Poder judiciário justiça federal goiáS



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PODER JUDICIÁRIO

JUSTIÇA FEDERAL - GOIÁS





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DATA

01.03.2011















BIBLIOTECA





PÁGINA Nº

de 24






















RESPONSÁVEL

Iris Helena






SUMÁRIO


  • CHÁ-DE-CADEIRA NAS DELEGACIAS – O Popular

  • A FALTA DE SANEAMENTO E SUAS CONSEQUÊNCIAS – O Popular

  • DIREITO & JUSTIÇA – O Popular

  • NOVO PROGRAMA FACILITA DECLARAR O IR – O Popular

  • TETO DE VIDRO – Folha de São Paulo

  • ENSINO PÚBLICO E LEIGO – Folha de São Paulo

  • O DRAMA DA AVALIAÇÃO – Folha de São Paulo

  • NORMA AUTORIZA PAGAMENTO DE SUPERSALÁRIOS, AFIRMA STJ – Folha de São Paulo

  • CONTRIBUINTE JÁ PODE FAZER E ENVIAR DECLARAÇÃO DO IR – Folha de São Paulo

  • CONCURSOS SÓ EM 2012 – Correio Braziliense

  • TODO CUIDADO É POUCO COM O LEÃO – Correio Braziliense

  • OS DESAFIOS DA PROVA DITA CIENTÍFICA – Correio Braziliense

  • SUS: ENTRE O PODER E A TRAGÉDIA, NUNCA MAIS – Correio Braziliense

  • SUPREMO DÁ POSSE À PRIMEIRA INDICAÇÃO DE PRESIDENTE PARA A CORTE – Valor Econômico

  • SEGURADORA PODE PAGAR VALOR DE MERCADO – Valor Econômico

  • ADIADO PRAZO DO NOVO PONTO ELETRÔNICO – Valor Econômico

  • DESTAQUES – Valor Econômico

  • POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS – Valor Econômico

  • EMPREGO E RENDA ELEVAM O NÚMERO DE DECLARAÇÕES DO IR – Valor Econômico


JORNAL – O POPULAR – 01.03.2011 – PÁG.03
Chá-de-cadeira nas delegacias
A morosidade e, por vezes, a falta de atendimento à população nas delegacias de Goiás, para a instauração de boletins de ocorrências, tem deixado pessoas, já previamente lesadas por crimes, ainda mais desamparadas. A concentração dos atendimentos em poucos distritos plantonistas - que precisam dar conta de toda a demanda nos períodos noturnos, fins de semana e feriados - provocam filas e reclamações, além de levar muita gente de volta para casa sem o devido registro policial.
Assim foi com a dona de casa Joana Correa Sobrinho, de 39 anos. Com a bolsa aberta e a carteira furtada ao subir em um ônibus, no sábado, ela foi em vão ontem ao 2º Distrito Policial, na Vila Brasília, em Aparecida de Goiânia, pela segunda vez. "Estive aqui no sábado e eles me mandaram para o 8º DP, em Goiânia, onde havia uma fila enorme. A escrivã falou que podia fazer aqui mesmo, mas de novo não deu", disse, frustrada. Ontem, uma queda no sistema das delegacias travou os serviços.
Em Goiânia, há 26 delegacias, mas só em 5 há plantão. Em Aparecida, todo o serviço de sete distritos se afunila no 4º DP, no setor Garavello. "Tenho apenas um escrivão e até pensei em solicitar outro para realizar ocorrências, mas fico até sem graça por que tem distrito sem escrivão nem para inquérito", diz um delegado, que pediu anonimato.
Para o caminhoneiro Jaime Carlos Coelho, de 48 anos, que teve uma carreta furtada, a demora da polícia o levou a procurar o veículo por conta própria. "Procurei a Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos no dia 25 de dezembro de 2010, mas estava tudo parado, de recesso. Fui Mandado para o 5º DP, que também não me atendeu e me mandou para o setor onde moro, no Conjunto Vera Cruz. Só consegui o boletim dia 5 de janeiro, no 18º DP", diz. Ele preferiu, na companhia do genro e do cunhado, procurar a carreta por oficinas e galpões. "Não adiantou nada", afirma.
O furto em uma revenda de insumos agrícolas, em Goiatuba, teve de ficar sem o registro de boletim de ocorrência no sábado, por falta de plantonista na delegacia. O empresário Volneimar Lacerda de Oliveira, de 49 anos, dono da loja, diz que a impossibilidade de ter a ocorrência em mãos causou indignação. "Só conseguiremos hoje (ontem)", relata.
Faltam mais de 2 mil policiais

As autoridades ligadas à Polícia Civil relacionam a morosidade no atendimento prestado às pessoas que procuram as delegacias ao déficit histórico de servidores da Diretoria Geral da Polícia Civil. O presidente da União Goiana dos Policiais Civis (Ugopoci), Ademar Luiz de Oliveira, acentua que a instituição atua com a falta de mais de 2 mil policiais, de escrivão a delegado, em todo o Estado. Atualmente, o efetivo da Polícia Civil goiana é de apenas 3,5 mil servidores.


Associada a essa questão, o líder da categoria destaca que há, em praticamente todas as delegacias, os desvios de função. Grande parte delas está cheia de presos que, em tese, deveriam estar recolhidos na Casa de Prisão Provisória. Em função disso, muitas vezes, motoristas, investigadores e escrivães experientes são direcionados para a vigilância dos presos.

A Assessoria de Comunicação Polícia Civil destaca que o número reduzido de policiais é um problema que aflige a instituição há décadas, apesar da realização de concursos públicos. O chefe da assessoria, Norton Ferreira, acentua que muitos policiais recém-aprovados passam em outros concursos e pedem a exoneração da instituição, atraídos por melhores salários.





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