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Psicologia, no cotidiano, por uma sociedade mais democrática e igualitária



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Psicologia, no cotidiano, por uma sociedade mais democrática e igualitária.

Estadual - 2º Contribuições éticas, políticas e técnicas do processo democrático e de garantia de direitos.

Proposta-2)

Apoiar e articular junto aos movimentos sociais da População em situação de rua a produção e divulgação de informações acerca dessa condição.
Proposta-3)

Fortalecer e publicizar o compromisso ético-político da categoria com os Direitos Humanos;


Proposta-4)

Manter espaços de debate em conjunto com comunidades tradicionais e seus saberes, como forma de respeito a diferentes visões de mundo e possibilidades de existência;


Proposta-5)

Fortalecer o debate e ampliar espaços, através de GTs e comissões, junto à população LGBT na defesa dos direitos dessa população, possibilitando a superação de preconceitos e situações de violência;


Proposta-6)

Fortalecer o papel da Psicologia na construção de diretrizes nas políticas públicas;


Proposta-7)

Ampliar o debate sobre a interdisciplinaridade e transdisciplinaridade, reconhecendo a complexidade do fenômeno humano.

Proposta-8)

Monitorar o cumprimento das regulamentações existentes, nos órgãos públicos, relacionadas ao estabelecimento do número mínimo de profissionais, bem como incentivar o estabelecimento dessas regulamentações, considerando as questões éticas, políticas e técnicas da profissão e da categoria.


Proposta-9)

Reafirmar o caráter laico da Psicologia e do Estado nos espaços de prática da(o) profissional da Psicologia, vinculando tal debate à questão ética e técnica profissional, bem como nas políticas públicas.


Proposta-10)

Promover ações profissionais de psicólogos(as) em Comunidades tradicionais e grupos sociais vulneráveis;


Proposta-12)

Elaborar eventos pela COE e COF no interior do PR sobre questões éticas, pois muitos(as) psicólogos(as) desconhecem procedimentos éticos, bem como os preceitos do Código de Ética;

Proposta-13)

Aprofundar a discussão sobre a questão de violência doméstica contra mulheres, elaborando fôlderes, cartilhas explicativas com orientações sobre denúncias e tratamento psicológico;


Proposta-14)

Promover ações conjunta com CRP e Sindicato para orientar os(as) psicólogos(as) sobre atuação profissional e direitos trabalhistas esclarecendo dúvidas sobre a função do CRP e sindicato;


Proposta-15)

Apoiar eventos científicos para estudantes de Psicologia com ênfase na formação política;


Proposta-16)

Que o CRP08 faça ações políticas, necessárias junto ao governo Estadual no sentido de fazer cumprir a lei 15.075 de 04 de maio de 2006, que autoriza, porém não obriga a implantação do programa de atendimento psicopedagógico e social em todas as unidades escolares que integram a rede de ensino público.


Proposta-17)

Fomentar o compromisso do profissional psicólogo na manutenção de sua psicoterapia pessoal durante seu exercício. (Regional e Nacional)


Proposta-18)

Incentivar a produção científica através da abertura de espaços de publicação e divulgação dos trabalhos desenvolvidos pelos Psicólogos. (Eventos, revista científica, premiações, entre outros).


Proposta-19)

Garantir a articulação do sistema conselhos em prol da produção de informações sobre os Direitos Humanos, bem como, realizar campanhas unificadas pelo sistema conselhos (Federal e Regionais), garantindo a produção de conhecimento, na lógica de atuação dos observatórios de direitos, sobre o papel da Psicologia diante das práticas de violação de direitos humanos em parceria com movimentos e entidades de defesa dos direitos dos usuários das políticas públicas.


Proposta-20)

A partir do reconhecimento da centralidade do racismo na sociedade brasileira, o Sistema Conselhos deve realizar, em conjunto com outras entidades, o mapeamento das/os psicólogas/os negras/os, garantir que a temática seja abordada de forma transversal em relação aos diversos campos de atuação e processos de trabalho da Psicologia e promover orientações e referências ao exercício profissional que estejam orientadas pelas prerrogativas da Resolução 18/02, a qual deve ser amplamente divulgada para a categoria.

Proposta-23)

Ampliar o debate entre o Sistema Conselhos de Psicologia, o meio científico-acadêmico e a categoria profissional, acerca da expansão do campo da Psicologia e de suas práticas profissionais.


Proposta-24)

Aproximar o CRP dos Conselhos de Controle Social, Municipais e Estaduais, e de suas Comissões/Câmaras Temáticas, a fim de participar mais ativamente das políticas públicas que se relacionem com a Psicologia.


Proposta-26)

Promover eventos em parceria com IES e centros de pesquisa para divulgar as produções científicas da Psicologia e fomentar investimentos financeiros para a pesquisa produzida por estudantes e profissionais.


Proposta-27)

levantar pautas emergentes da prática profissional que demandam maior produção científica, visando estabelecer uma relação dialética de produção de conhecimento com a análise dos novos campos da psicologia e das fragilidades teórica e técnicas, em parceria com outras instituições.


Proposta-28)

Que o Sistema Conselhos fomente e institucionalize a discussão de gênero e diversidade sexual com a categoria, considerando marcadores sociais como raça, classe, idade, deficiência, territorialidades, a fim de contribuir para desconstrução dos papéis papeis sociais atribuídos ao gênero e suas interseccionalidades que promovem discriminação e violência, com a finalidade de incluir a pauta de gênero nas políticas públicas.


Proposta-30)

Promover o diálogo na categoria e com estudantes de Psicologia para fazer avançar a compreensão sobre a Resolução CFP 001/99 e a nota técnica sobre o processo transexualizador e demais formas de assistência às pessoas trans na perspectiva da despatologização da transexualidade e dos direitos humanos.


Proposta-31)

Tendo em vista a centralidade dos debates de gênero e sexualidade nessa conjuntura que defenda os direitos das minorias políticas, como mulheres e LGBTs, e a partir da recorrente requisição da psicologia, como ciência e profissão, a atuar nesse contexto. E, também, a partir da constatação de que as comissões de direitos humanos não dão conta do aprofundamento necessário dessa temática (dada a diversidade de suas frentes de atuação), construir comissões de Gênero e Sexualidade vinculadas a cada Conselho Regional, para que possa acumular – do ponto de vista teórico-técnico-científico – sobre as contribuições da Psicologia diante dessas temáticas.

Proposta-32)

Promover o diálogo da Psicologia com outras categorias, entidades do movimento social e representações de órgãos públicos, das diversas esferas, acerca das políticas públicas, das pessoas convivendo com HIV/AIDS, buscando enfoque em políticas da juventude. Reafirmar a necessidade da presença de profissionais psicólogos em todas as políticas públicas e equipamentos específicos que operacionalizam a política referente a HIV/AIDS.

Proposta-33)

Fortalecer e ampliar ações que defendam a inserção da(o) profissional da Psicologia na rede pública de ensino.


Proposta-34)

Fomentar o debate e a conscientização sobre a medicalização da infância e sociedade.


Proposta-36)

Reafirmar a Psicologia enquanto área da saúde.


Proposta-37)

Unir forças com as demais áreas da saúde para um diálogo alinhado frente à promoção da Saúde e contra o “ato médico”.


Proposta-38)

Desenvolver ações que promovam o debate sobre diversidade sexual, racial, de classe e condição de desenvolvimento, a fim de contribuir para a inclusão nas diferentes áreas de atuação do Psicólogo.


Proposta-39)

Estabelecer uma Política de articulação com órgãos gestores de convênios, planos de saúde, Sindicatos, visando fortacer os direitos trabalhistas do profissional de psicologia.


Proposta-40)

Desenvolver e aprimorar estratégias de mobilização e sensibilização das entidades ligadas à psicologia para continuo acompanhamento e posicionamento frente às diversas formas de violações, violências, discriminações ocorridas na sociedade brasileira, construindo estratégias políticas consistentes e articuladas a partir de análise de conjunturas possibilitando desenvolver estratégias e intervenções de curto, médio e longo prazo, colaborando assim para uma sociedade mais justa, democrática, garantidora de direitos e valorizando mediações de conflitos e outros modos pacíficos de resoluções de conflitos.


Proposta-41)

Estimular e, em parceria com as IES, acompanhar o desenvolvimento de pesquisas e projetos (se possível, interdisciplinares) que ofereçam respostas mais efetivas quanto aos métodos, técnicas e intervenções da Psicologia nas suas diversas áreas de atuação.

Proposta-42)

Promover eventos em parceria com IES e centros de pesquisa visando a divulgação e visibilidade das produções científicas da Psicologia, visando realizar contínuo intercâmbio com as produções científicas na área da psicologia, contribuir para o fomento de investimentos financeiros para a pesquisa, bem como desenvolver metodologias de incentivo aos estudantes e profissionais para a pesquisa científica.


Proposta-43)

Criar através da Comissão Científica, revista e informes científicos, disponibilizando espaço para pesquisadores da área de Psicologia com a Comissão editorial própria.


Proposta-44)

Estimular o debate entre a categoria e a sociedade sobre os processos de medicalização e patologização da vida, em especial no âmbito da Saúde Mental, visando a análise do impacto de tais processos na vida da população e a construção de diretrizes intersetoriais, envolvendo, dentre outros, profissionais da Saúde Educação e assistência social;


Proposta-45)

Regulamentar documento para orientar os processos de concursos públicos na área de psicologia


Proposta-46)

Criar e renovar mecanismos de conhecimento e divulgação de práticas realizadas no âmbito das políticas públicas;


Proposta-47)

Ampliar o debate junto ao Poder Judiciário e criar espaços de atuação do Psicólogo frente ao processo de Judicialização da Vida;


Proposta-48)

Ampliar o debate junto ao Poder Judiciário e ao Conselho Tutelar para a criação de novas alternativas no processo de administração de conflitos, apresentando discussões sobre as formas pelas quais a Psicologia pode efetivamente contribuir nesse contexto e sobre as implicações do processo de judicialização da vida;


Proposta-49)

Melhorar a comunicação das sedes setoriais com as comarcas;


Proposta-50)

Dialogar com as diretorias da Câmaras de comércio do Paraná;


Proposta-51)

Verificar as condições de trabalho dos psicólogos no âmbito da Saúde Suplementar, visando promover o diálogo para a regulamentação da prestação de serviço do psicólogo às operadoras de planos de saúde;

Proposta-52)

Criar uma cartilha de orientação para a correta atuação técnica e ética para os profissionais da Psicologia Clínica;


Proposta-53)

Articular com outros Conselhos Profissionais a construção de critérios para a confecção de relatórios multiprofissionais nos diversos âmbitos de atuação;

Proposta-54)

Criar e manter espaços permanentes para construção de posicionamentos técnicos, éticos e políticos sobre a atuação da Psicologia em Comunidades Terapêuticas;


Proposta-55)

Criar e manter espaços permanentes para construção de posicionamentos técnicos, éticos e políticos sobre a atuação do psicólogo nas políticas públicas nas regiões de fronteira.


Proposta-56)

apoiar a adequação da Normativa 78/2014, referente à avaliação psicológica para registro e porte de arma de fogo, considerando a realidade, diferenciando os critérios avaliação e acompanhamento dos profissionais da área de segurança;


Proposta-57)

Apoiar o estabelecimento de critérios específicos para avaliação psicológica de vigilantes não armados;


Proposta-58)

Verificar a legalidade da obrigatoriedade da exigência de comprovação de adimplência no CRP no ato da inscrição para concurso público.






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