Pressclipping em 02. mar. 2015 "Não é forte quem derruba os outros; forte é quem domina a sua ira."


A dolorosa hora dos acertos nas finanças públicas



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A dolorosa hora dos acertos nas finanças públicas

É difícil se tomar uma posição forte ou idealística e que pode ser qualificada de antipática por este ou aquele matiz dos que votaram nas eleições presidenciais ou para o governo do Rio Grande do Sul. Quando se pregou que um Brasil unido estaria no rumo do progresso com trabalho, organização e sem radicalismos, alguns julgaram ser uma profissão de fé em quem venceu, escoimando os que perderam e hoje bradam que estão em uma oposição sólida e que fiscalizarão tudo no período da presidente Dilma Rousseff (PT), no que estão no seu papel. Há anos que a maioria dos partidos se acotovelou nos governos.

Entretanto, como contra fatos não há argumentos, a realidade está se impondo desde que a taxa de juros foi aumentada em 0,5 ponto percentual e talvez volte a subir na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Claro, com a inflação além do teto de 6,5%, realmente parece que o único remédio é aumentar os juros para segurar o consumo.

No entanto, o modelo de sustentação econômica baseado no consumismo das novas classes C, D e E foi esgotado, segundo admitiu o ministro Joaquim Levy, da Fazenda. Juros mais altos, reajuste dos combustíveis, da energia e o aumento da pobreza eram dados que estavam prontos nas pranchetas de órgãos, institutos e pesquisas e que foram silenciados até que as urnas ditassem quem era o vencedor. Mas discordamos dos que apontam que o que está sendo feito é um "saco de maldades". Não, apenas os reajustes e a guinada nas isenções fiscais demoraram demais, quando deveriam ter sido iniciados ainda em 2013, porém em doses homeopáticas, sem os tarifaços que penalizam a economia e as famílias em geral.

Agora, querer melhorar as exportações por meio de decretos é desmerecer a inteligência dos agentes econômicos. O Brasil precisa investir cerca de 25% do seu Produto Interno Bruto (PIB), a fim de acabar com os gargalos em rodovias, aeroportos, ferrovias, portos e outras estruturas que emperram a produção para além das porteiras das granjas e dos rebanhos nacionais.

As contas do País devem ser recolocadas em ordem, as exportações aumentadas, e que a inflação não suba mais e, em seguida, volte ao centro da meta, que é de 4,5%. O time da economia governamental, liderado por Joaquim Levy, Nelson Barbosa e Alexandre Tombini, tem condições para dar vida à estagnada produção brasileira. O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), disse que as contas do País tiveram um "escorregão" em 2014, ao contrário da "escorregadinha" citada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Ora, quando propugnamos por um só povo e um Brasil unidos não nos impeliu o desejo de abraçar esta ou aquela corrente partidária, vitoriosa ou derrotada. É que abjuramos soluções fora da legalidade para resolver os nossos problemas. Defenestrar a presidente reeleita e pedir intervenção militar é algo que não resolverá as nossas dificuldades. Antes, havia quem pedia, no início dos anos de 1990, uma "faxina" em Brasília. Depois, uma "assepsia" no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

No entanto, falar em golpe é um erro, como também é um desvio intelectual julgar que criticar quem surrupia dinheiro da Petrobras seja um ato golpista. A liberdade é quem nos constitui entes morais bons ou maus, mas apenas é um grande bem para quem tem juízo e um mal gravíssimo para uns e outros que não têm. Enfim, lá em Brasília, como no Piratini, acertar as contas é algo doloroso. Entretanto, é um trabalho que tem que ser feito.


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