Ofício nº 16/99 goe aplo



Baixar 0,97 Mb.
Página6/14
Encontro10.08.2018
Tamanho0,97 Mb.
1   2   3   4   5   6   7   8   9   ...   14
Ensino de Pós-graduação

Atualmente são oferecidos cinco programas de Pós-graduação, dos quais três de mestrado (Engenharia Civil, Engenharia Mecânica e Física) e dois de mestrado e doutorado (Agronomia e Engenharia Elétrica). Todos estes programas são realizações recentes. O mais antigo é o programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica, que foi criado em junho-1992. A nossa meta é trabalhar para que todos os programas consigam a consolidação que corresponde à obtenção de conceito 4, pelo menos, para os programas de mestrado e conceito 5 ou superior para os programas de mestrado e doutorado. Deve-se ressaltar, também, que os programas de mestrados serão incentivados a desenvolver projetos para implantação da modalidade de doutorado. Neste sentido, espera-se que todos os programas passem a oferecer mestrado e doutorado no prazo de 5 anos.

      1. Departamento de Matemática:

        1. Pós Graduação “Stricto Sensu”

O Departamento de Matemática pretende propor um curso de Pós-graduação em Matemática. Uma possibilidade que é bastante plausível é a criação de um curso de curso de Pós-graduação na área de Análise, tendo como núcleo central o grupo de pesquisa “Equações Diferenciais e Funções Generalizadas”.

O Departamento de Matemática entende que atividades de difusão de conhecimentos envolvendo a atuação em cursos de Pós-graduação stricto sensu são importantes e contribuem para a consolidação de um grupo de pesquisa. Nesse sentido, o grupo de pesquisa “Equações Diferenciais e Funções Generalizadas” está reunindo as condições necessárias para a criação de um curso de Pós-graduação “stricto sensu”, sendo este um dos objetivos do grupo.

Cabe salientar que, para a criação de qualquer curso de Pós-graduação é extremamente importante a concretização das contratações que o Departamento de Matemática está pleiteando.


        1. Pós Graduação “Lato Sensu”

O Departamento de Matemática entende que esta atividade é uma maneira de efetivamente influenciar a qualidade do ensino básico. Nesse sentido, atualmente está em fase de tramitação nos órgãos competentes da Universidade o curso de especialização “Fundamentando a Prática de Ensino do Professor de Matemática”, sob a coordenação do docente José Marcos Lopes, com carga horária de 480 horas, com 50 vagas e previsão de início para março de 2007, tendo como público alvo os professores que atuam nos ensinos fundamental e médio. Os oferecimentos de outros cursos de Pós-graduação “Lato Sensu” na área de Ensino de Matemática também fazem parte dos planos futuros do Departamento.

      1. Departamento de Física e Química:

        1. Atividades e Metas

O Curso de Pós-graduação em Ciência dos Materiais do Departamento de Física e Química, credenciado pela CAPES no ano de 2001, tem se consolidado desde então através do esforço do quadro docente envolvido. O Departamento, por sua vez, vem apoiando o desenvolvimento do Curso, disponibilizando toda a sua estrutura física, material e pessoal, em consonância com o Conselho do Curso. Indiretamente, dentro de suas possibilidades, vem apoiando as atividades dos Grupos de Pesquisas que são os responsáveis pela pesquisa na Pós-graduação liberando espaço físico para sala de microcomputadores para uso discente; almoxarifado da Pós-graduação; mobiliário para a sala de estudos dos alunos da Pós-graduação; facilidades de uso da secretaria do Departamento e sua estrutura: telefones, fax, projetor multimídia, etc.

Com o recebimento do nível 4 na última avaliação da CAPES, o programa tem como próxima meta o curso de Doutorado. Para tal, necessário se torna a consolidação das linhas de pesquisa existentes atualmente, através de ações no sentido de fortalecer os grupos de pesquisa, procurando contratar pessoal técnico para dar apoio a pesquisa; incentivar a participação de seus docentes em Congressos científicos, publicações internacionais, colaboração de pesquisa com outros centros, definir uma política de contratação docente, onde o tempo integral seja prioritário, e que as qualificações do docente a ser contratado seja compatível com as linhas de pesquisa já implantadas ou a implantar, incentivar iniciativas para organização de eventos científicos, etc.



        1. Grupos de Pesquisa

  1. Grupo de Pesquisa em Vidros e Cerâmicas

Como meta de desenvolvimento de curto e médio prazos, ações serão necessárias tendo como objetivo a excelência das suas atividades acadêmica e de pesquisa. Para tanto, algumas metas devem ser atingidas.

Entendendo que as atividades de ensino e de pesquisa são indissociáveis, as ações abaixo relacionadas serão necessárias para a real integração das atividades acadêmicas do grupo:



    • ampliar a formação de alunos de IC e Mestrado;

    • contribuir na busca das condições para a implantação do curso de doutorado no departamento;

    • aumentar o número de publicações científicas, de forma equilibrada entre os membros do grupo de pesquisa;

    • fomentar estágios de pós-doutorado no exterior dos membros do grupo;

    • ampliar convênios de colaboração, com instituições estrangeiras e nacionais, que permitam o intercâmbio de pesquisadores.

Para se concretizar os objetivos acima enunciados, é proposto diferentes ações:

      • Recurso humanos

Docentes: o grupo apóia a formação de novos grupos de pesquisa, assim, permitir a implantação de novas linhas de pesquisa integradas às pesquisas desenvolvidas no departamento de física e química. Por exemplo, uma das linhas que o grupo propõe é a implantação de pesquisas na área de óptica aplicada a materiais - efeitos lineares e não-lineares nos índices de refração, fotoluminescência em materiais clássicos e nanoestruturados.

Como parte das ações visando concretizar os objetivos anteriormente mencionados, o grupo pretende investir em alunos potenciais que demonstrem qualidades para serem direcionados na sua formação de pesquisa, dentro das áreas sugeridas acima.



Técnicos: Neste tópico o grupo propõe que sejam alocados técnicos para operar equipamentos multiusuários de grande porte, por espectrômetro de absorção atômica, difratômetro de raios-x e microscópio eletrônico de varredura. Estes dois últimos equipamentos são prioritários para serem solicitados às agências de fomento.

      • Equipamentos de pesquisa

Como metas naturais de um grupo de pesquisa consolidado, o grupo continuará submetendo projetos de pesquisa aos órgãos de fomento no sentido de obter equipamentos necessários às linhas de pesquisa implantadas. A curto prazo, dentro desta perspectiva, o grupo está envidando ações no sentido de obter o difratômetro de raios-X e Microscópio eletrônico de varredura.

      • Infra-estrutura física

O grupo busca obter espaços físicos que permitam implantar, de maneira adequada, os seus laboratórios com as técnicas existentes e a serem implantadas.

    • Sala de fornos com uma área de 30 m2, para que sejam acomodados adequadamente (espaço e instalações elétricas e hidráulicas) os atuais e futuros equipamentos;

    • Salas de preparação de amostras com uma área de 40 m2 pois há necessidade de diferentes espaços em função das diferentes metodologias de preparação de amostras como: sala limpa para preparação de filmes finos; sala para equipamentos de corte, polimento e determinação de granulometria de pó de amostras.

    • Salas de medidas elétricas com uma área de 20 m2 para abrigar equipamentos de medidas de supercondutividade, medidas dielétricas e de polarização.

    • Sala de medidas de propriedades mecânicas com uma área de 10 m2 para microdurômetro, expansão térmica e máquina de ensaio universal.

    • Sala para espectroscopia óptica com uma área de 40 m2 com espaço paraespectrômetro infravermelho e medidas de propriedades ópticas.




  1. Grupo de Pesquisa em Polímeros

O Grupo de Polímeros (GPol) teve início em 1990, a partir de um projeto de pesquisa financiado pela Fundação Banco do Brasil (FBB). Este auxílio financeiro foi utilizado para criar infra-estrutura necessária ao desenvolvimento de pesquisas em polímeros, especificamente na caracterização elétrica. O GPol foi o primeiro grupo de pesquisa instituído na Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, contribuindo com o incremento das atividades de pesquisa no Departamento e também na Unidade. O Grupo teve, ainda, papel fundamental na criação do Programa de Pós-graduação em Ciência dos Materiais (Mestrado) da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira em conseqüência da sua infra-estrutura e corpo de pesquisadores.

Seguindo sua filosofia, para dar prosseguimento ao crescimento do Departamento, o Grupo de Polímeros tem como meta a implementação das novas linhas de pesquisa: Estudo de biomateriais e Estudo de polímeros obtidos a partir de fontes renováveis

A implantação dessas novas linhas de pesquisa no Gpol visa a renovação da pesquisa no Grupo e o desenvolvimento de pesquisas em materiais poliméricos que, hoje, atraem maior interesse da comunidade, por possibilitar aplicações nas diversas áreas da indústria.

No campo dos biomateriais, é de conhecimento geral a necessidade da fabricação de sensores que possam ajudar no diagnóstico e também no tratamento de moléstias. Neste contexto, o estudo de materiais que possam ser utilizados como liberadores de drogas, materiais que possam ser usados como detectores de radiação tornam-se altamente interessantes tanto do ponto de vista científico quanto tecnológico.

Já os polímeros obtidos a partir de fontes renováveis, com certeza, estarão em pauta num futuro próximo, tendo em vista a possibilidade do esgotamento das fontes convencionais e, principalmente, pela questão ecológica. O Brasil, dado a sua característica, pode ser uma liderança mundial nesta área.

Para a implantação das novas linhas de pesquisa o Grupo de Polímeros necessitará:



  • Recursos Humanos

Contratação de pesquisadores na área, capacitação dos componentes do Grupo incentivando os cursos de Pós-doutorado e contratação de Técnico de Laboratório para apoio à pesquisa.

  • Infra-estrutura física

O grupo de pesquisa necessita de novos espaços físicos que permitam a implantação de um Laboratório para análise térmica e um Laboratório para ensaios mecânicos, totalizando uma área de 70 m2.

  • Contrapartida

Como contrapartida o Grupo estaria colaborando com a formação de pesquisadores na área de Síntese e Caracterização de materiais poliméricos (I.C., M. e D.), concentrando esforços na busca de recursos para viabilizar as pesquisas nos laboratórios e contribuindo com o desenvolvimento de tecnologias não agressivas ao meio ambiente.

  1. Grupo de Pesquisa em Ensino de Ciências

As metas para o Grupo de Pesquisa em Ensino de Ciências para os próximos cinco anos, objetivando a qualidade das atividades acadêmicas e de pesquisa são:

    • Desenvolvimento de estratégias para conquistar mais alunos da região para o Programa de Pós-graduação em Educação para a Ciência da FC/ Unesp de Bauru;

    • Viabilização da implantação de um programa de Pós-graduação em Educação para a Ciência na FEIS/Unesp;

    • Implantação dos laboratórios de ensino (prática de ensino e instrumentação para o ensino de física);

    • Realização de simpósios bianuais sobre educação inicial e continuada de professores;

    • Realização de encontros anuais sobre educação de jovens e adultos;

    • Desenvolvimento de Proposta de Projeto Pedagógico para a Implantação do curso de Licenciatura/Bacharelado em Física;

    • Montagem do Exploratório da Ciência e Tecnologia da Energia (EXCITE);

    • Abertura de novas linhas de pesquisa e projetos no Núcleo de Apoio ao Ensino de Ciências e Matemática (NAECIM).

      1. Departamento de Engenharia Civil:

O Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil foi autorizado pela Resolução UNESP-15 (17.03.1999), a data de aprovação do registro do Programa foi com a Resolução UNESP-10 (01.03.2000), com reconhecimento do Programa feita pela Portaria Ministerial 1766 (08.08.2001) e Portaria MEC 2530/02, publicada no Diário Oficial de 06.09.2002; tem se consolidado desde então através do esforço do quadro docente envolvido. O Departamento, por sua vez, vem apoiando o desenvolvimento do Curso, disponibilizando dentro do possível toda a sua estrutura física, material e pessoal, em consonância com o Conselho do Curso. Indiretamente, dentro de suas possibilidades.

Com o recebimento do conceito 3 na última avaliação da CAPES, o programa tem se empenhado em atingir o conceito 4, para que sua meta de possuir o curso de Doutorado seja atingida. Para tal, faz-se necessária a consolidação das linhas de pesquisa existentes atualmente, através de ações no sentido de fortalecer os grupos de pesquisa, procurando contratar pessoal técnico para dar apoio à pesquisa; incentivar a participação de seus docentes em Congressos científicos, publicações internacionais, colaboração de pesquisa com outros centros, definir uma política de contratação docente, onde o tempo integral seja prioritário, e que as qualificações do docente a ser contratado seja compatível com as linhas de pesquisa já implantadas ou a implantar, incentivar iniciativas para organização de eventos científicos, etc.



      1. Departamento de Engenharia Elétrica:

Em relação ao ensino de Pós-graduação, deve-se mencionar que o Curso de Pós-graduação em Engenharia Elétrica da UNESP-Ilha Solteira terminou com seu processo de consolidação com a entrada em regime do Curso de Doutorado em Engenharia Elétrica. Assim, podemos considerar que o DEE faz o gerenciamento de um curso de Pós-graduação plenamente consolidado. O Curso

de Engenharia Elétrica já formou 22 doutores e 160 mestres até maio de 2006. Atualmente, existem 52 alunos regulares de doutorado e 78 alunos regulares de mestrado. Adicionalmente, no último triênio de avaliação da CAPES (2001-2002-2003) o Curso de Engenharia Elétrica foi avaliado com o conceito 5.

Os indicadores anteriores mostram que o Curso de Pós-graduação em Engenharia Elétrica da FEIS-Ilha Solteira já se encontra consolidado. Como consequência desse processo de consolidação, o DEE apresenta 7 professores classificados como Pesquisadores do CNPq sendo três deles classificados no nível 1. Assim, o DEE tem mais que 50% dos professores pesquisadores do CNPq da UNESP-Ilha Solteira. Deve-se observar também que a UNESP apresenta uma média de um pesquisador do CNPq por cada 10 professores, enquanto que o DEE apresenta

uma média de 2.2 pesquisadores do CNPq por cada 10 professores, isto é, o DEE apresenta uma concentração de pesquisadores que é mais do dobro que a média da UNESP. Esse indicador mostra que o DEE se encontra plenamente consolidado no ensino na Pós-graduação. Adicionalmente, o Curso de Engenharia Elétrica conta com um Grupo PET plenamente consolidado. Nos próximos anos, o ensino de Pós-graduação deve continuar com seu processo de consolidação.



      1. Departamento de Engenharia Mecânica:

O DEM iniciou o seu Programa de Pós-graduação em Engenharia Mecânica (PPGEM) em agosto de 1997. Desde então o número de alunos admitidos no programa, bem como o número de dissertações defendidas por ano tem aumentado gradativamente. Atualmente, o programa conta com 65 alunos regulares de mestrado e 38 alunos especiais. Considerando a infra-estrutura e o número de docentes engajados na Pós-graduação, o DEM tem como meta futura para os próximos 5 anos atingir uma média de 80 alunos regulares admitidos no programa e obter em média 30 defesas de dissertação por ano.

Outro grande desafio a ser atingido pelo DEM é a implantação do doutorado em seu programa de Pós-graduação. A meta é obter as condições, de acordo com a avaliação do programa pela CAPES, e implementar o doutorado nos próximos 4 anos.



      1. Departamento de Biologia e Zootecnia:

O Departamento está estudando a possibilidade de propor um Programa de Pós-graduação em Biologia.

O Departamento de Biologia e Zootecnia entende que atividades de difusão de conhecimentos envolvendo a atuação em Programas de Pós-graduação “stricto-sensu” são importantes e contribuem para o crescimento do departamento. Cabe salientar que, para a criação de qualquer Programa de Pós-graduação é extremamente importante a concretização das contratações que o Departamento de Biologia e Zootecnia está pleiteando.



      1. Departamento de Fitossanidade, Engenharia Rural e Solos:

Atualmente, Docentes do DEFERS participam dos Programas de Pós-graduação em Agronomia (Mestrado e Doutorado) e Engenharia Civil (Mestrado) e deverão manter as suas atuações.

      1. Departamento de Fitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Sócio-Economia:

O Departamento participa do Programa de Pós-graduação, nível de mestrado e doutorado. Os docentes do Departamento de Fitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Sócio-Economia, continuarão ministrando aulas na Pós-graduação - mestrado e doutorado - trabalhando sempre para melhoria e manutenção da qualidade de ensino.




    1. Compartilhe com seus amigos:
1   2   3   4   5   6   7   8   9   ...   14


©psicod.org 2017
enviar mensagem

    Página principal