Olhares da História 2 Brasil e mundo


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9 a) De acordo com Antonil, o senhor de engenho era alguém respeitado e obedecido por todos. Como vimos neste capítulo, os senhores de engenho estavam no topo da sociedade açucareira.

b) Essa é uma passagem bastante interessante da obra de Antonil e, para interpretá-la, os alunos devem relacionar conteúdos deste capítulo com conhecimentos sobre a realidade europeia na época da colonização da América. Os "fidalgos do reino" referem-se aos nobres; para os fidalgos, era importante possuir um título de nobreza. Antonil compara justamente o desejo por um título de nobreza, entre os fidalgos do Reino, com o desejo de se obter o título de "senhor" de engenho no Brasil. Em sua interpretação, portanto, o "senhor de engenho" poderia ser comparado a uma espécie de nobre.

c) De acordo com os conteúdos do capítulo, os lavradores de cana, logo abaixo do senhor de engenho, eram agricultores que não possuíam instalações para fabricar açúcar. Dependiam de um engenho próximo para moer a cana e pagavam pelo uso do maquinário. Em seu texto, Antonil trata de todos os trabalhadores que faziam parte das funções de um engenho. Entre eles, alguns ganhavam "soldada" (pagamento). Considerando que a administração de um engenho envolvia muitos gastos e era algo bastante complexo, Antonil diz que nem todos tinham cabedal (neste contexto, recursos financeiros) ou condições para se tornar senhor, escolhendo, por isso, tornarem-se lavradores.




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