Olhares da História 2 Brasil e mundo



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1 O trecho no qual fica evidente a defesa que o autor faz do contratualismo é: "Diz-se que um Estado foi instituído quando uma multidão de homens concordam e pactuam, cada um com cada um dos outros, que a qualquer homem ou assembleia de homens a quem seja atribuído pela maioria o direito de representar a pessoa de todos eles (ou seja, de ser seu representante), todos sem exceção, tanto os que votaram a favor dele como os que votaram contra ele, deverão autorizar todos os atos e decisões desse homem ou assembleia de homens, tal como se fossem seus próprios atos e decisões, a fim de viverem em paz uns com os outros e serem protegidos dos restantes homens. É desta instituição do Estado que derivam todos os direitos e faculdades daquele ou daqueles a quem o poder soberano e conferido mediante o consentimento do povo reunido".

2 Para Hobbes, a rebelião dos governados contra o governante não é legítima, pois, segundo o pensador, eles "são obrigados, cada homem perante cada homem, a reconhecer e a ser considerados autores de tudo quanto aquele que já é seu soberano fizer e considerar bom fazer".

3 Para Thomas Hobbes, a sociedade civil deveria ceder seus direitos a um governo forte e centralizado em um indivíduo, por meio de um contrato. Já para Jacques-Bénigne Bossuet, a origem da legitimidade do poder do soberano era divina, e não dos seres humanos. Ambos os pensadores, no entanto, concordavam com a importância do estabelecimento de um governo centralizado e concentrado nas mãos de um soberano.




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