Paper recycling workshop as educational practice in the context of public schools in rio de janeiro municipality



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Prática de oficinas
Sato (2000) acredita que um projeto ambiental de qualidade e que venha a trazer bons resultados, deve ser iniciado, antes de qualquer coisa, com o comprometimento e a participação de toda a comunidade escolar. Esta, por sua vez, necessita sobretudo, entender os objetivos e a finalidade do projeto, que devem ser colocados de forma bem clara e sucinta e, conceber esse projeto, como algo importante que trará inúmeros benefícios, no que tange a qualidade de vida e o desenvolvimento de toda a comunidade, dentro e fora da escola.

Dessa forma, a Educação Ambiental (EA) se configuraria, talvez, como o único destino que poderia conduzir a humanidade a adquirir a devida percepção do mundo que a cerca, a fim de examinar e julgar toda a temática que envolve o meio ambiente, resgatando então, a tão almejada qualidade de vida (SATO, 2000).

Travassos (2006) corrobora com essa visão quando diz que a Educação Ambiental tem que ser praticada no dia-a-dia da escola, para que possa ser levada também para fora da mesma e para o ambiente de cada indivíduo.

Freire (1998) aborda a idéia de associar teoria e prática ou “o saber e o fazer” como a forma mais adequada da educação assumir o papel principal no processo de ensino e aprendizagem. Porém, faz-se necessário salientar que para alcançar resultados satisfatórios, as oficinas de reciclagem devem ser incorporadas a grade curricular das escolas e não serem apresentadas como uma proposta isolada e descontinuada. Demo (1997, p. 28) diz que é preciso entrar no processo educativo como sujeito ativo, implicado com consciência crítica, pois a educação emancipatória não prescinde do saber crítico e criativo, porque este saber não nasce do mero ensino, ou da mera aprendizagem, mas se constrói no aprender a aprender e no aprender a pensar.

Esse estudo de campo, no ambiente natural dos sujeitos investigados, ou seja, no local de origem dos dados, é peculiaridade da pesquisa qualitativa capaz de oferecer uma melhor interpretação do elemento central do estudo (NEVES, 1996; POPE e MAYS, 2005; RICHARDSON et al., 2009). Esta metodologia será pautada na construção compartilhada do conhecimento (VALLA e STOTZ, 1993), do processo educativo como pedagogia da autonomia (FREIRE, 1996) e da educação como fonte para participação social e cidadania (SANTOS, 2010).




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