Piscopedagogia: uma matriz de pensamento diagnóstico no âmbito clínico



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PISCOPEDAGOGIA: UMA MATRIZ DE PENSAMENTO DIAGNÓSTICO NO ÂMBITO CLÍNICO

Simone Carlberg

Informamos que é de inteira responsabilidade da autora a emissão de conceitos.

Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida por qualquer meio ou forma sem a prévia autorização da Editora InterSaberes.

A violação dos direitos autorais é crime estabelecido na Lei
nº 9.610/1998 e punido pelo art. 184 do Código Penal.

Em um de seus poemas, A casa das palavras, Eduardo Galeano (2010, p. 19) nos diz:

Na casa das palavras, havia uma mesa das cores. Em grandes travessas, as cores eram oferecidas e cada poeta se servia da cor que estava precisando: amarelo-limão ou amarelo sol, azul do mar ou de fumaça, vermelho-lacre, vermelho-sangue, vermelho vinho[...]”



Espero que a leitura e o estudo deste livro possibilitem que você, leitor, sirva-se com as cores, com as ideias de que estiver precisando, saboreando descobertas, digerindo-as, integrando-as, transformando-as...

Simone Carlberg

Agradecimentos



Agradecimento lembra “agrado”. Dessa forma, com este livro, quero agradecer e agradar a todos os professores, os colegas, os alunos e os clientes que colaboraram, e ainda colaboram, com enlaçadas na malha de conhecimentos que venho tecendo.

Agradeço, especialmente:

Ao Alfeu Wilbar Marques Garcia, pedagogo, que um dia foi meu professor na universidade e que há mais de duas décadas é companheiro, incentivador e parceiro do cotidiano.

Ao Luigi Carlberg Garcia, meu filho, que me ensina a ser mãe.

À Relindes Fucks de Oliveira, fonoaudióloga e psicopedagoga, integrante do grupo de precursores da psicopedagogia no Brasil, por ter me apresentado a essa área de pesquisa.

Ao Jorge Visca, psicopedagogo, que me alimentou com tantos conhecimentos.

À Arlete, à Laura, à Luiza, à Vera e à Virgínia, companheiras da cotidiana tarefa psicopedagógica, que me acolhem e me ensinam a convivência grupal.

Prefácio


Este livro tem por objetivo oferecer uma leitura de reencontro com a teoria convertida em práxis psicopedagógica, socialização de experiências, saberes e histórias. É um convite à reflexão, com o intuito de reafirmar a importância do compromisso com a formação do psicopedagogo. O leitor não tem como não se sentir provocado à descoberta, a olhar-se e a incluir-se como pesquisador que busca trilhar caminhos tão instigantes quanto os da psicopedagogia.

A sistematização do conhecimento dialogado com autores possibilita ao estudante seguir por um rico percurso de estudos e se contrapõe à ideia de um caminho feito de facilidades e de ruptura com a formação, principalmente após a conclusão do curso de graduação. O aprendiz acaba por entender que a formação é um fio sem ponta e que cada passo o leva a novas descobertas. E isso é bom!

A psicopedagogia passa por um momento muito importante: a busca pela regulamentação da profissão. A formação acadêmica do psicopedagogo legitima a identidade desse profissional e, portanto, não pode estar alienada de seus significados na construção do conhecimento sobre a aprendizagem. O diálogo crítico à luz da teoria inspira o aprendiz em cada um de nós.

A Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp) também é um espaço de formação, de articulação com as experiências; espaço para reelaborar, desconstruir e reconstruir a todo momento, num contínuo aprender. Mas compreender a ABPp como espaço que contribui com essas possibilidades remete-nos, novamente, à identidade que construímos como psicopedagogos. Aos estudantes, esta obra vai ajudá-los a perceber a complexidade que envolve a psicopedagogia.

Boa leitura.

Rose Mary da Fonseca Santos

Presidente da ABPp – Seção Paraná Sul

Gestão 2011/2013

Apresentação

Este livro foi planejado... e passou a ser desejado. Planejado porque atende a um convite, por parte da Editora InterSaberes, para a organização de um material que pudesse auxiliar os estudantes do curso de Especialização em Psicopedagogia na disciplina de Psicopedagogia Clínica: Elementos da Avaliação Psicopedagógica, cujo objetivo geral é capacitar os estudantes de Psicopedagogia para a realização do diagnóstico psicopedagógico clínico, com base em conhecimentos teóricos e práticos e da utilização de análise, próprios da psicopedagogia clínica. Assim, após o conhecimento dessa ementa da disciplina, chegou também o momento em que teve início o desejo em aceitar a tarefa.

Introdução

Primeiro ponto

O intuito desta publicação é oferecer elementos organizadores para a construção de uma matriz de pensamento diagnóstico psicopedagógico no âmbito da ação clínica.

Para promover essa construção, escolhemos a Teoria da Epistemologia Convergente, que, devemos ressaltar, não é o único caminho a ser escolhido por um psicopedagogo. No entanto, começar por essa teoria possibilita gerar um grau de desorganização necessário ao processo de aprender, para que, no decorrer da aprendizagem, seja possível chegar a um grau suficientemente bom de organização, o qual permitirá ao estudante dedicado a compreensão do que é realizar um processo de avaliação psicopedagógica.

A Teoria da Epistemologia Convergente foi organizada pelo Professor Jorge Pedro Luis Visca, conhecido como Jorge Visca, nascido em 14 de maio de 1935 na cidade de Baradero, província de Buenos Aires, Argentina.

Visca fez o magistério no ensino secundário e formou-se em Ciências da Educação na Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires. Na extensão universitária, teve contato com populações marginais e sensibilizou-se ainda mais diante das dificuldades de aprendizagem. Trabalhou no Centro de Saúde Mental de La Matanza.

José Bleger influenciou Visca em relação à psicanálise e também foi influenciado pelas ideias de Enrique José Pichon-Rivière, as quais o levaram a estudar na Primeira Escola Privada de Psicologia Social, formando-se em Psicologia Social.

Depois de ter coordenado grupos de estudos, em 1977, Visca organizou o Centro de Estudos Psicopedagógicos de Buenos Aires e, a partir de 1978, começou a ministrar supervisões e cursos e fundou outros centros de estudos no Brasil, localizados no Rio de Janeiro, em Curitiba, em São Paulo, em Salvador, entre outras cidades.

Em 22 de julho de 2000, encerrou sua caminhada material; no entanto, suas ideias e seu jeito operativo foram multiplicados e muitos de seus alunos ainda têm como inspiração os registros que ele produziu.

Em 1985, Visca publicou a primeira edição em espanhol do livro Clinica psicopedagógica: epistemologia convergente, que teve sua primeira versão em língua portuguesa em 1987, sob o mesmo título. Visca publicou também, em agosto de 1994, uma nova edição dessa obra, revisada e reorganizada, que foi traduzida para o português, em 2010, por Laura Monte Serrat Barbosa. A pedido da família de Visca, a tradutora acrescentou à versão original um capítulo intitulado “Epistemologia Convergente”, com três subtítulos: “Uma conversa”; “O entrelaçamento entre teoria e prática” e “Novas propostas”.

Há outras publicações de Visca que serão referenciadas no decorrer deste livro. Se você quiser saber mais sobre o organizador da Teoria da Epistemologia Convergente, sugerimos que você visite o site do Centro de Estudos Psicopedagógicos Jorge Visca, disponível em: .

Segundo ponto

Começar a construção da matriz de pensamento diagnóstico por meio da Teoria da Epistemologia Convergente implica fazer um mergulho no universo de três aportes teóricos que, ao convergirem, possibilitam uma integração de saberes organizados por três áreas do conhecimento: a epistemologia genética de Genebra, que tem como seu principal representante Jean Piaget; a psicanálise, representada por Sigmund Freud, Wilfred Bion, José Bleger, entre outros estudiosos; e a psicologia social, de Enrique José Pichon-Rivière.

A proposta de Visca foi a maneira encontrada por ele para compreender o processo de aprendizagem por meio da integração. A convergência de que trata o autor é bastante complexa e exige que o estudante de Psicopedagogia, assim como os profissionais que elegem essa teoria como pano de fundo de suas práxis, mantenha-se em permanente estado de curiosidade e de busca por aprofundamento.

Todas as três correntes teóricas são amplas, profundas e contam com muitos registros escritos deixados por seus autores ou por aqueles que os estudam, apresentando resultados de pesquisas, críticas e ampliações das teorias. Basta acessarmos a internet, por exemplo, e procurarmos um desses nomes para termos a dimensão desse acervo de escritos.



No decorrer do livro, você encontrará indicações de obras que foram elegidas como importantes fontes de consulta. Cabe destacar que se tratam de fontes de consulta permanentes. Em grande parte, esses livros não foram feitos para leituras rápidas e superficiais, mas, sim, para servirem como referências para a reflexão e a integração de conhecimentos a cada processo diagnóstico realizado. É a realidade diária que leva à formulação de indagações, e as respostas raramente são tão objetivas quanto o mundo atual requisita.

Esse mundo parece desejar uma rapidez nos processos de aprendizagem que tem impedido estudantes e profissionais de realizarem leituras mais profundas, o que é facilmente constatado quando se exercem a docência e a supervisão de estudantes de Psicopedagogia. Há uma fantasia de que, terminado um módulo de um curso, já se sabe o suficiente e os livros para consulta são facilmente descartados. Quanto engano! O permanente acesso às principais obras da área é que possibilitará o enraizamento de uma concepção que levará a uma coerência na prática cotidiana.

Quando se fala em concepção, a indagação é necessária. O que é concepção? Do latim conceptione, significa “compreensão das coisas”; “percepção”. Concepção de mundo tem relação com a imagem subjetiva que um indivíduo ou grupo faz a respeito deste, de acordo com determinado ponto de vista.

Quando se elege uma teoria como pano de fundo de uma práxis profissional, há que se ter a clareza de que essa escolha possui relação com o conjunto de valores que, na interação com o mundo, foram construídos por cada um de nós e que continuará em permanente processo de construção. Assim, o psicopedagogo tem uma concepção de mundo e, consequentemente, uma concepção de aprendizagem.

É muito importante que o estudante de Psicopedagogia compreenda que, para estudar o ser cognoscente, é necessário que ele pense sobre sua concepção de mundo, uma vez que é por meio do conjunto de valores com os quais cada pessoa trilha seu caminho que é possível fazer escolhas.

No caso do psicopedagogo, esse profissional deve fazer a si mesmo as seguintes perguntas:

Por que escolhi a psicopedagogia?

Tendo feito essa escolha, qual teoria será o pano de fundo de minha ação?

Que recursos utilizarei no processo diagnóstico e no processo corretor?

Essas e outras indagações são imprescindíveis, pois é com base nas respostas dadas a elas que o psicopedagogo elegerá quais serão seus instrumentos de pesquisa, quais serão os temas pesquisados e aprofundados, como conduzirá a relação com seus clientes e como fará a orientação para uma escola ou família.

Na concepção de mundo construída pelo psicopedagogo, há um plano filosófico que, muito embora nem sempre esteja claro ou consciente, manifesta-se em ações e escolhas, que influenciarão o plano teórico e, consequentemente, o plano prático.

É possível constatar facilmente que o momento histórico
atual promove uma necessidade de consumir ideias e produtos, e a tendência, principalmente quando se inicia uma carreira profissional, é a de querer adquirir rapidamente conhecimentos por meio de cursos e da aquisição de materiais psicopedagógicos, desde testes até jogos e brinquedos, de modo a preencher o espaço externo com objetos e com recursos que atestem a área de conhecimento estudada e que a ela correspondam. No entanto, o recurso interno, que, sem dúvida, é o mais importante, muitas vezes permanece vazio ou confuso ou, ainda, não suficientemente compreendido.

Os objetos ou os recursos externos ao psicopedagogo são objetos intermediários que, concretamente, representam o saber, o não saber e o saber que está por vir. O recurso interno é aquele que está com o psicopedagogo, dentro dele. É o conjunto de seus saberes que se expressa na sua conduta, na sua atitude diante de um aprendiz.

Terceiro ponto

Como terceiro ponto dessa introdução, contemplaremos a necessidade de preencher espaços externos com base em algumas reflexões. Vamos a elas!

A convivência com artistas plásticos e com a arte em geral possibilita-nos a ampliação do universo simbólico, subjetivo. A psicopedagogia trabalha com o exercício da leitura do simbólico, habilidade extremamente importante para essa área. Por isso, vou relatar aqui, como colaboração (justamente para um exercício de leitura e reflexão acerca da dimensão simbólica), uma troca de ideias vivenciada com uma grande amiga, a artista plástica Dani Henning1, que, em um momento de sua caminhada, atuou como psicopedagoga e com a qual trabalhei.

Certo dia, em seu ateliê, falávamos sobre a leveza, a delicadeza do traço em suas produções, e o conteúdo dessa nossa conversa criou raízes, permaneceu latente em minhas reflexões, até que, no momento da organização deste livro, floresceu. Escrevi a ela para que tentássemos lembrar o que exatamente queríamos dizer. Lembramos que nossa conversa teve início devido a uma queixa acerca das exigências do mundo atual e de quanto tem sido difícil compor o currículo. O mundo parece não se satisfazer nunca, queixávamo-nos.

Chegamos à ambição de cada área e Dani se referiu à leveza do traço, à ideia de que, talvez, chegar à linha seja a grande ambição do artista plástico. Com base nisso, comecei a pensar na linha, no traço!

Na sala de espera da Síntese2 (Centro de Estudos, Aperfeiçoamento e Desenvolvimento da Aprendizagem), há uma gravura (reprodução) de uma obra de Picasso. Olhei para aquela tela e vi a linha, o traço! Trata-se da obra Bull, uma sequência de onze litografias que vão desde o estilo mais acadêmico de desenho até o mais abstrato. Pablo Picasso, em 1945, com base em uma única peça, transformou visualmente a imagem de um touro. Cada uma das imagens representa uma das fases do processo de investigação, até chegar ao encontro do “espírito absoluto” do animal.

Infelizmente, não é possível reproduzir aqui todas as onze litografias3. Podemos, no entanto, fazer o exercício de observação com base em duas delas:


que é

Observe que muitos traços foram eliminados, como se o “excesso” fosse retirado e “sobrasse” a essência de simplicidade. Mas é uma simplicidade complexa! Até se chegar a ela, o caminho a ser percorrido é longo, trabalhoso!

A analogia que quero fazer remete ao excesso de materiais, cursos, objetos que temos de acumular em nossos inícios. Porém, o que necessitamos mesmo é de algo muito “simples” – a linha, o traço –, mas só constatamos isso depois de um intenso trabalho, que é talvez o mais complexo – assim, o recurso interno, aquele que vai sendo construído dentro de nós, às vezes sem que tenhamos consciência, não é reconhecido por nós, não é “autorizado” a revelar-se.

Na nossa troca de e-mails, que intitulamos de Ti-ti-ti, Dani escreveu:



Acho que toda a conversa e o paralelo que você quer fazer está na busca da essência, do que nos identifica e nos unifica. Que é a minha grande busca, aí o traço, é como se ele sintetizasse a trajetória, mostrasse a atitude livre e madura de um processo intenso de aprendizagem.

Possivelmente Picasso, até chegar ao Touro, trabalhou intensamente no acadêmico, produziu demais a vida toda em vários suportes para daí chegar à pureza do traço. Mesmo sendo considerado um gênio, “nada veio do nada”. Não sei como você vai amarrar bem isso porque o crescimento está ligado à sede de consumo de teoria e prática, e dos recursos externos. Acho que o mais importante disso é a busca pelo estilo de trabalho, pela marca que cada aluno vai ter, independente do recurso externo (que compõe a trajetória), do traço que cada um vai deixar...(Henning, 2011)

Assim parece ser o caminho da construção do conhecimento. Após muitos ensaios e várias tentativas complexas, chegamos à compreensão de que a atitude diante de uma pessoa que aprende faz a diferença fundamental. Não que com isso se eliminem os objetos intermediários, mas se necessita de poucos quando se tem muito internamente.

1-Quadro Auxiliar

Neste capítulo, apresentaremos os passos para uma avaliação psicopedagógica conforme a Teoria da Epistemologia Convergente, sintetizados por meio do Quadro Auxiliar. Também examinaremos em detalhes a Entrevista Operativa Centrada na Aprendizagem (Eoca), instrumento concebido por Jorge Visca e utilizado no processo de avaliação psicopedagógica no âmbito clínico.

Os conteúdos tratados neste capítulo contribuirão para a composição do plano teórico da matriz de pensamento diagnóstico proposta nesta obra e os exemplos apresentados auxiliarão na transposição da teoria para a prática.

1.1
Quadro Auxiliar propriamente dito

Para organizar este livro, foi necessário selecionar o que dizer, ou o que é necessário dizer, aos estudantes de Psicopedagogia, que não seja nem o excesso e nem somente a linha, o traço.

Começaremos, portanto, pela totalidade de um processo, que é a apresentação de um instrumento organizado pela autora desta obra entre 1992 e 1994, com a supervisão do Professor Jorge Visca, em um dos períodos em que exerceu o papel de assessora desse professor em grupos de formação em Psicopedagogia, promovidos pelo Centro de Estudos Psicopedagógicos de Curitiba. Esse instrumento sintetiza o caminho de uma avaliação psicopedagógica, tendo como pano de fundo a Teoria da Epistemologia Convergente. Trata-se do Quadro Auxiliar ao processo diagnóstico clínico.

A primeira versão do Quadro Auxiliar foi publicada em um artigo distribuído a colegas e alunos a partir de 1994. Uma versão revisada do instrumento foi publicada em 2007 no livro Psicopedagogia: saberes/olhares/fazeres (Zenícola; Barbosa; Carlberg, 2007), em um capítulo intitulado “Contribuições: composições teórico/práticas”.

O processo de avaliação psicopedagógica tem início com uma primeira entrevista, na qual se acolhem pais e/ou responsáveis ou, ainda, o próprio cliente, que relata os motivos que o mobilizaram a procurar a colaboração de um especialista.

É nessa primeira entrevista que nos é apresentado o conjunto de sintomas ou a semiologia que pode manifestar-se na aprendizagem assistemática (nas aprendizagens cotidianas fora da escola ou de espaços com conteúdos não sistematizados) ou na aprendizagem sistemática (aprendizagens em espaços – escola – com conteúdos sistematizados).

Na primeira entrevista, ouvem-se os motivos, apresentam-se as constantes do enquadramento do processo avaliativo e efetiva-se o contrato, na maioria das vezes oral, com a anuência das partes.





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