Knowledge of adolescents about the benefits of physical exercises for mental health



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Participantes (N)

Porcentagem (%)

MUITO ATIVO

38

12,6

ATIVO

175

57,9

IRREGULARMENTE ATIVO A

30

9,9

IRREGULARMENTE ATIVO B

38

12,6

SEDENTÁRIO

21

7,0

TOTAL

302

100%

Quando analisamos a associação entre o conhecimento e o questionário IPAQ (Gráfico 1), observou-se que indivíduos mais ativos possuíam um maior conhecimento acerca dos benefícios do exercício físico para a saúde mental. Este resultado foi estatisticamente significativo, P = 0,002 no teste Kruskal Wallis. O teste de Dunn indicou diferenças significativas entre a categoria “sedentário” e as categorias “muito ativo”, “ativo” e “irregularmente ativo A”. As menores pontuações foram obtidas em indivíduos irregularmente ativos do grupo B e em sedentários.



Gráfico 1 – Distribuição de pontos obtidos na avaliação do nível de conhecimento, associado com o nível de atividade física realizada pelos participantes. Teste Kruskal-Wallis, P = 0,002.

Com relação à comparação e interpretação entre o nível socioeconômico dos participantes e o nível de atividade física praticada, e a correlação entre o nível de conhecimento dos participantes com o nível socioeconômico, encontrou-se um p > 0,05, não sendo este resultado, estatisticamente significativo.

DISCUSSÃO

Os resultados encontrados nesse estudo sugerem que o conhecimento dos adolescentes acerca dos benefícios do exercício físico para a saúde mental influenciam no hábito da prática de atividade física. Os participantes considerados mais ativos apresentaram um maior conhecimento em relação aos proveitos do exercício físico sobre a saúde mental, p = 0,002.

Venâncio et al.32, ao avaliarem o excesso de peso, o nível de atividade física e os hábitos alimentares em escolares, verificaram a seguinte questão: os estudantes classificados como obesos, possuíam um alto nível de conhecimento sobre nutrição e práticas alimentares não saudáveis. Assim, o conhecimento do escolar não favoreceu a execução de hábitos nutricionais adequados. Ao oposto, no presente estudo, o conhecimento sobre as vantagens do exercício físico à saúde mental, e sobre os diversos sistemas orgânicos, oportunizou ao púbere a prática de hábitos mais saudáveis quanto à prática de esportes, atividades e exercícios físicos.

Um estudo de Serafim et al.33, que analisou a influência do conhecimento sobre o estilo de vida saudável no controle da pressão arterial dos indivíduos, demonstrou que o entendimento referente à perda de peso corporal, foi uma condição determinante para o controle adequado da hipertensão. O presente trabalho corrobora com esse estudo, onde o conhecimento adquirido pelo adolescente favoreceu a prática regular de atividade física. Sendo que os indivíduos classificados como sedentários demonstraram um menor conhecimento referente ao tema. Diante disso, reforça-se a iniciativa e importância das intervenções em educação e saúde.

Entretanto, em adolescentes, só o conhecimento não resulta na transformação do comportamento ou nas mudanças no hábito ou estilo de vida. Neste aspecto, as intervenções em educação em saúde devem considerar a individualidade e o contexto social dos púberes, tendo a função de estimular comportamentos, valores, atitudes, criatividade e a reflexão dos adolescentes34.

Na literatura, existem poucos estudos relacionados à atividade física e a intervenção em saúde dos escolares35. Assim, esse trabalho projeta um olhar para a necessidade e o intuito de criar e propor intervenções, informar e socializar os jovens ao hábito saudável da prática de exercício físico. Assim como despertar no púbere o interesse pelo entendimento e conhecimento dos benefícios do exercício para a saúde mental e do corpo. Os resultados do presente estudo possibilitam fundamentar políticas públicas e subsidiar a prática clínica dos profissionais de saúde, sobretudo nos aspectos que compreendem a educação, a prevenção e a promoção em saúde mental.

Nesse trabalho, a relação entre o nível de atividade física e o nível socioeconômico dos participantes não foi estatisticamente significativa. Estudos que investigaram a ligação entre atividade física e classe social se depararam com os mais diferentes resultados. Características físicas, sociais e ambientais das populações, além dos vários questionários utilizados e disponíveis na literatura, contribuem para grande variabilidade das conclusões36.



Um estudo de Sousa et al.37, que objetivou identificar a relação existente entre o nível de atividade física e o nível socioeconômico de adolescentes escolares, concluiu que indivíduos classificados como mais ativos, pertencem às classes econômicas mais baixas, enquanto que os participantes menos ativos, são condizentes as classes sociais mais elevadas38.

Souza et al.39 explica que os adolescentes das classes socioeconômicos mais pobres, utilizam a caminhada e a bicicleta como meio de transporte na sua locomoção diária. Relata também que os sujeitos do sexo feminino das classes inferiores, estão mais envolvidos com as atividades domésticas diárias do lar. Estes aspectos podem contribuir para a justificativa do nível elevado da prática de atividade física das classes sociais menos favorecidas40.

Ao correlacionar o conhecimento dos jovens com o nível socioeconômico dos mesmos, também não foi possível encontrar significância estatística. Determinado estudo que comparou adolescentes escolares da rede pública e privada, referente ao conhecimento apropriado sobre os métodos contraceptivos, evidenciou baixa ligação do conhecimento com a variável da classe econômica. O mesmo justificou que os indivíduos pertencentes a melhores classes sociais, possuem melhor acesso às referências seguras e com propriedades. No entanto, essas informações podem não ser o bastante e suficientes para determinar nível de conhecimento41. O presente estudo corrobora com tal análise. Todos os participantes da pesquisa pertenciam a uma escola da rede pública. Assim, evidenciamos que mesmo os integrantes das classes econômicas desfavorecidas, dispõem de acesso à informação, sobretudo nas mídias e redes sociais com o uso da internet42.

Os benefícios da prática regular de exercício físico já são bem evidenciados e descritos na literatura21-22. O mesmo previne o excesso de peso, a obesidade, ajuda a reduzir e controlar os níveis de pressão arterial, os níveis de colesterol, controla o diabetes, melhora a autoestima, diminui a ansiedade, a depressão, regula o sono, fortalece o sistema musculoesquelético, além de induzir a plasticidade cerebral24-25. Desta maneira, a maioria dos profissionais que trabalham na área da saúde encontra-se familiarizadas com tais benefícios, diferentemente do leigo, que nem sempre possui esse conhecimento43.

Neste estudo, 44,4% dos participantes relataram não praticar nenhum tipo de exercício físico. A porcentagem de meninas que não praticam é de 55%, contra 25% dos meninos, salientando que os meninos praticam mais atividade física do que as meninas. Também, em porcentagem, ocorre uma redução da prática de exercício físico ao longo dos anos do ensino médio.

Um estudo de Hallal et al.44, que avaliou atividade física na adolescência e os seus benefícios a saúde, evidenciou uma taxa de prevalência de sedentarismo de 58,2%. Na pesquisa o sedentarismo estava associado ao sexo feminino, ao nível socioeconômico, a ter mãe inativa e ao tempo diário assistindo à televisão. A presente pesquisa corrobora com esse estudo, estando às taxas de sedentarismo ou inatividade física bem próxima às lá encontradas. Também em nosso estudo concluímos que a taxa de sedentarismo é maior no sexo feminino. Neste aspecto são necessárias intervenções, ações, estratégias de combate à inatividade física, estimulando os jovens a praticar exercício físico e arquitetando espaços onde o mesmo possa ser realizado45.

Apesar de 19,2 %, dos participantes do estudo fazerem uso de medicamentos contínuos, apenas 3,6 % destes, usam drogas psicotrópicas. Diversas pesquisas têm demonstrado a ocorrência de doenças mentais em adolescentes46. A OMS47 estima uma prevalência de 10 % a 20%. Netto et al.48 ressalta que o uso inapropriado de psicofármacos provoca reações adversas, tolerância e dependência. Neste sentido, torna criterioso o uso dessas drogas, sobretudo em adolescentes que estão em estado de profundas transformações e construções de um cérebro adulto maduro49.

Buscando uma terapêutica conservadora, ou mesmo auxiliar à terapia medicamentosa, cabe aos familiares, educadores e aos profissionais da saúde a função de informar sobre os benefícios do exercício físico a saúde dos adolescentes49.

Araújo et al.50 demostraram que o mesmo é um coadjuvante do tratamento medicamentoso, agindo de maneira positiva sobre os estados de ansiedade e depressão. O exercício físico promove a saúde mental no adolescente, reduzindo a necessidade de medicamentos, os gastos em saúde pública e os riscos de futuras doenças mentais50.

Assim, esse estudo mostrou que o conhecimento do adolescente sobre os benefícios do exercício físico a saúde mental, pode influenciar positivamente em seus hábitos saudáveis e estilo de vida. Deste modo, a educação em saúde é fundamental para proporcionar conhecimento e levar informação aos jovens, e o incentivo a prática de exercício físico é essencial para o bem-estar mental.

CONCLUSÃO

O conhecimento dos adolescentes acerca dos benefícios do exercício físico à saúde mental oportuniza e incentiva a prática regular de exercício físico, independente da classe social. Os resultados sugerem que o conhecimento pode ser um fator protetor contra o sedentarismo e a inatividade física.

AGRADECIMENTOS

Ao Programa de Residência Multiprofissional em Saúde do Adolescente da Universidade Federal de São João del-Rei, Campus Centro-Oeste Dona Lindu.
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