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Nunes, C. e Folque, M. A. (2012). Perguntar para quê? As perguntas dos educadores e o pensamento autónomo das crianças. In Olga Magalhães e Maria Assunção Folque (org.), p. 463-479, I Jornadas de Investigação em Educação. Évora: Departamento de Pedagogia e Educação

Perguntar para quê? As perguntas dos educadores e o pensamento autónomo das crianças

Cidália Nunes

Agrupamento de Escola de Vila Nova de Milfontes, Odemira

cidaliaedu@gmail.com
Maria Assunção Folque

Universidade de Évora

mafm@uevora.pt

Resumo

O estudo pretendeu explorar os contributos da utilização de perguntas em situações dialógicas de grande grupo, nas aprendizagens das crianças. Esta problemática enquadra-se num quadro teórico da “psicologia sociocultural” através de autores como Vygotsky, Bruner, Wells, Mercer, segundo os quais a interação é crucial para desenvolvimento e aprendizagem.

Utilizaram-se dados de outra investigação (Folque, 2012) e recorreu-se à análise estatística para complementar a análise descritiva e interpretativa.

Os resultados indicam que a qualidade das perguntas continha não só um aspeto cognitivo mas também um aspeto social em que a relação de poder entre adulto-criança interfere ativamente na possibilidade de pensamento partilhado sustentado e na construção autónoma deste pensamento.

Da análise dos resultados, pretendeu-se retirar indicadores que permitam compreender como o uso de situações dialógicas de grande grupo, assumindo a comunicação interativa como fundamental, nomeadamente como a utilização de perguntas abertas por parte do adulto, é potenciador do desenvolvimento do pensamento autónomo da criança.




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