Olhares da História 2 Brasil e mundo



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Pratique

5 a) No trecho de Luciano Figueiredo, vemos que as vendas, além de serem locais que abasteciam o mercado interno das vilas e cidades da região das minas, eram pontos de reunião da população pobre mineira. As mulheres que administravam as vendas prestavam solidariedade a práticas de desvios e contrabando de ouro e aos quilombos. Desse modo, a ajuda que prestavam especialmente aos escravizados fugidos e às populações de quilombos eram mal vistas pelas autoridades, que, para evitar fugas, desvio de ouro ou revoltas de escravos, procuravam controlar e fiscalizar as vendas.

b) Havia uma grande quantidade de quilombos na região das minas porque o trabalho de exploração do ouro era feito predominantemente por africanos escravizados.



6 a) As historiadoras utilizaram a frase "ouro não se come" para tocar em um assunto importantíssimo nos primeiros tempos da exploração do ouro na região das minas: a falta de estrutura local, ou seja, a falta de lavouras e de mercadorias em uma região ainda não totalmente ocupada pela colonização.

b) Segundo o texto, naquele período inicial (pelo menos entre 1697 e 1701, e depois em 1713), não havia plantações suficientes para dar conta do número de pessoas que chegavam à região das minas. Faltava, portanto, alimento - algo que poderia fazer com que as pessoas não morressem de fome "com as mãos cheias de ouro".






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