Oficinas terapêuticas: a “Roda de Leitura Reflexiva” Atividade realizada nas comunidades terapêuticas



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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:


  • BERNARDO, PatríciaPinna. A prática da Arteterapia: correlações entre temas e recursos. São Paulo: Ed. Do Artista, 2008.

  • CAPACITAÇÃO PARA COMUNIDADES TERAPÊUTICAS— conhecer para cuidar melhor: Curso para Líderes, Voluntários, Profissionais e Gestores de Comunidades Terapêuticas; organizadores Florence Kerr-Corrêa, Vitore André Zilio Maximiano — Brasília: Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, 2013.

  • GONÇALVES, Óscar F. Psicoterapia Cognitiva narrativa. Campinhas/SP: Editora Psy, 1998.

  • MILLER, William R.; ROLLNICK, Stephen. Entrevista Motivacional: preparando as pessoas para a mudança de comportamentos adictivos. Porto Alegre: Artmed Editorial, 2001.

  • UNGER, Mangabeira Roberto. Paixão. São Paulo: Boitempo, 1998.

  • GONÇALVES, Miguel; HENRIQUES, Margarida Rangel, Terapia Narrativa da Ansiedade. 2. Ed.Coimbra: Quarteto Editora, 2002.

  • Efeitos de Substâncias psicoativas no organismo: módulo 2/ coordenação do módulo Roseli Boerngen de Lacerda. 4.ed. Brasília: Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, 2011. (SUPERA; Sistema para detecção do uso abusivo e dependência de substâncias Psicoativas: Encaminhamento, intervenção breve, Reinserção social e Acompanhamento/ Coordenação geral Paulina do Carmo Arruda Vieira Duarte, Maria Lúcia Oliveira de Souza Formigoni).

  • Encaminhamento de pessoas dependentes de substâncias psicoativas: módulo 5/ coordenação do módulo Flávio Pechansck. 4.ed. Brasília: Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, 2011-b (SUPERA; Sistema para detecção do uso abusivo e dependência de substâncias Psicoativas: Encaminhamento, intervenção breve, Reinserção social e Acompanhamento/ Coordenação geral Paulina do Carmo Arruda Vieira Duarte, Maria Lúcia Oliveira de Souza Formigoni).

1 DOUTORA EM LETRAS PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO/UFES, MESTRE EM LETRAS PELA UFES, ARTISTA PLÁSTICA PELA UFES. ESCRITORA E ARTETERAPEUTA NO CENTRO DE ACOLHIMENTO PARA PESSOAS COM DEPENDÊNCIA QUÍMICA DO ESPÍRITO SANTO/ REDE ABRAÇO. SITES: www.letraefel.com/ www.sersustentavel.org

2 A política de saúde mental compartilha com as práticas de redução de danos e com a tradição da ética médica o mesmo princípio fundamental. Qual seja: que acima de qualquer juízo sobre comportamentos e crenças de usuários de drogas e/ou pacientes, deve estar a defesa da vida e o direito à saúde. Essa é a finalidade última do cuidado clínico ao usuário/paciente (KEER-CORRÊA; MAXIMIANO, 2013, p. 24).

3Carl Gustav Jung, psiquiatra suíço, em 1931, tratou por meio da psicanálise de um alcoolista, Roland Hazard, banqueiro americano. Não alcançando os resultados satisfatórios, sugeriu que esse buscasse uma “experiência religiosa”. Roland, então, buscou apoio em um movimento evangélico (o Oxford Group) e conseguiu se livrar de sua dependência. Então, dentro do Oxford Group, surgiu um subgrupo de alcoolistas que, posteriormente, fundaram o Alcóolicos anônimos (AA), em 1935, em Akron, Ohio. As raízes religiosas continuam presentes, desde então, nesse movimento de tratamento a dependência. O “AA”, cresceu rapidamente e estima-se que exista hoje 98.710 grupos em 1.989.124 membros, em 150 países diferentes. No Brasil, há cerca de 6.000 grupos com 121.000 membros. Hoje, o grupo que mais cresce é o “NA”, Narcóticos anônimos, o grupo possui mais de 300.000 membros. O Brasil tem aproximadamente 15.000 membros (Sistema para detecção do uso abusivo e dependência de substâncias Psicoativas: Encaminhamento, intervenção breve, Reinserção social e Acompanhamento /SUPERA, 2001-b, p. 21)

4 Cada droga tem seu mecanismo de ação particular, mas todas as drogas de abuso agem, direta ou indiretamente, em um mesmo local do cérebro: uma via de circuitos neuronais responsável pelo sistema de recompensa cerebral. Normalmente essa região do cérebro é estimulada quando sentimos prazer determinado por causas físicas, comer, por exemplo, ou por estímulos ambientais agradáveis, como olhar para uma paisagem bonita ou escutar uma música da qual gostamos (2011, p. 3).

5 Vale destacar que a representação não é uma mentira, e nem uma ilusão, antes, ela é uma realidade outra, que lança o produtor/expectador em um mundo intersticial, paralelo, onde tudo é possível, até mesmo as grandes mudanças de rumo na vida.




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