Introdução 2 o estudo da espiritualidade nas ciências humanas 2



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Sumário


1 Introdução 1

2 O estudo da espiritualidade nas ciências humanas 2

3 O estudo da espiritualidade na Psicologia 6

3.1 William James 6

3.2 Sigmund Freud 8

3.3 Carl Gustav Jung 11

3.4 Viktor Frankl 14

4 Estudos da espiritualidade na Psicologia Transpessoal 19

4.1 Origens e delimitação do campo de estudos 19

4.2 Desenvolvimento teórico da espiritualidade 22

4.2.1 Transcendência 23

4.2.2 Consciência 24

4.2.3 Valores 26

4.2.4 Experiências transpessoais 27

4.2.5 Estados alterados de consciência (EAC) 28

5. Perspectivas da espiritualidade na Psicologia 29

Referências bibliográficas 31




PSICOLOGIA TRANSPESSOAL


1 Introdução

Este ensaio temático tem por finalidade o estudo da Psicologia Transpessoal, como teoria atual que se propõe a investigar a espiritualidade humana, a qual é considerada neste trabalho como uma dimensão central da conduta humana. Primeiramente, será feito um estudo preliminar sobre a espiritualidade analisada por áreas afins à Psicologia. Posteriormente, já na Psicologia, serão desenvolvidas as posições de alguns autores mais emblemáticos, que contribuíram de forma efetiva para o aprofundamento da discussão da espiritualidade humana, e antecederam a psicologia transpessoal. A partir desse pequeno contexto histórico-documental, aprofundaremos o estudo da sub-área da Psicologia Transpessoal.


A espiritualidade, enquanto objeto de estudo, tem representado uma dimensão pouco explorada na psicologia, sendo relegada a uma posição secundária, sem importância no comportamento saudável. Para uns, sua influência é considerada funesta, criando ilusões e impedindo que o ser humano se desenvolva de forma madura (principalmente por S. Freud). Para outros, a fé é saudável e benéfica, e a dimensão espiritual pode representar um relevante aprendizado e um desenvolvimento humano mais integral.
A posição de rejeição aos aspectos religiosos marca toda a época moderna e, talvez, seja ainda resquício de quando surgiu a ciência como um saber mais verdadeiro e mais desenvolvido do que o conhecimento religioso. As modernas sociedades urbanas criticam a religião e mostram seus mitos como lendas e fantasias coletivas de povos subdesenvolvidos e primitivos (DIAZ, 1992). Com Descartes funda-se a modernidade e passa a ser valorizada a racionalidade. Os mistérios e mitos divinos já não prometem revelar a verdade do universo, mas a ciência sim, o faz na sua concepção de um mundo regido por leis previsíveis e mensuráveis.
No final do século XVI e início do século XVII, houve o que foi chamada de revolução científica. Nomes como Copérnico, Kepler e Galileu deram força para essa reviravolta no mundo das idéias. A ciência emerge e intenta liberar-se de um caldo [sic] onde se amalgamavam misticismo, hermetismo, astrologia e magia (REALE, 1991). Quando ciência e religião se separam, distingue-se claramente duas visões de mundo e duas concepções da realidade. Os cientistas tomam para si a descrição verdadeira da realidade, de suas causas e explicações. E os religiosos tomam a essência das coisas, representando para a humanidade o sentido último das verdades que proclamam.
A religião esteve presente na origem da ciência, como um modo de conhecer o mundo e de fazer previsões e controles. Conforme a ciência foi avançando nas suas descobertas, foi criticando e rejeitando o pensamento mágico até o ponto em que resulta difícil imaginar como algum dia estiveram entrelaçados. Como diz DURKHEIM (1989), se as filosofias e as ciências nasceram da religião, é porque a própria religião se fazia de ciência e de filosofia.
Mas no bojo da compreensão religiosa do mundo estava o cosmos grego, com sua fecundidade inesgotável, de onde se manifesta o divino (QUEIRUGA, 1989). E desse romantismo, começa a se diferenciar um mundo percebido como um lugar humano, por excelência, onde se trabalha e se transforma. O cosmocentrismolugar ao antropocentrismo, e a trindade Deus-homem-mundo fica reduzida à dualidade homem-mundo (LOWITH citado por QUEIRUGA, 1989).
Esse período histórico de rompimento e afastamento da religião como cosmovisão, sinaliza como seriam os tempos da modernidade, e a futura vivência da religiosidade. Cabe salientar que a religião e o conhecimento teológico eram fundidos à ciência e ao conhecimento científico. Conforme a humanidade foi desenvolvendo sua racionalidade e espiritualidade, estas tomaram seus postos como dimensões autônomas. A racionalidade, enquanto habilidade humana, tem-se desenvolvido de forma extraordinária através da técnica, da ciência e da tecnologia, transformando radicalmente a estrutura da vida humana. E aqui nos perguntamos, e a espiritualidade enquanto dimensão da experiência humana têm encontrado guarida para seu desenvolvimento?




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