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JORNAL – FOLHA DE SÃO PAULO – 26.07.2011 – PÁG.A03



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JORNAL – FOLHA DE SÃO PAULO – 26.07.2011 – PÁG.A03
Poema da troca dos terrenos

JOSÉ CELSO MARTINEZ CORRÊA, dramaturgo, é diretor do Teatro Oficina Uzyna Uzona.


Dedicado a Todos os Terrenos do Mundo. Em especial, aos Terrenos: presidente Dilma Rousseff, Ana de Hollanda, ministra da Cultura, Fernando Haddad, ministro da Educação, Luiz Fernando de Almeida, presidente do Iphan, Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, Andrea Matarazzo, secretário de Cultura do Estado de São Paulo, Carlos Augusto Calil, secretário de Cultura do município de São Paulo, e ao Terreno Mago da TV brasileira: Silvio Santos.
Presente de Terrenos para Terrenos. Presentes no Aniversário dos 50 anos do Teat(r)o Oficina. Dia 16 de agosto de 2011.
Bodas de Ouro da Arte Teatral que no Bixiga fez Morada da Sol, Namorada.
Os Seres Terrenos do Oficina Uzyna Uzona querem simplesmente dar Pra SamPã um Presente. Somos Artistas Concretistas. "Suprimamos as Ideias!"
Nós, Oswaldianos, e todos bichos humanos, Troquemos Terrenos entre nós, Seres Terrenos, troquemos seres e Entidades que criamos: PERSONAS JURÍDICAS, PROPRIETÁRIOS inventados por nós, bichos trans-humanos no Tempo dos Direitos dos Romanos.
Troquemos estes Próprios Terrenos, Oh, Seres Terrenos que têm no Estado Poderes que Elegemos para as altas Esferas dos Phoderes Federais, Municipais, Estaduais.
Comemoremos a Troca Troca dos Terrenos Na Prova dos Nove da Alegria entre Personas Jurídicas e Terrenas, na Grande Festa Urbana do Ano em Sampã, invocando os religadores do Elo Perdido entre nós e os primeiros Terrenos, invocando os primeiros, os primeiros, Oswald de Andrade, Mario de Andrade, Tarsila do Amaral e muitos mais, do que menos.
VEM OSWALDAR NA "MACUMBA ANTROPÓFAGA URBANA DE SAMPÃ", seguida de BANQUETE BORÍ com a terna devoração do Bispo Sardinha, servido com as Comidas Tabus cozinhadas à La Totens.
Mas não faltarão Sardinhas, e Dionisio trará libações das melhores vinhas. Atenção:
Não é "uma colagem" como Gutenberguianistas "NOT TUPYS" espalharam na Nét Mét Mét depois que "viram", mas não aterraram, na "MACUMBA ANTROPÓFAGA DA FLIP DE PARATY".
Trata-se da Incorporação na Arte no Teatro do POEMA ILIMITADO DE OSWALD DE ANDRADE, "MANIFESTO ANTROPÓFAGO".
Mistérios Gozosos à Moda de Macumba postos em cena em mantras, yantras, da religião Órfica Oswaldiana Tântrica.

Artistas Interpretaram Sacações de Versos Cantados em Entidades Tupys Incorporados, comendo-se com as Entidades Incorporadas do Hemisfério Norte dos Colonizadores e como Montaigne, Voronoff etc. dos seus Descolonizadores.


Os Aforismos de Oswald viram Iluminuras, Epifanias paradoxais, pulsantes ternuras, em Rítmicas Religiosas, Ritual Polifônico.
Críticos Iluminados e Públicos de Teatro Apaixonados irão saborear o prazer de ler, reconhecer, fora dos cânones, a escritura cênica e transmitir em corrente cyber estes hieróglifos sensoriais aos muitos analfabetos Cyber Teat(r)ais.
Teatro com olhos e corpos livres pra ver, descruzando os braços como herdeiros dos romanos e catimbosando, macumbando, como bichos humanos. E com Wisnik, o Miguel Zé, Desde já este Presente. É... É... É!
Cantemos:

"Eu quero simplesmente/ Te dar um presente/ A rosa dos tempos desabrocha, desabrocha/ Desabrocha novamente./ Eu quero simplesmente/ A vida semente/ A mente que vibra,/ Vibra as fibras da cidade/ Que vibra novamente./ Eu quero simplesmente/ Você nesse instante/ Amante da vida da vida amante/ E o gozo do mundo, gozo sem fundo,/ Gozamos durante."


TODOS CONVIDADOS dos Terrenos do Uzyna Uzona e do Terrreno José Celso Martinez Corrêa, o Zé.
Sacolas plásticas: em vez de banir, educar

MIGUEL BAHIENSE é presidente da Plastivida Instituto Socioambiental dos Plásticos e do INP -Instituto Nacional do Plástico.


Alguns municípios recentemente aprovaram leis proibindo as sacolas plásticas, o que nos priva da escolha da embalagem mais adequada para carregar as compras e impede que as sacolas sejam reutilizadas para acondicionar o lixo doméstico, com grande benefício ambiental e para a saúde pública.
É fundamental esclarecer que o problema não é o produto, e sim o que se faz com ele. A questão está no desperdício e no descarte incorreto. Sem educação, qualquer produto continuará sendo descartado inadequadamente.
Nesse sentido, a cidade de Blumenau (SC) deu o exemplo, lançando a Escola de Consumo Responsável. Ela promove o uso de sacolas fabricadas dentro da norma ABNT nº 14.937. Mais resistentes, suportam as compras sem que seja necessário colocar uma dentro da outra. Evitando a duplicidade, reduz-se o desperdício.
Tal escola capacita o varejo sobre o uso responsável e descarte correto das sacolas para que se torne multiplicador de tais conceitos.
E, pela primeira vez, a capacitação se estende a professores da rede pública. Os 1.200 professores estaduais e os 2.200 municipais de Blumenau estão sendo preparados para orientar os 70 mil alunos e os consumidores da região. Varejo e escola recebem cartilhas específicas, que reforçam os ensinamentos.
A iniciativa parte do princípio de que a preservação ambiental é responsabilidade de todos: poder público, indústria, varejo e sociedade. Em Blumenau, formou-se uma ampla articulação entre a prefeitura, as secretarias municipais de Educação e de Desenvolvimento Econômico e a Secretaria da Educação do Estado.

Também participaram o Senac, a Acats (Associação Catarinense de Supermercados), o Singavale (Sindicato dos Supermercados e do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Blumenau e Região), a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Blumenau, a Plastivida, o Instituto Nacional do Plástico e a Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis).


A Escola de Consumo Responsável integra o Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas, outra iniciativa conjunta de Plastivida, INP e Abief, que reduziu em 22,5% o consumo de sacolas plásticas no Brasil nos últimos anos, com meta de chegar aos 30% ao final de 2012.
Nas capitais em que ela já foi implantada, treinou-se o pessoal de frente de caixa dos supermercados, que hoje orienta os consumidores a evitar o desperdício.
Não há alternativas consistentes para substituir as sacolas plásticas.
Econômicas, resistentes, práticas, higiênicas e inertes, são reutilizáveis e 100% recicláveis.
Estudo encomendado pelo governo britânico sobre o impacto ambiental de diversos tipos de sacolas mostrou que a de plástico tem o melhor desempenho. Ela apresenta a menor geração de CO2 em seu processo produtivo e consome menos matéria-prima.
Espera-se que Blumenau inspire outras localidades, porque somente com uma visão ampla, focada na educação, e com articulação de toda a sociedade, é que conseguiremos eficácia na defesa do meio ambiente, sem que a população seja penalizada.



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