Luis felipe bismarchi



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LUIS FELIPE BISMARCHI

ACELERANDO A TRANSFORMAÇÃO:

UM ENSAIO SOBRE BANCOS, MOEDAS, REDES E A TRANSIÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE

Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo para a obtenção do título de Doutor em Ciência Ambiental.


Orientadora: Profa. Dra. Maria Cecília Loschiavo dos Santos

Versão Revisada

(versão original disponível na Biblioteca da Unidade que aloja o Programa e na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP)

SÃO PAULO

2015

AUTORIZO A REPRODUÇÃO E DIVULGAÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESTE TRABALHO, POR QUALQUER MEIO CONVENCIONAL OU ELETRÔNICO, PARA FINS DE ESTUDO E PESQUISA, DESDE QUE CITADA A FONTE.



FICHA CATALOGRÁFICA

Bismarchi, Luis Felipe.

Acelerando a transformação: um ensaio sobre bancos, moedas, redes

e a transição para a sustentabilidade . / Luis Felipe Bismarchi

orientador : Maria Cecília Loschiavo dos Santos . –São Paulo, 2015.

164f.; 30 cm.


Tese (Doutorado em Ciência Ambiental) – Programa de Pós-

Graduação em Ciência Ambiental – Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo.

1. Sustentabilidade. 2. Bancos . I. Título.


Nome: BISMARCHI, Luis Felipe

Título: Acelerando a transformação: um ensaio sobre bancos, moedas, redes e a transição para a sustentabilidade

Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo para obtenção do título de Doutor em Ciência Ambiental.

Aprovado em: _________________

Banca Examinadora


Prof. Dr. ________________________________ Instituição: __________________


Julgamento: __________________________ Assinatura: __________________

Prof. Dr. ________________________________ Instituição: __________________


Julgamento: __________________________ Assinatura: __________________

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Julgamento: __________________________ Assinatura: __________________

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A todos que acreditam que somos capazes de construir nossa realidade


AGRADECIMENTO
Agradeço a Deus por todos os dias abençoados que tenho e pelas oportunidades que sempre me possibilitou aproveitar.

Aos meus pais, Oswaldo e Yolanda, que perto ou longe, presentes ou ausentes, sempre fomentaram em mim a capacidade de sonhar mundos e infinitas possibilidades, a liberdade de pensamento e o compromisso com um mundo melhor começaram pelos ensinamentos e exemplos que recebi de vocês!

Às minhas irmãs, Danielle e Ana Paula, pelas discussões de ideias e pelo apoio que me provocam sempre a buscar o desenvolvimento como pessoa, como estudante, como pesquisador e profissional.

Aos meus companheiros de Rotaract, Ana Paula, Bianca, Bruna, Doro, Ferdi, Fernando, Leniza, Luiz Otávio, Rafael, Raquel, Renan e Thiago, pela compreensão da minha ausência no período de elaboração deste trabalho e pelo exemplo inspirador de sinergia e compromisso com a construção real de uma sociedade mais sustentável.

À minha equipe à época de parte deste trabalho e amigos da CAIXA, Alice, Denise, Evelyn, Jonas, Mônica, Patrícia e Tânia, pela dedicação e disposição em testarmos diversas ações na busca do desenvolvimento. Vocês são exemplo de resiliência, compromisso e competências, fundamentais para transformarmos o mundo.

À equipe de Redes, Álysson, Amanda, Barna, Betinah, Dibb, Eduardo, Evelyn, Josué, Luciana, Max, Paula, Paulinha, Renata, Rodrigo, Sidão, Weber, os pioneiros de um processo que se propôs a nascer desbravador, agradeço pela coragem, confiança, dedicação com que abraçaram nossa diferente proposta de selecionar, capacitar, executar e gerir um processo que, hoje, está sob a gestão atenta, dedicada e competente do Daniel. Estendo esse agradecimento à Regina Célia, Cida, Cecília e Danniel pelo apoio desde o início.

Aos meus antigos gestores, Cláudia, Marlon e Marli, por todo apoio que recebi e pela paciência que tiveram comigo e com minhas ideias, além dos muitos ensinamentos.

Ao Juliano, Rogério e Neuracy, pela amizade, a paciência e a generosidade em compartilharem comigo suas espetaculares equipes, entre eles, Cristiana, Dadá, Dani, Elaine, Euber, Gino, Jean, Lindo, Lú Alves, Michelle, Oscar, Paulinha, Rodrigo Salgado e Tiago.

À Luciana Oliveira, pela amizade sincera, pelas muitas horas de riquíssimas discussões, pelos diversos exemplos no dia a dia e pelo ensinamento pelo exemplo, como inspiração, de que é possível garantir a excelência na condução de um processo altamente complexo e relevante sendo extremamente humana, sensível às pessoas e sua individualidade e talentos. Muito obrigado também por bravamente proteger e fomentar minhas ideias e iniciativas muitas vezes na contramão do status quo, permitindo os experimentos, o teste, a inovação e a ousadia. Espero que muitos tenham a oportunidade de trabalhar com pessoas parecidas com você e, assim, estarei certo que podemos prosperar na transformação do mundo.

A todos os muitos outros amigos da CAIXA, entre eles, Adriana, Ailton, Ariane, Cássia, Cláudio, Cristiane, Diana, Jalber, Márcia, Mariana, Marilei, Miriam, Neuber, Paulo, Rodrigo Bina, Simone, Thayssa, Valéria, Valeska pela paciência, dedicação, contribuição, apoio e motivação ao longo da jornada desta tese e nos desafios do dia a dia.

A todos os muitos amigos de longa data, como a Marília Rodrigues, que contribuíram para a elaboração deste trabalho, compartilhando experiências e ideias, além da compreensão e paciência que me foram sempre dedicadas.

À minha orientadora, professora Maria Cecília Loschiavo dos Santos, pelo carinho, a paciência e a dedicação desde o mestrado e ao longo deste outro projeto.

Ao professor Derk Loorbach, pela generosidade, dedicação e incalculável contribuição para o embasamento e a construção deste trabalho.

Ao professor Ricardo Abramovay pelas críticas, sugestões e opiniões dadas desde meu mestrado e que sempre enriquecem o pensamento e os trabalhos provenientes dele.

Às professoras Ana Cristina Limongi-França e Sylmara Lopes Francelino Gonçalves Dias pelo apoio, generosidade e críticas que ajudaram a construir e aprimorar este trabalho.

Aos professores Antonio Cesar Amaru Maximiano e Roberto Troster pelas críticas feitas a este trabalho quando da minha qualificação e que contribuíram para o meu desenvolvimento.

Ao professor Armindo dos Santos de Sousa Teodósio que, juntamente com as professoras Cecília, Sylmara e Cri Limongi e com o professor Derk, integrou minha banca examinadora e trouxe diversas reflexões, ideias e provocações para o meu aprendizado e desenvolvimento.

À equipe da secretaria do PROCAM-USP, especialmente o Luciano e a Júlia, pela paciência e disposição em responder às minhas mais variadas dúvidas.

À USP, por toda a estrutura que me é fornecida, tanto de formação intelectual desde a graduação até aqui, quanto de recursos para pesquisas e materiais acadêmicos necessários para o desenvolvimento deste trabalho.

“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”.


Chico Xavier

BISMARCHI, Luis Felipe. Acelerando a transformação: um ensaio sobre bancos, moedas, redes e a transição para a sustentabilidade. 2015. 164f. Tese (Doutorado em Ciência Ambiental) – Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental – Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015.


RESUMO


A crise de 2008 deflagrou uma onda de questionamentos em relação à contribuição social dos bancos dada às inovações financeiras que atendiam desejos gananciosos enquanto milhões de pessoas continuavam excluídas de crédito e de cidadania, tem-se aí um quadro de crise de legitimidade. O desafio da sustentabilidade se torna cada vez mais popular, fazendo com que a crescente preocupação com os impactos socioambientais das nossas ações seja incorporada ao conjunto de valores da sociedade com impacto, também, sobre a licença social para os bancos existirem, dado que por trás de muitos empreendimentos que devastam nossos capitais social e natural tem o financiamento bancário. O que fazer perante uma crise desta? Trabalhar para retornar ao estado anterior à eclosão do problema ou assumir a responsabilidade para a mudança? Esta tese visa a olhar como os bancos podem responder aos desafios deste cenário de convergências de crise (notadamente, uma econômica e outra ambiental). Mostramos que ao adotarem a transição para a sustentabilidade como negócio central implicando em práticas que não parecem economicamente atraentes (ou responsável), como o financiamento para atingir uma escala ótima de produção e consumo, o fomento ao decrescimento ou à estabilização para manter esta escala, o uso de moedas complementares junto a moedas convencionais e a organização de processos em rede, na verdade, estão desenvolvendo e explorando a nova fonte de vantagem competitiva e de manutenção dos bancos a longo prazo, trazendo diversos benefícios para a empresa e para a sociedade, numa verdadeira relação simbiótica.



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