Olhares da História 2 Brasil e mundo


Tópicos principais do capítulo



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Tópicos principais do capítulo

- Abertura: sugere um debate sobre a igualdade jurídica entre homens e mulheres no mundo atual, especialmente na formulação do Código Civil. Os dois links a seguir podem colaborar na reflexão sobre o tema: http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/pelo-fim-da-violencia-contra-a-mulhere-desigualdade-de-genero/ (acesso em: 21 maio 2016) e www.comciencia.br/reportagens/mulheres/11.shtml (acesso em: 21 maio 2016). O primeiro é um artigo do advogado João Biazzo sobre violência contra a mulher e a lei brasileira; o segundo, de Fabiane Simioni, também advogada, trata da abordagem do tema no novo Código Civil, publicado em 2002. Após o estudo do capítulo, essa abertura deve ser retomada e revista à luz da atividade Articule passado e presente.

- Antes de prosseguir o estudo do capítulo, incentive os alunos a se localizar no tempo e no espaço (seção Onde e quando). Neste capítulo estarão em foco: a Europa, especialmente a França, e o continente americano, particularmente o Brasil entre 1799 e 1830.

- Tema central: analisa as transformações políticas que conduziram a Revolução Francesa ao governo de Napoleão e, posteriormente, à reação europeia no Congresso de Viena. Pretende-se, assim, configurar a ideia de que a restauração das monarquias, do absolutismo e do conservadorismo não é uma mera volta no tempo, mas uma reordenação das forças reacionárias na Europa e em suas áreas de influência.

- Tópico O Consulado: após a leitura desse item, pode-se confrontar o projeto popular-jacobino com o liberal-burguês, de origem girondina (retome o capítulo anterior, se necessário),

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assumido na prática por Napoleão. Essa comparação permitirá visualizar a ordem social, econômica e política em construção, na França e na Europa, durante o período revolucionário e napoleônico.

- Tópico Rio de Janeiro, sede da monarquia portuguesa (1808-1821): seguindo a proposta da coleção de integração dos conteúdos de História geral e do Brasil, propomos que se trabalhe a vinda da família real portuguesa ao Brasil como parte do contexto da Europa napoleônica e, consequentemente, a independência do Brasil dentro do quadro de reação contrarrevolucionária do Congresso de Viena, o que explica em parte o caráter tão distinto da independência brasileira em relação à independência de outros países da América do Sul e Central.

- Cultura juvenil: Napoleão Bonaparte tinha 30 anos em 1799, quando dissolveu o Diretório e centralizou o poder em torno de sua figura. Ao ser consagrado imperador, em 1804, estava com 35 anos. Era, portanto, um jovem general e viveu uma rápida ascensão política. Com base nessas informações, pode-se discutir com a classe as relações atuais entre juventude e política: existem jovens lideranças no país? Quem são esses jovens, que papéis ocupam? Pode-se afirmar que a política é uma atividade de "velhos" ao se avaliar a idade de governadores, senadores e presidentes? Há diferenças importantes entre políticos jovens e políticos adultos ou idosos? O debate pode oferecer elementos para que eles tomem consciência do lugar que ocupam nos espaços públicos e no campo político.






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