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Coco



O Brasil produz, anualmente, 980 milhões de cocos, sendo que mais de 80% da produção provém do Nordeste, onde prevalecem condições climáticas favoráveis ao cultivo dessa palmácea.

Do coqueiro tudo pode ser aproveitado: raiz, estipe, inflorescência, folhas, palmito e, sobretudo, o fruto de onde se extraem vários derivados como, fibras da casca de coco, leite-de-coco, coco desidratado e a própria água de coco, que está em franco processo de industrialização no Brasil.

A demanda industrial brasileira é de cerca de 30 mil toneladas anuais de coco desidratado, que é processado e transformado, principalmente, em leite-de-coco e coco ralado. Essa produção é distribuída entre os segmentos de grandes empresas de chocolate, biscoitos, bolos, iogurtes, sorvetes e, ainda, ao mercado de varejo, que comercializa o coco ralado em sachês de 50 e 100 gramas e leite-de-coco em vasilhames de 200 e 500 mililitros. Em 1995, o mercado de leite-de-coco movimentou US$ 63,3 milhões e do coco ralado US$ 72,4 milhões.

Em termos de variedades cultivadas, tem-se o coqueiro gigante destinado ao uso industrial e o coqueiro anão ao mercado da água do coco verde. O coqueiro híbrido, obtido na primeira geração do cruzamento entre o anão e o gigante, tem sua produção destinada tanto a indústria e culinária (destino tradicional do gigante) quanto ao consumo de água (destino tradicional do anão).

A cultura do coqueiro, em Alagoas, caracteriza-se com uma área de colheita de 15.000 ha, uma produção de 58 milhões de coco e 5.000 produtores. A sua exploração se concentra ao longo dos 230 km da costa atlântica, compreendendo 27 municípios das regiões do agreste, tabuleiros costeiros e baixadas litorâneas.
Fitossanidade




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