Projeto pedagógico do curso de farmácia da faculdade de ciências sociais e agrárias de itapeva fait


Disciplinas optativas a serem cursadas em Regime Especial



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2.5.1. Disciplinas optativas a serem cursadas em Regime Especial

Considerando a flexibilidade curricular e a mobilidade acadêmica, os alunos do curso de Farmácia são frequentemente motivados a adquirir novos conhecimentos. Neste sentido, a tabela a seguir apresenta algumas disciplinas optativas ofertadas em outros cursos na FAIT. Convém mencionar que o aluno também poderá cursar outras disciplinas em outras instituições, caso tenha interesse e disponibilidade.



DISCIPLINA

CURSO

SEMESTRE

Língua Brasileira dos Sinais

Pedagogia

8° período

Planejamento Estratégico e Empreendedorismo

Administração

5° período

Gestão de Pessoas e Talentos

Administração

8° período

Processos Decisórios e Gerenciais

Administração

8° período

Farmacologia Veterinária I

Medicina Veterinária

3° período

Farmacologia Veterinária II

Medicina Veterinária

4° período

Olericultura, Horticultura e Plantas Medicinais

Agronomia

6° período

Comunicação, Relações Humanas e Dinâmica de Grupo I

Psicologia

4° período

Vigilância Sanitária e Higiene de Alimentos

Nutrição

4° período

Fundamentos de Educação em Saúde

Enfermagem

4° período


2.6. Conteúdos Curriculares

A proposta curricular do Curso de Farmácia da FAIT norteia-se pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para graduação nos cursos de Farmácia, Resolução CNE/CNS n° 06/17, e ainda pelos referenciais de qualidade, pelas necessidades do perfil do egresso e pelo perfil epidemiológico da região, assim como pelos avanços científicos e tecnológicos atuais. Tomando como base às demandas de uma nova realidade, a essencialidade e a vocação da IES e o perfil epidemiológico, bem como os problemas e as necessidades de saúde do estado de São Paulo e de Itapeva, partiu-se de uma concepção crítica de currículo, que, segundo alguns autores, consideram como uma seleção de conhecimentos que sofre influência de fatores histórico-político-sociais e que se dá em meio a relação de poder.



Assim, o currículo para a formação do farmacêutico está organizado tendo em vista as seguintes ações chave para o curso:

  • Sólida formação teórica que possibilita o acesso a referenciais teóricos para alcançar a compreensão da farmácia em todas as suas dimensões, permitindo o entendimento das relações recíprocas entre os elementos que compreendem a prática da farmácia e as condições sociais, com componente curriculares voltados ao cuidado em saúde, à gestão, à tecnologia e à inovação como elementos base da formação teórica e prática, de forma interdisciplinar e transdisciplinar, priorizando as necessidades de saúde local e regional;

  • Ensino híbrido com metodologias ativas de aprendizagem em cenários diversificados, inseridos na comunidade e nas redes de atenção à saúde;

  • Atuação profissional, articulada com as políticas públicas e com o desenvolvimento científico e tecnológico, para atender às necessidades sociais e ações norteadas pelos princípios do SUS;

  • Tomada de decisão com base na análise crítica e contextualizada das evidências científicas, da escuta ativa do indivíduo, da família e da comunidade;

  • Liderança, ética, empreendedorismo, respeito, compromisso, comprometimento, responsabilidade, empatia, gerenciamento e execução de ações, pautadas pela interação, participação e diálogo;

  • Respeito a diversidade e compromisso com o cuidado e a defesa da saúde integral do ser humano, levando em conta aspectos socioeconômicos, políticos, culturais, ambientais, regionais, étnico-raciais, de gênero, orientação sexual, necessidades da sociedade. Significa que o trabalho do farmacêutico deverá fundamentar-se no princípio do atendimento das diferenças, sejam elas de ordem social, econômica, referentes ao capital cultural do paciente ou a aspectos étnicos e de gênero ou, ainda, devido à presença de necessidades especiais de atendimento. Este princípio articula-se à construção de uma educação democrática, que se recusa a conceber o fracasso no atendimento como decorrente de características pessoais, mas prefere vê-lo como resultado inadequado de uma instituição de saúde homogeneizada, ainda não capaz de lidar com a diversidade própria do ser humano.

  • Formação profissional, que o capacite para intervir na resolubilidade dos problemas de saúde do indivíduo, da família e da comunidade;

  • Assistência farmacêutica, utilizando medicamento e outras tecnologias como instrumentos para a prevenção de doenças, promoção, proteção e recuperação da saúde;

  • Incorporação de tecnologias de informação e comunicação em suas diferentes formas, com aplicabilidade nas relações interpessoais, pautada pela interação, participação e diálogo, tendo em vista o bem-estar do indivíduo, da família e da comunidade;

  • Educação permanente e continuada, responsável e comprometida com a sua própria formação, estímulo ao desenvolvimento, à mobilidade acadêmico-profissional, à cooperação e à capacitação de profissionais, por meio de redes nacionais e internacionais.




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