Projeto pedagógico do curso de farmácia da faculdade de ciências sociais e agrárias de itapeva fait



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3.12. FLEXIBILIDADE DO CURRÍCULO

A matriz curricular é o espaço onde o conhecimento é sistematizado e organizado, de forma ágil e flexível, de forma a reduzir os limites entre o mundo do ensino e do trabalho. Essa construção deve atender aos princípios da flexibilidade, integração e autonomia do aluno no seu processo de aprendizagem.

Os currículos propostos contemplam um conjunto de componentes curriculares obrigatórios, englobando os conteúdos centrais para a formação; os componentes curriculares complementares gerais, relacionados à formação geral, assim como os componentes opcionais e os de aprofundamento. Estes últimos possibilitam maior participação do aluno na definição da sua formação, de acordo com sua área de interesse, respeitando, desta forma, o "princípio da flexibilidade".

As Diretrizes Curriculares Nacionais são referências na organização dos programas de formação, o que permite flexibilidade e priorização das áreas de conhecimento de acordo com as concepções e objetivos de cada curso. Para a elaboração das matrizes curriculares são estabelecidos eixos articuladores, em torno dos quais se articulam as dimensões a serem contempladas na formação profissional e direcionam o tipo de atividade de ensino e de aprendizagem que materializam os cursos.

Assim, as Matrizes Curriculares tem como base os diversos processos relacionados com a formação profissional, cultural e humanística dos alunos, que se organizam a partir de eixos e núcleos, reunindo conteúdos ou conhecimentos em atividades de ensino, pesquisa e extensão, podendo desta maneira proporcionar a flexibilidade dos componentes curriculares do currículo a ser integralizado pelo aluno.

Ainda quanto à flexibilidade dos componentes curriculares – componentes articuladores por meio dos quais se organiza a matriz curricular, buscando garantir sua unidade teórico-prática existe junto à organização didático-pedagógica a preocupação em oferecer além das disciplinas pertencentes ao núcleo comum, disciplinas optativas, eletivas, tópicos especiais e disciplinas práticas e profissionalizantes, atividades complementares e de extensão e o Estágio Supervisionado.

As atividades de extensão tem sido elementos importantes na contribuição para implantação de concepções novas de flexibilização curricular. Os programas de extensão privilegiam os de ação interdisciplinar, que reúnam áreas diferentes em torno de objetivos comuns.

A interligação que ocorre entre ensino, pesquisa e extensão resulta da superação da visão dicotômica limitada que supõe o ensino de qualidade sem pesquisa e a pesquisa de qualidade apartada do ensino, como situação de integralização dos cursos, através de seus Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação.

Toma-se, portanto, a flexibilidade curricular como princípio fundamental, uma vez que possibilita aos alunos construírem o seu percurso curricular; contudo, não é princípio fácil de ser implementado, as estratégias consideradas para garanti-lo, como a: oferta de componentes curriculares complementares de formação geral, específica e de aprofundamento, assim como o aproveitamento de atividades extracurriculares.




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