Instituto jurídico do aconselhamento emocional deve ser privilegiado



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Instituto jurídico do aconselhamento emocional deve ser privilegiado

Jones Figueirêdo Alves. Desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco. Diretor Nacional do IBDFAM. Autor de obras jurídicas.

Fonte: Conjur.

Um Direito de Família mais avançado tem instituído, recentemente, por diversos normativos legais, inclusive pelo novo Código de Processo Civil, um novo instituto jurídico que se apresenta em lugares privilegiados para a consecução dos seus próprios fins. É o aconselhamento emocional, como instituto jurídico edificante de soluções dirigidas a dirimir os conflitos familiares de forma personalizada.

O “Emotional Counseling” reclama sua teorização jurídica como um processo em virtude do qual os envolvidos aprofundam as razões subjacentes dos seus conflitos, em busca de construir resultados positivos de superação.

Mais precisamente, o “Counseling” enquanto técnica situacional de psicologia servindo a um processo de tomada de decisões, notadamente nas relações interpessoais, com diálogos e reflexões, tem incursionado no mundo jurídico a serviço da eficiência processual, ganhando foros de juridicidade pela moldura jurídica que contempla a sua atividade. Vejamos:

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