Morder o fruto amargo e não cuspir Mas avisar aos outros quanto é amargo



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Wallace

9º ano

Gramática

1º - Exercício

2015

1. (Enem 2014) Tarefa


Morder o fruto amargo e não cuspir

Mas avisar aos outros quanto é amargo

Cumprir o trato injusto e não falhar

Mas avisar aos outros quanto é injusto

Sofrer o esquema falso e não ceder

Mas avisar aos outros quanto é falso

Dizer também que são coisas mutáveis...

E quando em muitos a não pulsar

– do amargo e injusto e falso por mudar –

então confiar à gente exausta o plano

de um mundo novo e muito mais humano.
CAMPOS, G. Tarefa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1981.
Na organização do poema, os empregos da conjunção “mas” articulam, para além de sua função sintática,
a) a ligação entre verbos semanticamente semelhantes.

b) a oposição entre ações aparentemente inconciliáveis.

c) a introdução do argumento mais forte de uma sequência.

d) o reforço da causa apresentada no enunciado introdutório.

e) a intensidade dos problemas sociais presentes no mundo.

2. (Fuvest 2014) Avalie a redação das seguintes frases:





  1. O futebol conquistou um papel na sociedade tanto culturalmente como econômico e político.

  2. Os clubes buscam a expansão do número de associados bem como reduzir gastos com publicidade.

  3. Doravante tais fatos, fica claro que o futebol exerce uma grande influência no cotidiano do brasileiro.

  4. O técnico declarou aos jornalistas que, para o próximo jogo, ele tem uma carta na manga do colete.

a) Reescreva as frases I e II, corrigindo a falta de paralelismo nelas presente.















b) Reescreva as frases III e IV, eliminando a inadequação vocabular que elas apresentam.












TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

Ninguém se surpreendeu com a notícia de que Washington possui um poderoso sistema de espionagem, 1mas a revelação de sua amplitude por Edward Snowden criou um escândalo planetário. Nos Estados Unidos, a novidade foi recebida com apatia. Estão distantes os dias em que as escutas telefônicas provocavam a ira da população.

As revelações de Edward Snowden 2sobre a amplitude do programa de vigilância eletrônica da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) levantam a questão da intromissão das agências de inteligência dos Estados Unidos na vida dos cidadãos. Contudo, para além do registro de metadados a partir de linhas telefônicas e da navegação na internet, esse caso revela outra realidade, também preocupante: a maior parte dos norte-americanos aprova o controle das comunicações eletrônicas privadas. _________________________________________________.



3Esse consentimento perante a espionagem nem sempre existiu nos Estados Unidos. Algumas semanas antes do atentado de 11 de setembro de 2001, o jornal USA Today 4publicava a manchete: “Quatro em cada dez norte-americanos não confiam no FBI” (20 jun. 2001). Durante décadas, estudos sucessivos da Secretaria de Justiça mostraram a forte oposição da população às escutas telefônicas pelos poderes públicos. Entre 1971 e 2001, a taxa de desconfiança chegou a flutuar entre 70% e 80%. Mas os atentados contra o World Trade Center e o Pentágono e, em seguida, a guerra contra o terrorismo empreendida por George W. Bush mudaram o cenário e 5conduziram os norte-americanos a reconsiderar bruscamente a oposição secular à vigilância de cidadãos.

Após um século de grande oposição, a sociedade norte-americana aprendeu a renunciar a seu direito à confidencialidade. Para grande parte da população – sem lembranças desse passado não muito distante –, 6o medo do terrorismo amplamente difundido e a promessa de respeito aos direitos dos “inocentes” tornaram-se mais importantes que as aspirações à proteção da vida privada e das liberdades civis. O “deserto do esquecimento organizado”, segundo a expressão do sociólogo Sigmund Diamond, deixa o caminho livre para aqueles que desejam manter a ordem estabelecida.


PRICE, David. Caso Snowden: a história social das escutas telefônicas. (fragmento) In: www.noticiasdabahia.com.br, publicado em 21/08/2013.
3. (Pucrs 2014) Analise as possibilidades de inserção dos períodos a seguir na lacuna no final do segundo parágrafo.
1. Segundo pesquisa realizada pelo jornal Washington Post alguns dias depois das declarações de Snowden, 56% da população julgam que o programa vigilância eletrônica é “aceitável” e 45% acreditam que o Estado deve “ser capaz de vigiar os e-mails de qualquer pessoa na luta contra o terrorismo”.

2. Dados veiculados pelo jornal Washington Post, logo depois das revelações de Snowden, informam que 56% da população consideram “aceitável” o programa de vigilância eletrônica, pois, segundo 45% dos entrevistados, não é dever do Estado “vigiar os e-mails de qualquer pessoa na luta contra o terrorismo”.

3. Logo após as denúncias de Snowden, uma pesquisa realizada pelo jornal Washington Post confirmou que 56% da população rejeitam o programa vigilância eletrônica e que, para 45%, cabe ao Estado “vigiar os e-mails de qualquer pessoa para fazer frente ao terrorismo”.
O(s) período(s) que pode(m) completar a lacuna do segundo parágrafo, mantendo a coerência do texto, é/são, apenas,
a) 1. b) 2. c) 3. d) 1 e 2. e) 2 e 3.

4. (Fuvest 2013) Leia as seguintes manchetes:







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