Olhares da História 2 Brasil e mundo


Tópicos principais do capítulo



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Tópicos principais do capítulo

- Abertura: trata dos limites da independência do país. É importante que se questione o que significa a emancipação nacional, atualmente e na época em que foi proclamada. O projeto político de um país sempre envolve as divisões da sociedade e suas oposições, interesses e mentalidades diversas. Pergunte aos alunos: os descendentes de africanos e de indígenas, bem como as camadas economicamente inferiores da sociedade colonial, foram integrados nos projetos criados na crise do sistema de dominação portuguesa? E no processo de proclamação da independência? E atualmente, a situação é diferente? (Ressalte que os analfabetos obtiveram o direito de voto apenas a partir de 1988.) Após o estudo do capítulo, essa abertura deve ser retomada e revista à luz da atividade Articule passado e presente.

- Antes de prosseguir o estudo do capítulo, incentive os alunos a se localizar no tempo e no espaço (seção Onde e quando). Neste capítulo estarão em foco: Brasil e Portugal, entre 1789 e 1822.

- Tema central: as revoltas do final do século XVIII e início do século XIX e o peculiar processo de independência política do Brasil, ocorrido em 1822. Trata-se de um período conturbado para o Império Português, às voltas com uma série de conflitos surgidos nas principais capitanias da América portuguesa, que colocaram em xeque os termos da relação colonial. Imersos na turbulência revolucionária do período, os rebelados receberam a influência dos ideais iluministas, da independência dos Estados Unidos (1776) e da Revolução Francesa (1789).

- O tema da independência: sugerimos ao professor discutir cuidadosamente este tema ao longo de todo o capítulo. O aluno deverá perceber a independência brasileira como um processo, e não apenas como um acontecimento, além de vislumbrar diferentes possibilidades e projetos de autonomia, não se restringindo ao projeto vencedor.

- Boxe Leituras: "Inconfidência ou conjuração": destaque que se trata de dois textos de autores distintos e solicite aos alunos que identifiquem o que os textos têm em comum e o que apresentam de forma original.

- Cultura juvenil: pode-se refletir sobre o papel de Tiradentes no desfecho da repressão à conjuração e na condenação dos rebeldes. Não se trata de heroicizá-lo, mas de refletir sobre o sentido dramático e pessoal da decisão tomada: assumir a responsabilidade pelos atos e não delatar os companheiros. O tema da fidelidade (ou da traição) nas relações interpessoais aborda um valor importante no processo de formação do indivíduo e de amadurecimento para a vida adulta. Pode ser oportuno iniciar a reflexão sobre o sentido moral da fidelidade e conduzi-la ao debate político, isto é, à problematização do ato individual inserido no espaço público e no jogo de poder.




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