. A inclusão escolar de alunos deficientes em classes comuns do ensino regular. Revista Temas sobre o Desenvolvimento, jan.-fev:2001, v.9, n. 54.

  2. CARVALHO RE. A nova LDB e a educação especial. 2. ed. Rio de Janeiro: WVA, 1998.

  3. DAVI ARAUJO LA (coord.). Defesa dos Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006.

  4. MAZZOTTA MJS. Deficiência, educação escolar e necessidades especiais: reflexões sobre inclusão socioeducacional. São Paulo: Editora Mackenzie, 2002.

  5. PIMENTA SG. Saberes Pedagógicos e Atividades Docentes. São Paulo: Cortez, 1999.


Estudos Étnico-Raciais

Sigla: BHQ0002-15

T-P-I: 3-0-4

Carga Horária: 36 horas

Recomendação: Não há

Ementa: emergência do paradigma eurocêntrico; o racismo e a formação do mundo atlântico; o escravismo brasileiro; as culturas afro-brasileiras e indígenas; o pós-abolição e o mito da democracia racial no Brasil; os estudos sobre as desigualdades raciais no Brasil; trajetórias do movimento negro; trajetórias do movimento indígena; Pan-Africanismo e relações Brasil- África; a diversidade dos racismos no século XXI.

Bibliografia Básica:

  1. GUIMARÃES, Antonio S. & HUNTLEY, Lynn (Orgs.). Tirando A Máscara: Ensaios Sobre O Racismo No Brasil. São Paulo: Paz e Terra, 2000.

  2. LUCIANO, Gersem dos S. O Índio Brasileiro: O Que Você Precisa Saber Sobre Os Povos Indígenas No Brasil De Hoje. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade; LACED/Museu Nacional, 2006.

  3. MOORE, Carlos. A África Que Incomoda: Sobre A Problematização Do Legado Africano No Quotidiano Brasileiro. Belo Horizonte: Nandyala, 2010.

  4. MUNANGA, Kabengele (Org.). O Negro Na Sociedade Brasileira: Resistência, Participação, Contribuição. Brasília: Fundação Cultural Palmares, 2004.

Bibliografia Complementar:

  1. CUNHA, Manuela C. da (Org.). História Dos Índios No Brasil. 2. ed. São Paulo: Cia. das Letras: Secretaria Municipal de Cultura: Fapesp, 2009.

  2. LANDER, E. (Org.). Colonialidade Do Saber, Eurocentrismo E Ciências Sociais: Perspectivas Latino- Americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005.

  3. LOPES, Nei. Enciclopédia Brasileira Da Diáspora Africana. São Paulo: Selo Negro, 2004.

  4. MOORE, Carlos. Racismo E Sociedade: Novas Bases Epistemológicas Para Entender O Racismo. Belo Horizonte: Mazza, 2009.

  5. MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo A Mestiçagem No Brasil: Identidade Nacional Versus Identidade Negra. São Paulo: Autêntica, 2004.

  6. ORTIZ, Renato. Cultura Brasileira E Identidade Nacional. São Paulo: Brasiliense, 2006.

  7. PEREIRA, Amauri M. Trajetória E Perspectivas Do Movimento Negro Brasileiro. Belo Horizonte: Nandyala, 2008.

  8. SKIDMORE, Thomas. Preto No Branco: Raça E Nacionalidade No Pensamento Brasileiro (1870- 1930). São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

Práticas de Ensino de Matemática I

Sigla: MCTD016-18

T-P-I: 2-2-4

Carga Horária: 48 horas

Recomendação: Práticas de Ensino em Ciências e Matemática

Ementa: Abordagem dos processos de formação e de formalização dos conceitos aritméticos, geométricos, algébricos e estatísticos e das proposições matemáticas relacionadas pertinentes ao Ensino Fundamental, de forma exploratória e investigativa. Planejamento curricular, plano de aula, avaliação e análise de material didático, associados aos conteúdos abordados, tendo como referências as Diretrizes Curriculares Nacionais, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e usando Projetos investigativos, Resolução de Problemas, Modelagem e Tecnologias como recursos metodológicos para o ensino de matemática. Nesta prática serão abordados conteúdos tais como: Números e suas relações; formas geométricas e relações com área e perímetro; Estatística: leitura e construção de gráficos; Geometria e suas construções geométricas; Relações de proporcionalidade e probabilidade; Álgebra e o conceito de Equação.

Bibliografia Básica:

  1. BORBA, M.C.; SILVA, R.S.R. e GADANIDIS, G. Fases das Tecnologias Digitais em Educação Matemática: sala de aula e internet em movimento. Belo Horizonte: Autêntica, 2014.

  2. DANTE, L. R. Formulação e Resolução de Problemas de Matemática: Teoria e Prática. São Paulo: Ática, 2009.

  3. MEYER, J.F. C. A.; CALDEIRA, A.D. e MALHEIROS, A.P.S. Modelagem em Educação Matemática. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.

  4. PONTE, J. P. BROCADO, J., OLIVEIRA, H. Investigações Matemáticas na Sala de aula. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.

Bibliografia Complementar:

  1. BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: Matemática – 5ª a 8ª série. Brasília: MEC/SEF, 1997.

  2. BRASIL. Proposta Curricular para a Educação de Jovens e Adultos: segundo segmento do Ensino Fundamental - 5ª a 8ª séries: Matemática. Brasília: MEC/SEF, 2002.

  3. BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. In: Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC/SEB/DICEI, 2013.

  4. BRASIL. BNCC

  5. D’AMBRÓSIO, U. Etnomatemática: Elo entre as tradições e a modernidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.

  6. IEZZI, G. (org.) Fundamentos de Matemática Elementar (11 volumes). São Paulo: Atual, 2008.

  7. LORENZATO, S. (org.) O laboratório de Ensino de Matemática na Formação de Professores. Campinas: Autores Associados, 2006.

  8. MIGUEL, A. BRITO, A. J., CARVALHO, D. L., MENDES, I. A. História da Matemática em Atividades Didáticas. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2009.

  9. SKOVSMOSE, O. Educação matemática crítica: a questão da democracia. Campinas: Papirus, 2001

Práticas de Ensino de Matemática II

Sigla: MCTD017-18

T-P-I: 2-2-4

Carga Horária: 48 horas

Recomendação: Práticas de Ensino em Ciências e Matemática; Práticas de Ensino de Matemática I

Ementa: Abordagem dos processos de formação e de formalização dos conceitos aritméticos, geométricos, algébricos e estatísticos e das proposições matemáticas relacionadas pertinentes ao Ensino Fundamental, de forma exploratória e investigativa. Planejamento curricular, plano de aula, avaliação e análise de material didático, associados aos conteúdos abordados, tendo como referências as Diretrizes Curriculares Nacionais, os Parâmetros Curriculares e a Base Nacional Comum Curricular e usando Projetos investigativos, Materiais Manipulativos e Jogos,

História da Matemática e Etnomatemática como recursos metodológicos para o ensino de matemática. Nesta prática serão abordados conteúdos tais como: Números racionais e reais: propriedades e contagem; Expressões algébricas e suas interfaces com os números; Inequações e gráficos; Geometria de Tales e Pitágoras; Áreas e Volumes de sólidos geométricos. Equações de 1º. e 2º; graus; Conceito inicial de função; Semelhança de triângulos e razões trigonométricas; Geometria de corpos redondos e probabilidade.



Bibliografia Básica:

  1. D’AMBRÓSIO, U. Etnomatemática: Elo entre as tradições e a modernidade. Coleção Tendências em Educação Matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.

  2. LORENZATO, S. (org.) O laboratório de Ensino de Matemática na Formação de Professores. Campinas: Autores Associados, 2006.

  3. MIGUEL, A. BRITO, A. J., CARVALHO, D. L., MENDES, I. A. História da Matemática em Atividades Didáticas. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2009.

  4. PONTE, J. P. BROCADO, J., OLIVEIRA, H. Investigações Matemáticas na Sala de aula. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.

Bibliografia Complementar:

  1. BORBA, M.C.; SILVA, R.S.R. e GADANIDIS, G. Fases das Tecnologias Digitais em Educação Matemática: sala de aula e internet em movimento. Belo Horizonte: Autêntica, 2014.

  2. BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: Matemática – 5ª a 8ª série. Brasília: MEC/SEF, 1997.

  3. BRASIL. Proposta Curricular para a Educação de Jovens e Adultos: segundo segmento do Ensino Fundamental - 5ª a 8ª séries: Matemática. Brasília: MEC/SEF, 2002.

  4. BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. In: Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC/SEB/DICEI, 2013.

  5. BRASIL. BNCC

  6. DANTE, L. R. Formulação e Resolução de Problemas de Matemática: Teoria e Prática. São Paulo: Ática, 2009.

  7. IEZZI, G. (org.) Fundamentos de Matemática Elementar (11 volumes). São Paulo: Atual, 2008.

  8. MEYER, J.F. C. A.; CALDEIRA, A.D. e MALHEIROS, A.P.S. Modelagem em Educação Matemática. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.

  9. SKOVSMOSE, O. Educação matemática crítica: a questão da democracia. Campinas: Papirus, 2001.

Práticas de Ensino de Matemática III

Sigla: MCTD018-18

T-P-I: 2-2-4

Carga Horária: 48 horas

Recomendação: Práticas de Ensino em Ciências e Matemática; Práticas de Ensino de Matemática I; Práticas de Ensino de Matemática II

Ementa: Abordagem dos processos de formação e de formalização dos conceitos aritméticos, geométricos, algébricos e estatísticos e das proposições matemáticas relacionadas pertinentes ao Ensino Médio, de forma exploratória e investigativa. Planejamento curricular, plano de aula, avaliação e análise de material didático, associados aos conteúdos abordados, tendo como referências as Diretrizes Curriculares Nacionais, os Parâmetros Curriculares e a Base Nacional Comum Curricular e usando Projetos investigativos, Resolução de Problemas, Modelagem e Tecnologias como recursos metodológicos para o ensino de matemática. Nesta prática serão abordados conteúdos tais como: Regularidades numéricas: PA e PG; Relações entre duas grandezas e o conceito de função afim e quadrática; Conceito de exponencial e logaritmo e respectivas funções; Relação entre geometria e trigonometria; Resoluções em triângulos não retângulos; Fenômenos periódicos e a interpretação gráfica.

Bibliografia Básica:

  1. BORBA, M.C.; SILVA, R.S.R. e GADANIDIS, G. Fases das Tecnologias Digitais em Educação Matemática: sala de aula e internet em movimento. Belo Horizonte: Autêntica, 2014.

  2. DANTE, L. R. Formulação e Resolução de Problemas de Matemática: Teoria e Prática. São Paulo: Ática, 2009.

  3. MEYER, J.F. C. A.; CALDEIRA, A.D. e MALHEIROS, A.P.S. Modelagem em Educação Matemática. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.

  4. PONTE, J. P. BROCADO, J., OLIVEIRA, H. Investigações Matemáticas na Sala de aula. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.

Bibliografia Complementar:

  1. BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais para o Ensino Médio: Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Brasília: MEC/SEF, 2000.

  2. BRASIL. PCN+Ensino Médio: Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Brasília: MEC/SEF, 2002.

  3. BRASIL. Orientações Curriculares Nacionais para o Ensino Médio: Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. v.2. Brasília: MEC/SEF, 2006.

  4. BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. In: Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC/SEB/DICEI, 2013.

  5. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Proposta preliminar. Terceira versão revista. Brasília: MEC, 2017. Disponível em: http://www.observatoriodoensinomedio.ufpr.br/wp-content/uploads/2017/04/BNCC-Documento-Final.pdf. Acesso em: 07 julho 2017.

  6. D’AMBRÓSIO, U. Etnomatemática: Elo entre as tradições e a modernidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.

  7. IEZZI, G. (org.) Fundamentos de Matemática Elementar (11 volumes). São Paulo: Atual, 2008.

  8. LORENZATO, S. (org.) O laboratório de Ensino de Matemática na Formação de Professores. Campinas: Autores Associados, 2006.

  9. SKOVSMOSE, O. Educação matemática crítica: a questão da democracia. Campinas: Papirus, 2001.


Práticas de Ensino de Matemática IV

Sigla: MCTD019-18

T-P-I: 2-2-4

Carga Horária: 48 horas

Recomendação: Práticas de Ensino em Ciências e Matemática; Práticas de Ensino de Matemática I; Práticas de Ensino de Matemática II; Práticas de Ensino de Matemática III

Ementa: Abordagem dos processos de formação e de formalização dos conceitos aritméticos, geométricos, algébricos e estatísticos e das proposições matemáticas relacionadas pertinentes ao Ensino Médio, de forma exploratória e investigativa. Planejamento curricular, plano de aula, avaliação e análise de material didático, associados aos conteúdos abordados, tendo como referências as Diretrizes Curriculares Nacionais, os Parâmetros Curriculares e a Base Nacional Comum Curricular e usando Projetos investigativos, Materiais Manipulativos e Jogos, História da Matemática e Etnomatemática como recursos metodológicos para o ensino de matemática. Nesta prática serão abordados conteúdos tais como: Matrizes, determinantes e Sistemas Lineares; Análise Combinatória e Probabilidade; Distribuição Binomial; Geometria Métrica espacial; Geometria Analítica; Equações Algébricas e Números Complexos; Relações de Girard; Estatística: medidas de tendência e de dispersão.
Bibliografia Básica:

  1. D’AMBRÓSIO, U. Etnomatemática: Elo entre as tradições e a modernidade. Coleção Tendências em Educação Matemática - Belo Horizonte: Autêntica, 2001.

  2. LORENZATO, S. (org.) O laboratório de Ensino de Matemática na Formação de Professores. Campinas: Autores Associados, 2006.

  3. MIGUEL, A. BRITO, A. J., CARVALHO, D. L., MENDES, I. A. História da Matemática em Atividades Didáticas. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2009.

  4. PONTE, J. P. BROCADO, J., OLIVEIRA, H. Investigações Matemáticas na Sala de aula. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.

Bibliografia Complementar:

  1. BORBA, M.C.; SILVA, R.S.R. e GADANIDIS, G. Fases das Tecnologias Digitais em Educação Matemática: sala de aula e internet em movimento. Belo Horizonte: Autêntica, 2014.

  2. BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: Matemática. Ensino Médio. Brasília: MEC/SEF, 2000.

  3. BRASIL. PCN+Ensino Médio: Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Brasília: MEC/SEF, 2002.

  4. BRASIL. Orientações Curriculares Nacionais para o Ensino Médio: Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. v.2. Brasília: MEC/SEF, 2006.

  5. BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. In: Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC/SEB/DICEI, 2013.

  6. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Proposta preliminar. Terceira versão revista. Brasília: MEC, 2017. Disponível em: http://www.observatoriodoensinomedio.ufpr.br/wp-content/uploads/2017/04/BNCC-Documento-Final.pdf. Acesso em: 07 julho 2017.

  7. DANTE, L. R. Formulação e Resolução de Problemas de Matemática: Teoria e Prática. São Paulo: Ática, 2009.

  8. IEZZI, G. (org.) Fundamentos de Matemática Elementar (11 volumes). São Paulo: Atual, 2008.

  9. MEYER, J.F. C. A.; CALDEIRA, A.D. e MALHEIROS, A.P.S. Modelagem em Educação Matemática. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.

  10. SKOVSMOSE, O. Educação matemática crítica: a questão da democracia. Campinas: Papirus, 2001.


Seminários de Modalidades Diversas em Educação Matemática

Sigla: MCTD021-18

T-P-I: 0-2-2

Carga Horária: 24 horas

Recomendação: Não há

Ementa: Nesta disciplina pretende-se abordar temas como (por exemplo): 1-Fundamento eurocêntrico da educação brasileira; 2- O racismo como um elemento estruturante das desigualdades; 3 - Afro matemática, um pouco de história ; 4 - diversidade étnico racial; 5 - tópicos de geometria a partir da cultura africana; 6 - Registros históricos da Matemática na África Central, 7 - O osso de Lebombo e osso de Ishango; 8- Factrais Africanos; 9 – A Matemática nos ritos Africanos ; 10 – Oficina de Mancala; 11 – Oficina de Shisima; 12 – Oficina de Yoté.

Bibliografia Básica:

  1. GERDES, Paulus. Pitágoras Africano: Um estudo em cultura e educação matemática. 2011. ISBN: 978-1-4357-9397-2.

  2. ENGLASH, Ron. African Fractals: Modern Computing and Indigenous design. 1st Edition. 1999. ISBN-13: 978-0813526140/ ISBN-10: 0813526140

  3. GERDES, Paulus. Lusona Recreações Geométricas de África / Problemas e Soluções (a cores). 2012. Distribuição internacional: Lulu, Morrisville NC, http://www.lulu.com/spotlight/pgerdes.

Bibliografia Complementar:

  1. NASCIMENTO, Elisa Larki. Pan-africanismo na América do Sul. 1981 Petrópolis: Ipeafro / Vozes.

  2. Ensinando à transgredir: a educação como prática de liberdade/ hooks, bell, 2013. Tradução de Marcelo Brandão Cipolla. São Paulo. Martins Fontes.

  3. LIVIO, Mario. Deus é Matemático? 2010.

  4. FAUSTINO, Deivison Mendes A emoção é negra, a razão é helênica? Considerações fanonianas sobre a (des)universalização do “Ser” negro. (https://periodicos.utfpr.edu.br/rts/article/view/2629/1738)

  5. QUEIROZ, Ivo Pereira de; QUELUZ, Gilson Leandro. Presença Africana e teoria crítica da Tecnologia: Reconhecimento, designer tecnológico e códigos técnicos. (http://www.esocite.org.br/eventos/tecsoc2011/cd-anais/arquivos/pdfs/artigos/gt022-presencaafricana.pdf)

  6. GERDES, Paulus Geometria Sona de Angola: Explorações educacionais e matemáticas de desenho africanos na areia. Volume 2. 2014. Distribuição internacional:Lulu, Morrisville NC, http://www.lulu.com/spotlight/pgerdes

  7. ROQUE, Tatiane. História da Matemática: Uma visão crítica, desfazendo mitos e lendas., 2012.

  8. VIEIRA, Francisco Sandro da Silveira. Descolonização dos saberes africanos: reflexões sobre história e cultura africana no contexto da lei 10.639/03. Revista Ponto e Vírgula, 2012. Vol. 11. pp 98-115.

  9. FONTINHA, Mário. Desenhos na areia dos Quiocos do nordeste de Angola. Estudo, ensaios e documentos/ Instituto de Investigação Ciêntifica Tropical da Junta de Investigações Científicas do Ultramar, - N° 143(1983), p. 21-305.

  10. NASCIMENTO, Flávio Antônio da Silva. O Be-a-bá do racismo contra o negro brasileiro. 2010.

  11. SANTOS, Patricia Teixeira. Saberes, práticas, ensino e histórias da África e do Brasil, em perspectiva sul. Cadernos PENESB, v. 01, p. 95-109, 2012.

  12. Americanah/ Chimamanda Ngozi Adichie. São Paulo: Companhia das Letras. 2014.

  13. NASCIMENTO, Elisa Larkin. A matriz Africana no Mundo. 2008.

  14. SANTOS, Boaventura Sousa. Um Discurso sobre as Ciências. 7 ed. São Paulo: Editora Cortez, 2003.


Seminários de Pesquisa em Educação Matemática I

Sigla: MCTD022-18

T-P-I: 0-2-6

Carga Horária: 24 horas

Recomendação: Não há

Ementa: Nesta disciplina pretende-se abordar temas como (por exemplo): 1. A matemática do mundo (em toda a parte); 2. A relação arte e matemática e sua aplicação na sala de aula; 3. A transição dos anos iniciais para os anos finais do ensino fundamental; 4. A utilização da história e investigação matemática na ressignificação do cálculo de áreas curvas não regulares; 5. Análise de livros didáticos pela teoria antropológica do didático; 6. Aprendendo estatística com o software R; 7. Aprendizagem de conceitos matemáticos utilizando a ferramenta Cmaps tools; 8. Atividades para o ensino de probabilidade e estatística na educação básica; 9. Conhecimento matemático especializado do professor dos anos iniciais: tarefas para a formação e sala de aula; 10. Contação de histórias e matemática: interface no ensino de grandezas e medidas; 11. Educação financeira escolar: design de tarefas para a sala de aula de matemática numa perspectiva multidisciplinar; 12. Alfabetização e letramento matemático; 13. Educação matemática crítica na educação básica; 14. Influência indígena na matemática brasileira; 15. Ansiedade matemática; 16. Matemática inclusiva.

Bibliografia Básica:

  1. BECKER, Howard. Métodos de pesquisa em ciências sociais. 3ª ed. São Paulo: Hucitec, 1997.

  2. FAZENDA, Ivani (org.). Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez Editora, 2001.

  3. LÜDKE, Menga e ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.

Bibliografia Complementar:

  1. ALMEIDA, Laurinda Ramalho de et al. (Orgs) Entrevista na Pesquisa em Educação – A prática Reflexiva. 2.ed. Brasília, Líber Livros, 2008

  2. BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977

  3. BOAVENTURA, Edivaldo. Metodologia da Pesquisa. São Paulo: Atlas, 2004 COSTA, Marco A. da. COSTA, Maria de Fátima B. da. Metodologia da Pesquisa – Conceitos e Técnicas. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2009.

  4. COSTA, Sérgio F. Estatística Aplicada à Pesquisa em Educação. Brasília: Editora Plano, 2004.

  5. DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo : Cortez: Autores Associados, 1990.

  6. EL-GUINDY, Moustafa. Metodologia e Etica na Pesquisa Científica. Santos-SP: Santos editora, 2004

  7. GATTI, Bernadete A. Construção da Pesquisa em Educação no Brasil. Brasília: Edit. Líber Livro, 2008.

  8. GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 1994.

  9. MINAYO, M.C.S. (org.). Pesquisa Social - Teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1994.

  10. MOREIRA, H. CALEFFE, Luiz. G. Metodologia da Pesquisa para o professor pesquisador. 2.ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2008.

Seminários de Pesquisa em Educação Matemática II

Sigla: MCTD023-18

T-P-I: 0-2-6

Carga Horária: 24 horas

Recomendação: Não há

Ementa: Nesta disciplina pretende-se abordar temas como (por exemplo): 1. Autoria de materiais didáticos para ensino de matemática; 2. Livros didáticos de matemática: políticas, ideias e intervenções; 3.Avaliação de objetos de aprendizagem de matemática; 4. Tecnologias digitais e produção de conhecimento matemático; 5. Perspectiva sócio crítica da modelagem matemática; 6. Modelagem matemática e tecnologias digitais; 7. Mulheres na matemática: história e discussão de gênero na ciência; 8. Educação matemática superior: os três mundos da matemática; 9. ENEM (Encontro Nacional de Educação Matemática) um histórico; 10. Educação Científica e matemática: espaços não -formais de educação matemática; 11. A contextualização nas aulas de matemática à luz da pedagogia histórico-crítica; 12. A investigação matemática como estratégia de ensino e aprendizagem da matemática; 13. Possibilidades para o princípio da indução matemática no contexto escolar.

Bibliografia Básica:

  1. BECKER, Howard. Métodos de pesquisa em ciências sociais. 3ª ed. São Paulo: Hucitec, 1997.

  2. FAZENDA, Ivani (org.). Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez Editora, 2001.

  3. LÜDKE, Menga e ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.

Bibliografia Complementar:

  1. ALMEIDA, Laurinda Ramalho de et al. (Orgs) Entrevista na Pesquisa em Educação – A prática Reflexiva. 2.ed. Brasília, Líber Livros, 2008

  2. BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977

  3. BOAVENTURA, Edivaldo. Metodologia da Pesquisa. São Paulo: Atlas, 2004 COSTA, Marco A. da. COSTA, Maria de Fátima B. da. Metodologia da Pesquisa – Conceitos e Técnicas. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2009.

  4. COSTA, Sérgio F. Estatística Aplicada à Pesquisa em Educação. Brasília: Editora Plano, 2004.

  5. DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo : Cortez: Autores Associados, 1990.

  6. EL-GUINDY, Moustafa. Metodologia e Etica na Pesquisa Científica. Santos-SP: Santos editora, 2004

  7. GATTI, Bernadete A. Construção da Pesquisa em Educação no Brasil. Brasília: Edit. Líber Livro, 2008.

  8. GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 1994.

  9. MINAYO, M.C.S. (org.). Pesquisa Social - Teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1994.

  10. MOREIRA, H. CALEFFE, Luiz. G. Metodologia da Pesquisa para o professor pesquisador. 2.ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2008.

Conjunto III - Disciplinas Obrigatórias Referentes Aos Conteúdos Específicos De Matemática
Disciplinas Comuns ao Bacharelado em Matemática


Baixar 0.85 Mb.

Compartilhe com seus amigos:
1   ...   28   29   30   31   32   33   34   35   ...   67




©psicod.org 2020
enviar mensagem

    Página principal
Universidade federal
Prefeitura municipal
santa catarina
processo seletivo
concurso público
conselho nacional
reunião ordinária
prefeitura municipal
universidade federal
ensino superior
ensino fundamental
Processo seletivo
ensino médio
Conselho nacional
minas gerais
terapia intensiva
oficial prefeitura
Curriculum vitae
Boletim oficial
seletivo simplificado
Concurso público
Universidade estadual
educaçÃo infantil
saúde mental
direitos humanos
Centro universitário
Poder judiciário
educaçÃo física
saúde conselho
santa maria
assistência social
Excelentíssimo senhor
Atividade estruturada
Conselho regional
ensino aprendizagem
ciências humanas
secretaria municipal
outras providências
políticas públicas
catarina prefeitura
recursos humanos
Conselho municipal
Dispõe sobre
ResoluçÃo consepe
Colégio estadual
psicologia programa
consentimento livre
ministério público
público federal
extensão universitária
língua portuguesa