Irene da cruz santos


UMA INICIATIVA CONTRA A DEPENDENCIA QUÍMICA



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3 UMA INICIATIVA CONTRA A DEPENDENCIA QUÍMICA

O profissional de Serviço Social deve cada vez mais, buscar conhecimentos específicos, sobre a questão de dependências químicas, para, assim acompanhar seu processo de recuperação, para assim poder aplicar novos planejamentos, “que permitam o resgate da identidade, da autonomia e emancipação, perpassadas pela proposição do fortalecimento humano/social” (KERN, 2001).

Esse é um dos fenômenos juvenis que mais causa preocupações nos pais e professores, além de ser um dos maiores, também, em relação a gastos com justiça e saúde, além de várias dificuldades familiares.

Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), a dependência química define-se como: “Um conjunto de fenômenos fisiológicos, comportamentais e cognitivos, no qual o uso de uma substância ou de uma classe de substâncias alcança uma prioridade muito maior para um determinado indivíduo que os outros comportamentos que antes tinham maior valor” (OMS, 1993, p.313).

Com o crescente aumento do uso das substâncias químicas, não só por adolescente, mas por grande parte da sociedade, governos e sociedade civil se vem forçados a criar métodos de tratamento eficazes e capazes, a fim de organizar reinserção destes indivíduos à sociedade. Mas esta não pode ser realizada de qualquer forma, deve ser pensada em equipe, organizada e aplicada, agregando-lhe condições de dignidade humana e não mais opressão, como estes, geralmente, são vistos. Diante disso, faz-se necessário entender que “o dependente químico, assim como qualquer outro paciente, precisa ser respeitado e atendido com atenção. Atitudes preconceituosas criam distanciamento e pioram o prognóstico” (BORDIN; FIGLIE; LARANJEIRA, 2004).




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