Instituto de Educação Infantil e Juvenil 8



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Instituto de Educação Infantil e Juvenil 8º ano

____________, 201_. Londrina, ______ de _______________________________

Nome: ____________________________________________________________

Tempo Início: __________ Término: __________ Total: ________________

Área do Conhecimento: ARTE

neoclassicismo

Nas duas últimas décadas do século XVIII e nas três primeiras do século XIX, uma nova tendência estética predominou nas criações dos artistas europeus. Trata-se do Neoclassicismo (neo = novo), que expressou os valores próprios de uma nova e fortalecida burguesia, que assumiu a direção da Sociedade europeia após a Revolução Francesa e principalmente com o Império de Napoleão.

Nas palavras de Edgar Allan Poe “a glória que foi a Grécia, e a grandeza que foi Roma”. Esse reviver do austero Classicismo na pintura, na escultura, na arquitetura e no mobiliário constituiu uma clara reação contra o enfeitado do estilo rococó.

O século XVIII tinha sido a Idade das Luzes, quando os filósofos pregavam o evangelho da razão e da lógica. Essa fé na lógica levou à ordem e às virtudes “enobrecedoras” da arte neoclássica.

O iniciador da tendência foi Jacques-Louis David  pintor e democrata francês que imitava a arte grega e romana para inspirar a nova republica francesa. A Arte “politicamente correta” era séria, ilustrando temas da história antiga ou da mitologia, em vez da frivolidade rococó.

Em 1783, a mania da arqueologia varreu a Europa, à medida que as escavações em Pompéia e Herculano ofereciam a primeira visão da arte antiga bem preservada levaram ao exagero da imitação da vida grega da antiguidade.



A linha mestra do estilo neoclássico eram as figuras severas, desenhadas com exatidão, que apareciam em primeiro plano, sem a ilusão de profundidade dos relevos romanos. A pincelada era suave, de modo que a superfície da pintura parecia polida e as composições eram simples, para evitar o melodrama rococó. Os fundos, em geral, incluíam toques romanos, como arcos ou colunas, e a simetria e as linhas retas substituíam as curvas irregulares. As antigas ruinas também inspiraram arquitetura. Imitações dos templos gregos e romanos se multiplicaram da Rússia à América. O pórtico do Panteon de Paris, com colunas e cúpulas coríntias, copiava exatamente o estilo romano. Em Berlim, o portão de Brandenburgo era a réplica da entrada da Acrópole de Atenas, com uma carruagem romana em cima.

Resumem-se as principais características:

  • Retorno ao passado, pela imitação dos modelos antigos greco-latinos;

  • Academicismo nos temas e nas técnicas, isto é, sujeição aos modelos e às regras ensinadas nas escolas ou academias de belas-artes;

  • Arte entendida como imitação da natureza, num verdadeiro culto à teoria de Aristóteles;

  • Estilo sóbrio, antidecorativo, linear, antissensual, volta-se ao desenho, simplicidade da natureza, nobre, sereno, histórico.




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