Olhares da História 2 Brasil e mundo



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Pratique

11 a) Sim. O texto indica que a navegação existia em todo o litoral do continente africano, possivelmente desde a Antiguidade. Os navegadores europeus descreveram que os povos africanos praticavam atividades como pesca e navegação de cabotagem (espécie de navegação realizada bem próxima da costa, sempre com uma visão garantida da terra). Desse modo, diferentes povos africanos conheciam e praticavam técnicas e modos de navegação.

b) De acordo com os autores do texto, o mar não ocupava lugar de destaque na economia ou no tipo de organização política dos diferentes povos africanos.

c) Aqui, é interessante incentivar a formulação de hipóteses pelos alunos. O que significa "viver dentro de si mesmo"? Sabemos, pelo texto, que os centros de decisão africanos estavam localizados no interior do continente. É possível ampliar essa interpretação se retomarmos o intenso comércio que existia, desde a Antiguidade, por todo o continente africano. As longas e variadas rotas saarianas, que perduraram por séculos, e a intensa exploração de ouro e a troca comercial entre diversas localidades subsaarianas nos dão um indicativo das importantes atividades exercidas em diversas partes do interior do continente africano.

d) Este item procura incentivar a reflexão acerca do ofício do historiador. É importante os alunos levarem em conta que os historiadores trabalham com recortes, tanto temporais como documentais, e que as interpretações que cada historiador faz a respeito de determinado tema podem sofrer transformações com o passar do tempo, com base em novas pesquisas. Levar em consideração os conhecimentos de povos orientais e africanos quanto à navegação pode não causar impacto profundo na história da expansão marítima europeia, mas pode trazer à tona novos atores sociais. Analisar em conjunto as trajetórias de europeus, asiáticos e africanos, por exemplo, pode colaborar para a criação de uma historiografia não eurocêntrica.



12 a) Incentive a busca pelo mapa em um atlas. É esperado que os alunos percebam que o rio Tejo, considerado o mais extenso da península Ibérica, deságua no oceano Atlântico. Ele forma um estuário em Lisboa e desse local saíam as embarcações (naus e caravelas) na época da expansão marítima. Portanto, a escolha do local do monumento não foi aleatória.

b) O monumento tem o formato de uma caravela estilizada. Neste momento, deixe os alunos à vontade para



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observar a foto com atenção e formular hipóteses. A caravela foi escolhida pelos criadores do monumento pois está diretamente relacionada com o tema da obra (expansão marítima).






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