Olhares da História 2 Brasil e mundo


Tópicos principais do capítulo



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Tópicos principais do capítulo

- Abertura: a imagem que abre o capítulo apresenta as comemorações pela independência do Brasil realizadas na Bahia todos os anos no dia 2 de julho, data distinta da comemoração oficial, o dia 7 de setembro. Apesar de o Brasil ter se tornado independente, o início do Estado monárquico foi marcado por revoltas e descontentamentos da população em diversas províncias, já que o processo de emancipação política não contou com a participação popular. O tema poderá ser aproveitado para incentivar os alunos a refletirem sobre o papel e a participação da população brasileira nos projetos políticos para o país no presente. Após o estudo do capítulo, essa abertura deve ser retomada e revista à luz da atividade Articule passado e presente.

- Antes de prosseguir o estudo do capítulo, incentive os alunos a se localizar no tempo e no espaço (seção Onde e quando). Neste capítulo estará em foco: Brasil, durante o século XIX.

- Tema central: os embates políticos e os projetos de nação no processo de consolidação do Estado nacional brasileiro até meados do século XIX; retomada da perspectiva da história como um conjunto de múltiplas possibilidades, das quais uma sai vencedora. A vitória do projeto monárquico lusófilo de independência destaca que o Estado brasileiro, desde a sua estruturação, ficou marcado por um caráter profundamente oligárquico. Portanto, este é o momento de definir e retomar o conceito de oligarquia, que será bastante usado nos próximos capítulos.

- Seção As rebeliões regenciais: com as informações do capítulo, os alunos, em grupos, podem ser incentivados a realizar novas pesquisas sobre o tema na internet e reuni-las em um mural, aprofundando o tema das revoltas e rebeliões do período. Ao aprofundar um tema que se opõe diretamente ao processo vitorioso de formação do Estado, pode-se reforçar a questão das lutas políticas como arena que definiu o resultado do processo histórico - em oposição à ideia fatalista que trata os resultados como se fossem "naturais" e óbvios.

- Cultura juvenil: pode-se propor que o estudo das rebeliões e a apresentação dos resultados utilizem recursos artísticos do próprio repertório cultural dos alunos, como a paródia de músicas e ritmos, o uso de técnicas de grafite ou de pintura de rua, um sarau ou uma poesia.






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