Investigating reasons a youngster refuses do take drugs: subsidies to prevent the drugs in the school


Keywords: school, adolescents, cerebral health, drugs prevention. Introdução



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Keywords: school, adolescents, cerebral health, drugs prevention.

Introdução

A escola como espaço social contribui para a formação do ser humano em todos os seus múltiplos aspectos – os biopsicossociais, ou seja, colabora com atividades educativas para o desenvolvimento e a manutenção da saúde das pessoas. Dentre estes, o principal item trabalhado na escola é a saúde preventiva, que procura aliar informação e conhecimento para evitar as doenças físicas, as psicológicas e as sociais. Mesmo assim, nos últimos anos, os meios de comunicação anunciam uma elevação no número de jovens estudantes usuários de drogas no Rio Grande do Sul, principalmente em Porto Alegre. Isto incentiva a intensificar o trabalho preventivo, desde o início da educação básica, sendo importante a sensibilização de toda a comunidade.

Os efeitos, alterações e lesões neurológicas provocadas pelas drogas no organismo humano podem ser mais compreendidos a partir de uma revisão na literatura referente à Anatomia e Fisiologia do Sistema Nervoso de um indivíduo saudável. Por isto foi aprofundado o estudo do Sistema Nervoso Central, destacando o cérebro, juntamente com os neurônios e os neurotransmissores. Esse estudo permite estabelecer relações indicando a importância de preservar a funcionalidade do cérebro para ter uma mente brilhante e criativa, condição indispensável para a saúde plena.

Assim, a pesquisa teve como base a busca de compreensão sobre os efeitos e lesões das drogas na neurofisiologia humana. Certamente existem muitas propostas de prevenção descritas e aplicadas nas escolas, oscilando o enfoque de acordo com as concepções dos autores proponentes, pois, segundo Damásio (1996, p.291), “cada cérebro é único por possuir experiências próprias, valores diferenciados, aprendizagens diferentes, motivação e emoção próprias de acordo com sua história de vida”. Dessa forma, considerando que cada escola tem a sua própria realidade, convém acrescentar: “Compreender a mente humana e o comportamento produzido inclui considerar seu contexto social e cultural”. (DAMÁSIO, 1996, p.292).

Considerando essa problemática, foi desenvolvida uma pesquisa qualitativa (HIDALGO, 2004) junto a alunos de algumas turmas de 3o ano do ensino médio de uma escola estadual, em Porto Alegre/RS. Ao contrário do que se focaliza comumente, foi investigada a realidade dos adolescentes não usuários de drogas, na expectativa de identificar os motivos que levam os jovens a recusá-las. A metodologia de análise utilizada foi uma análise de conteúdo com abordagem qualitativa (MORAES, 1999), pela qual, a partir dos depoimentos, foi possível realizar uma categorização, evidenciando aspectos relevantes para fundamentar a construção de uma proposta interdisciplinar de prevenção às drogas na escola. Mas isto envolveu um repensar sobre toda essa problemática, retomando-se os resultados sob um novo olhar. Trata-se de uma situação grave, à qual muitos estão expostos, e a contribuição dos depoimentos de jovens que argumentaram sobre as razões para RECUSAR o uso de drogas pode atualizar discussões neste sentido.

Os depoimentos apresentados foram organizados em quatro categorias, conforme as suas respectivas sub-categorias: o jovem e a informação (informações sobre drogas e consciência do adolescente quanto aos riscos), o jovem e a família (relações familiares, parente ou amigo dependente ou ex-dependente de drogas, educação familiar), o jovem e os valores (responsabilidade com a própria vida, medo de ficar dependente de drogas, coragem de recusar, desinteresse em experimentar drogas, liberdade pessoal, auto-estima elevada, valores morais e fé em Deus), o jovem e a prevenção (estilo de vida saudável, preferência pelos esportes, grupo de amigos não usuários de drogas, personalidade individual). Assim, inicialmente, serão apresentadas e discutidas neste texto as quatro categorias construídas a partir da análise, com um convite à reflexão do leitor sobre medidas preventivas à drogatização de adolescentes.






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