Projeto pedagógico do curso de farmácia da faculdade de ciências sociais e agrárias de itapeva fait


Parágrafo único – O não cumprimento de um ou mais dos itens acima citados impossibilitará o encaminhamento e/ou permanência do aluno ao campo de estágio. 145



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Parágrafo único – O não cumprimento de um ou mais dos itens acima citados impossibilitará o encaminhamento e/ou permanência do aluno ao campo de estágio. 145

XIII – DOS CRITÉRIOS DE FINALIZAÇÃO DO ESTÁGIO 146

Art. 31 - O estagiário será automaticamente extinto por um dos seguintes motivos: 146

I. Término do compromisso; 146

II. Abandono do estagiário, caracterizado por ausência não justificada, por 08 (oito) dias consecutivos ou 15 (quinze) dias intercalados no período de 01 (um) mês; 146

III. Conclusão ou interrupção do curso; 146

IV. Solicitação do estagiário; 146

V. Não cumprimento de cláusula do Termo de Compromisso; 146

VI. Por interesse ou conveniência da Administração ou em atendimento a qualquer dispositivo de ordem legal ou regulamentar; 146

VII. Pela interrupção do curso na instituição de ensino a que pertença o estagiário; 146

VIII. Aproveitamento insuficiente. 146

XIV - DOS CASOS OMISSOS 146

Art. 32 - Casos omissos neste plano de estágio deverão ser discutidos junto à coordenação do curso, que apresentará ao Núcleo Docente Estruturante do Curso de Farmácia e ao NUEST. 146

XV - DO ESTÁGIO EXTRACURRICULAR 146

Art. 33 – O estágio extracurricular não obrigatório pode ser desenvolvido como atividade opcional, acrescido à carga horária regular e obrigatória, a fim de ampliar as oportunidades de desenvolvido como atividade opcional, conhecimento profissional. 146

§ 1° - As horas desse tipo de estágio podem ser utilizadas para compor as Atividades Complementares. Esse estágio é desenvolvido, geralmente, no mês de férias, mas, também, pode ser realizado no decorrer do semestre, nas “janelas” do horário semestral. 146

§ 2° - O processo para desenvolvimento do estágio não-obrigatório é similar ao do estágio obrigatório; no entanto, o aluno é dispensado de redigir uma monografia. 147

XVI - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 147

Art. 34 – Todas as atividades de orientação relativas ao estágio são consideradas atividades docentes, sendo seu exercício privativo dos membros do corpo docente do Curso de Farmácia da FAIT. 147

XVII - DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS 147

Art. 35 - Este Regulamento, aprovado pelo Colegiado do Curso, Núcleo Docente Estruturante e Coordenadora do Curso de Farmácia, entra em vigor a partir da Assinatura deste, fica revogada demais disposições em contrário. 147

2.10. Atividades Complementares 147

2.11. Trabalho de Conclusão de Curso 155

2.12. Coerência dos Procedimentos de Acompanhamento e de Avaliação dos Processos de Ensino e de Aprendizagem com a concepção do curso 163

2.12.1. nas Disciplinas do Curso 163

2.12.2. nos Estágios Supervisionados 166

O processo de acompanhamento e avaliação do estagiário é realizado através do professor orientador de estágios, coordenador de estágios e coordenação do curso, observando os cenários de práticas, analisando o desempenho da estrutura, função ou processo dentro da instituição que desenvolve seu estágio, conforme critérios definidos no Regulamento Geral de Estágio Supervisionado do Curso de Graduação em Farmácia da FAIT. 166

2.12.3. nos Trabalhos de Conclusão de Curso 166

2.12.4. nas Atividades Complementares 167

2.12.5. nas Práticas Integradoras 167

2.13. Implementação das Políticas Institucionais constantes do PDI e PPI 168

2.13.1. Implementação das Políticas de Ensino 169

2.13.2. Implementação das Políticas de Extensão 170

2.13.3. Implementação das Políticas de Iniciação Científica 172

2.13.4. Promoção de oportunidades variadas de aprendizagem associadas ao perfil do egresso 176

2.13.5. Práticas de acompanhamento e revisão do processo de ensino e de aprendizagem 177

2.14. Ferramenta de TI no processo de ensino e de aprendizagem 177

3. PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL E DO CURSO 179

3.1. Justificativa de Oferta do Curso 179

A justificativa de oferta do curso de Farmácia atende inicialmente o ponto de vista social, pois não há ensino gratuito de graduação em Farmácia inserido nesta região, uma vez que instituições de ensino superior gratuitas se localizam em média, no mínimo 300 quilômetros de Itapeva (Bauru, Sorocaba, Rio Claro, São Paulo, Botucatu, Ponta Grossa, Curitiba). Assim, a distância dificulta o deslocamento da população que, em sua maioria, fica cerceada de exercer o seu direito de ingressar em um curso superior, por residir em municípios distantes das Universidades, isto tudo agravado pelas dificuldades econômicas das famílias. 179

3.2.2. A FACULDADE E A EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO 188

3.2.4. DESAFIOS PARA A FACULDADE COMO INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR 189

3.3. CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DA FAIT 191

3.4. PRINCÍPIOS PEDAGÓGICOS INTEGRADORES E TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA FAIT 192

3.4.1. Aprendizagem Baseada em Problemas – ABP 193

3.4.2. Aprendizagem Significativa 194

3.4.3. Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade 194

3.4.5. Complexidade do Conhecimento 196

3.4.6. Contextualização do Saber 197

3.4.7. Relação Teoria e Prática 198

3.4.8. Flexibilidade Curricular 198

3.4.9. Intersubjetividade 200

3.4.10. Estética da Sensibilidade 201

3.4.11. Política da Igualdade 201

3.4.12. Ética da Identidade 202

3.5. METODOLOGIAS ATIVAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM 202

3.6. INOVAÇÕES PEDAGÓGICAS SIGNIFICATIVAS 204

3.7. PROJETOS PARALELOS INTEGRADORES 206

3.8. PROJETO FLORESCENDO 208

3.9. EDUCAÇÃO POR COMPETÊNCIA 209

3.10. EQUIPE MULTIDISCIPLINAR E INTERAÇÃO ENTRE ALUNOS E PROFESSORES 210

3.10.1. PAPEL DO DOCENTE NESTA CONCEPÇÃO DE ENSINAR 215

3.11. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM 215

3.12. FLEXIBILIDADE DO CURRÍCULO 217

3.13. INCORPORAÇÃO DE AVANÇOS TECNOLÓGICOS 218

3.14. POLÍTICAS DE ENSINO INSTITUCIONAIS 221

3.15. POLÍTICAS DE PESQUISA – INICIAÇÃO CIENTÍFICA 224

3.16. POLÍTICAS DE EXTENSÃO E AÇÕES ACADÊMICO-ADMINISTRATIVAS PARA A EXTENSÃO 229

4. COORDENAÇÃO, CORPO DOCENTE E NUCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO 234

4.1. Coordenação do Curso 234

Atuação do Coordenador 234

4.2. Corpo Docente do Curso 235

4.2.1. Perfil do corpo docente 236

Produção Científica 239

4.2.4. Atributos docentes no desempenho das atividades de ensino e de aprendizagem 2

4.3. Núcleo Docente Estruturante do Curso 2

4.3.1. Composição do NDE 3

4.3.2. Atuação do NDE 3

5. CORPO DISCENTE: COMPOSIÇÃO E POLÍTICAS DE ATENDIMENTO 5

5.1. FORMAS DE ACESSO 5

5.2. POLÍTICA DE ATENDIMENTO AOS DISCENTES E ESTÍMULOS PARA PERMANÊNCIA DOS ALUNOS NA IES 6

5.2.1. Direção Acadêmica 7

5.2.2. Coordenação de Cursos 7

5.2.3. Colegiado de Curso e Coordenadores 8

5.2.4. Docentes 8

5.2.5. Núcleos de apoio da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva 8

5.2.6. Núcleo de Pesquisa - NUPES 9

5.2.7. Programa de Iniciação Científica 9

5.2.8. Estímulo e auxílio para participação em Eventos 9

10

5.2.9. Estímulo para divulgação da Produção Científica 10



5.2.10. Núcleo de Ensino - NUEN 11

5.2.11. Serviço Institucional de Orientação Educacional (SIOE) 11

5.2.12. Programa de Atendimento Psicológico 12

5.2.13. Programa Institucional de Nivelamento 13

5.2.14. Atividades de Monitoria 13

5.2.15. Núcleo de Extensão e Ação Comunitária - NEACO 13

5.2.16. Núcleo de Tecnologia, Informação e Comunicação – NUTIC 13

5.2.17. Núcleo de Prática Jurídica - NPJ 14

5.2.18. Núcleo de Estágio – NUEST 14

5.2.19. Acompanhamento de Egressos 15

5.2.20. Núcleo Administrativo – Apoio Financeiro - NUAD 16

5.2.21. Núcleo de Educação Ambiental – NUEMA 17

5.2.22. Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Direitos Humanos – NAIDH 17

5.2.23. Participação em Instâncias de Decisão 18

5.2.24. Representação Estudantil 19

5.2.25. Ouvidoria 20

5.2.26. Ouvidor 20

5.2.27. FAIT Jr. 21

6. PROJETO INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL 23

6.1. POLÍTICA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA 23

6.1.1. Princípios 23

6.1.2. Acessibilidade 25

6.1.3. Inclusão de Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais 27



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