Olhares da História 2 Brasil e mundo


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7. Em 1836, os farroupilhas proclamaram a República Rio-Grandense. Sua capital passou a ser a Vila Piratini. O trecho a seguir faz parte do manifesto declarado e assinado por José Gomes de Vasconcelos Jardim.

Rio-grandenses, quebrou-se o cetro da tirania, com que desde largo tempo nos oprimia o Governo do Brasil. [...]

As bases do grande edifício social estão já levantadas; o resto depende de vossas virtudes, vossa constância, vosso nobre coração e vosso patriotismo. Sustentai pois vossa obra; conheça o mundo que os rio-grandenses são donos da liberdade, unamo-nos, caros compatriotas, para destruir os inimigos do nosso sossego e da nossa prosperidade.

A causa que defendemos é a causa da justiça contra a iniquidade, é a causa dos povos contra seus opressores, e enfim é a causa dos rio-grandenses livres contra os escravos de uma corte viciosa e corrompida. Unamo-nos outra vez, vos digo, e os pendões da República tremularão triunfantes em toda sua redondeza.

[...]

Palácio do Governo de Piratini, 6 de novembro de 1836. José Gomes de Vasconcelos Jardim.



Manifesto referente à proclamação da República Rio-Grandense. Disponível em: www.efecade.com.br/1836-republicario-grandense. Acesso em: 31 mar. 2016.

a) A que espécie de tirania o manisfesto se refere?

b) Relacione a frase "unamo-nos, caros compatriotas, para destruir os inimigos [...] da nossa prosperidade" às principais motivações farroupilhas.




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