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2 DESENVOLVIMENTO

A Psicologia pode ser conceituada como o estudo da mente do ser humano. Ela faz isso através do estudo do comportamento, das atitudes, pensamento e aprendizagens do mesmo. Por isso pode-se dizer que dentro da Psicologia, é de extrema importância que o profissional seja uma pessoa totalmente aberta e disponível à aprender, e a viver diferentes tipos de situações.

Por ser uma profissão a qual lida com pessoas, os seus problemas, dilemas e conflitos, tudo isso faz parte da rotina, é preciso que esse profissional entenda o multiculturalismo na sociedade em que vive, para que assim possa conhecer seus pacientes dentro de sua origem, como grupo e compreender sua evolução. Mas nem sempre a Psicologia foi considerada uma profissão. Essa é uma área recente e ao mesmo tempo muito antiga. Pois existe há vários anos, mas foi reconhecida como ciência e profissão hà pouco mais de 50 anos. Por isso, para que seja possível o entendimento da profissão é fundamental que se conheça sua história, suas teorias, áreas e pessoas que fizeram com que essa profissão fosse de fato consagrada.

A história do pensamento humano tem um momento áureo na Antiguidade, entre os gregos, particularmente no período de 700 a.C. até a dominação romana, às vésperas da era cristã (BOCK, FURTADO E TEIXEIRA, 2008). Mas é com Sócrates (469-399 a.C.) que as ideias sobre o mundo psicológico ganharam certa consistência. Sua principal preocupação era com o limite que separa o ser humano dos animais. Dessa forma, postulava que a principal característica humana era a razão (BOCK, FURTADO e TEIXEIRA, 2008).

Segundo Bock, Furtado e Teixeira (2008), o filósofo Platão (427-347 a.C.), discípulo de Sócrates, formulou a teoria platônica, que postulava a imortalidade da alma e a concebia separada do corpo. Já Aristóteles (384-322 a.C.), discípulo de Platão, formulou a teoria aristotélica, que afirmava a mortalidade da alma e sua relação de pertencimento ao corpo.

Vilela, Ferreira e Portugal (2011), ressaltam que Wilhelm Wundt (1832-1920) é normalmente considerado, na historiografia da Psicologia, como o fundador da Psicologia científica, título este que está diretamente relacionado ao fato de ter criado, em 1879, o Laboratório de Psicologia na Universidade de Leipzig, na Alemanha. No Brasil a Psicologia foi reconhecida como profissão em em 27 de agosto de 1962 pela lei Lei 4.119. Após ser considerada uma ciência, várias teorias à respeito da mente humana e de formas de investigação foram surgindo.

O Behaviorismo que surgiu a partir do interesse de Watson no estudo do comportamento. Ele propõe que a Psicologia seja uma ciência empírica e que leve a generalizações amplas sobre o comportamento humano, mantendo-se a uniformidade do procedimento experimental, para que os experimentos dos psicólogos possam, assim como os dos físicos e químicos, ser replicados em qualquer laboratório (VILELA, FERREIRA e PORTUGAL, 2011).

A primeira fase do trabalho de Watson é marcada por um grande interesse na Psicologia animal. O trabalho com animais visa responder a perguntas que poderiam ser generalizadas ao comportamento humano. Porém, preocupado em dar ao behaviorismo um valor prático, que ultrapassasse as barreiras dos laboratórios acadêmicos, Watson estende seus estudos aos sujeitos humanos. Mais tarde, na década de 1920, o interesse do autor muda para o estudo de crianças. Watson propôs que, ao nascer, a criança conta com apenas três reações básicas: amor, raiva e medo (VILELA, FERREIRA e PORTUGAL, 2011).

Em seu livro de 1924, Behaviorismo, o autor contextualiza e define o behaviorismo como um sistema de Psicologia, mas como uma aproximação metodológica aos problemas da mesma. Além disso, apresenta conceitos como "estímulo" e "resposta", mostrando como uma resposta pode ser condicionada a um estímulo específico, que tipos de respostas podemos apresentar, e dedica algumas páginas para tratar dos reflexos condicionados, estudados por Ivan P. Pavlov, que foi um dos maiores influenciadores de seu trabalho a partir de 1916. (VILELA, FERREIRA e PORTUGAL, 2011).

O mais importante dos behavioristas que sucedem Watson é Skinner (1904-1990), a base da corrente Skinneriana está na formulação do comportamento operante (Fracasso, 2016). O comportamento operante, o que propicia a aprendizagem dos comportamentos é a ação do organismo sobre o meio e o efeito dela resultante - a satisfação de alguma necessidade, ou seja, a aprendizagem está na relação entre uma ação e o seu efeito. Esse comportamento operante pode ser representado por R, que é a resposta, e por S, que é o estímulo reforçador (FRACASSO, 2016).

Segundo Fracasso (2016), no comportamento respondente (de Pavlov), a um estímulo segue-se uma resposta. No comportamento operante (de Skinner), o ambiente é modificado e produz consequências que agem de novo sobre ele, alterando a probabilidade de ocoorrência futura semelhante.

Contrapondo-se ao Behaviorismo que centra a sua atenção no comportamento humano, o cognitivismo propõe analisar a mente, o ato de conhecer; como o homem desenvolve seu conhecimento a cerca do mundo, analisando os aspectos que intervém no processo "estímulo/resposta" (SANTOS, 2016)

Segundo Santos (2016), a abordagem cognitivista, apesar de ter surgido quase no mesmo período que o behaviorismo, teve grande efervescência nos anos de 1990, resgatando estudo teóricos da Psicologia Cognitiva como aqueles desenvolvidos por Piaget e Vigotsky. Estes teóricos não desenvolveram propriamente uma teoria da aprendizagem, mas seus estudos serviram de pressuposto para teóricos do campo educacional, que se apropriando desse referencial elaboraram e desenvolveram a teoria da aprendizagem denominada de Construtivismo.

Outra teoria que surgiu mais tarde foi a da Gestalt, também conhecida como a Psicologia da Forma. O ser humano deve ser compreendido como um todo, com os seus fatos psíquicos, condutas e personalidade. Gestalt é um movimento da Psicologia Experimental, que teve sua origem na época da primeira guerra mundial. Teve significantes contribuições para os estudos de percepção e solução de problemas (NETTO, 2004).

Pesquisadores alemães como Kurt Koffka, Wolfgang Kohler e Max Wertheirner, começaram estudando os caminhos dos quais as percepções são formadas e como os processos são determinados pelo contexto, configuração e sentido, melhor que pela simples acumulação de elementos sensoriais (NETTO, 2004).

Uma das principais teorias e uma das mais utilizadas é a Psicanálise que, segundo Lopes (2016), caracteriza-se como uma corrente da psicologia que busca o fundamento oculto dos comportamentos e dos processos mentais, com o objetivo de descobrir e resolver os conflitos intra-psíquicos geradores de sofrimento psíquico.

Uma das mais imporantes descobertas de Freud é a de que há uma sexualidade infantil: o psiquismo humano forma-se a partir dos conflitos que, desde o nascimento, confrontam os instintos sexuais e a realidade. Outra descoberta importante é a de que a nossa mente consiente não controla todos os comportamentos (LOPES, 2016).

Todos os nossos comportamentos resultam duma fonte energética inesgotável e cuja manifestação assume múltiplas formas. Trata-se do núcleo instintivo que dá vida à nossa Psiquê, constituído por duas polarizações antagónicas: A Libido, o desejo sexual, a que Freud deu o nome de Eros. E o impulso de morte, ligado à agressividade, a que Freud deu o nome de Thanatos (LOPES, 2016).

Ainda no contexto das teorias da Psicologia, a Psicologia humanista é uma aproximação de Psicoterapia, na qual, o cliente vem a ser um parceiro consciente ao lado do terapeuta no decorrer do tratamento. Segundo Netto (2016), Carl Rogers formou uma prática clínica sobre os conceitos nos quais ele chamava de Terapia-Centrada-no-Cliente, ou Psicoterapia não-diretiva, do qual ele escreveu amplamente sobre suas experiências. Esta técnica psicoterápica é fundamentada no self, isto é, a visão que um indivíduo possui de si mesmo. O self ideal consiste na concepção do tipo de pessoa que se gostaria de ser.

No ano de 1962, vários psicólogos se reuniram e fundaram a Association of Humanistic Psychology (Associação de Psicologia Humanista), surgindo então Psicologia Humanista, fundamentada na abordagem fenomenológica da personalidade, onde o foco central é a maneira como o indivíduo percebe e interpreta os eventos em seu ambiente atual. O objetivo desta psicologia é compreender o cliente (NETTO, 2004).

Todas as teorias citadas, vem dando base para a Psicologia ao longo dos anos, isso fez com que cada profissional escolhesse a teoria com a qual se identifica melhor, para que assim possa se encaixar na área com a qual possui maior afinidade. Isso fez com que a profissão fosse mais valorizada e que o mercado de trabalho se expandisse.

É inegável que a Medicina tem avançado muito nos últimos anos, mais precisamente nos últimos dois séculos. Nesse tempo muitas tecnologias surgiram, os métodos de diagnósticos e de tratamento também tiveram uma grande melhoria. Isso possibilitou uma qualidade de vida muito maior as pessoas doentes e as suas famílias. Entretanto, mesmo com os incríveis avanços da Medicina e da tecnologia, é inegável que o hospital ainda é um lugar muito marcado pela dor e pelo sofrimento. Por esse motivo, a Psicologia dentro dos hospitais é de grande importância, pois ela visa preservar a singularidade das pessoas no ambiente hospitalar. Fazendo que os pacientes possam ter um melhor entendimento sobre essa dor e sofrimento. Já que na maioria das vezes os pacientes atendidos pelos psicólogos hospitalares são aqueles que estão vivendo casos mais extremos e que se encontram entre a vida e a morte.

Segundo Silva (2009), na medida em que foi sendo inserida no atendimento hospitalar, a Psicologia foi, de um lado, construindo compreensões teóricas e metodologias de intervenção para a realidade hospitalar como um todo, e de outra parte, identificando as especificidades de cada espaço da instituição e das especialidades médicas.

Sendo assim, segundo o Manual de Psicologia Hospitalar do CRP entende-se que a Psicologia Hospitalar é um desdobramento da Psicologia Clínica na instituição hospitalar. No qual a abordagem da subjetividade, característica específica do ser humano, pode-se dar em qualquer contexto da sua vida onde se encontre inserido. Já a Psicologia Organizacional teve início no final do século XIX e início do século XX. Ela está associada à industrialização e ao exército, já que naquela época era muito utilizada para avaliar e selecionar militares e empregados para as indústrias em expansão.

Frederick Taylor, Frank Gilbreth e Lilian investigavam a forma pela qual as pessoas executavam suas tarefas, desenvolvendo o que foi chamado de “estudo do tempo e movimento”. E a partir dai começaram a projetar locais de trabalho e tecnologias nas quais as características humanas fossem realmente levadas em consideração.

Mas a Psicologia em toda sua amplitude e a psicologia organizacional começaram a ganhar mais espaço somente após o início da Segunda Guerra Mundial, na qual foram usados vários testes psicológicos para solicitar recrutas. Com o uso sistemático do processo, o âmbito de atuação foi sendo ampliado para outras atividades, como o treinamento dos empregados e a análise dos fatores do ambiente que afetam o trabalho.

A partir daí, cada vez mais o trabalho do Psicólogo Organizacional vem sendo procurado. Este profissional tem como principal função atuar entre as pessoas e as organizações, contribuindo para o crescimento de ambas. Por isso ele intervém nos processos de trabalho, na cultura da organização, na contratação e recrutamento de pessoal e na avaliação psicológica dos mesmos. Ela também busca analisar e compreender como as pessoas se relacionam dentro da empresa na qual trabalham.

Na área Judicial a Psicologia teve seu primeiro contato com o Direito no final do século XIX, dando origem ao que foi chamado de “Psicologia do Testemunho”. Esta, segundo Altoé (2004), procurava verificar, por meio do estudo experimental dos processos psicológicos, a fidedignidade do relato do sujeito envolvido em um processo jurídico. De acordo com Brito (1993), o que se pretendia era verificar se os processos psíquicos propiciam ou dificultam a veracidade do relato.

Essa constatação era comprovada por meio de testes que buscavam a compreensão dos comportamentos das pessoas envolvidas em ações jurídicas. De acordo com Bernardi (1999), os métodos coercitivos de obtenção de confissões foram gradativamente substituídos por técnicas de exploração psicológica, que buscavam reconhecer “a verdade” no relato dos sujeitos que estavam envolvidos em processos criminais. Essa técnica não tinha como objetivo verificar a criminalidade do sujeito, mas sim verificar mentiras, memória, consciência, imaginação, quociente intelectual, ou seja, os chamados interrogatórios “estressantes”. Observa-se, ainda, no final do século XIX, que a perícia psiquiátrica - a qual se voltou, inicialmente, para a investigação da responsabilidade penal de adultos - começou a ser convocada por outras áreas do Direito, mais especificamente na aplicação de medidas de correção e aferição de dados que viessem a auxiliar os trâmites jurídicos.

Outra área que também esta em crescimento e agora vem sendo melhor conceituada e reconhecida é a Psicologia do Esporte que na concepção de Singer (1993), integra a investigação, a consultoria clínica, a educação e atividades práticas programadas associadas à compreensão, à explicação e à influência de comportamentos de indivíduos e de grupos que estejam envolvidos em esporte de alta competição, esporte recreativo, exercício físico e outras atividades. Para Weinberg e Gould (2001, p. 28), “a Psicologia do Esporte e do Exercício é um estudo científico de pessoas e seus comportamentos em atividades esportivas e atividades físicas, e a aplicação deste conhecimento”.

O profissional da Psicologia do esporte deve ter uma boa formação na área da psicologia, juntamente com amplo conhecimento do exercício físico e de atividades esportivas. Desta forma, o psicólogo esportivo deve trabalhar com atenção e rigor científico na prática esportiva para não convertê-la em uma Psicologia que simplifica todos os fenômenos do esporte. No Brasil, a Psicologia do Esporte ainda está em processo de consolidação enquanto campo de atuação profissional, educacional ou de investigação científica. (VIEIRA, L. F.; et al. 2010)

Já a Psicologia Clínica teve inicio no final do século XIX, e foi usado pela primeira vez por Lightner Witmer, um americano que fundou a primeira clínica de Psicologia na Universidade da Pensilvânia nos Estados Unidos, na qual eram tratadas crianças com queixas escolares. Para MOREIRA (2007) a clínica psicológica tem suas raízes no modelo médico, ou seja, cabe ao profissional observar e compreender para, posteriormente, intervir, isto é, remediar, tratar, curar. Dessa forma a Psicologia Clínica ficou um bom tempo sem intervir nas causas sociais.

De acordo com TEIXEIRA (2007) de início a clínica psicológica caracterizou-se por um sistema de atenção voltada ao indivíduo, esse atendimento esteve vinculado ao modelo médico, sobretudo na década de 30 com a evolução do psicodiagnóstico. Segundo o autor a concepção clássica de Psicologia Clínica afirma ser esta uma disciplina que tem como preocupação o ajustamento psicológico do indivíduo e como princípios o psicodiagnóstico, a terapia individual ou grupal exercida de forma autônoma em consultório particular sob o enfoque intra-individual com ênfase nos processos psicológicos e centrado numa relação dual na qual o indivíduo é percebido como alguém histórico e abstrato.

Já Pierón (1968) esclarecia que a Psicologia Clínica refere-se à ciência da conduta humana baseada, principalmente, na observação e análise aprofundada dos casos individuais, tanto normais como patológicos, podendo estender-se aos grupos. Garfield (1965), na mesma época, define Psicologia Clínica como o ramo da Psicologia que se interessa pelos problemas de ajustamento e de modificação da personalidade.

Nesse contexto, pode-se dizer que a clínica em psicologia é um espaço criado para atender o outro em sua singularidade, ouvi-lo, orientá-lo, apontar caminhos a fim de proporcionar alívio emocional, autoconhecimento e ajustamento criativo.

Um dos primeiros passos no Brasil para a psicologia do trânsito foi o Primeiro Código Nacional de Trânsito de 1941, que estabeleceu os testes tanto físico quanto psicológico para obtenção da licença para dirigir veículos. Oito meses depois o código foi alterado em algumas partes criando o COTRAN (Conselho Nacional de Transito), órgão que veio a ajudar a profissão de psicólogo do trânsito. Outro código que mais tarde veio a contribuir foi o que definia que em caso de acidente grave o condutor declarado deveria refazer os testes psicológicos, isso fez com que os testes passassem a ser vistos como algo além de necessário apenas para obtenção da licença. Já na década de 50 houve uma expansão dos testes psicotécnicos, o que estabeleceu bases para a regularização da psicologia do trânsito. Em 1962 houve a regulamentação da profissão de psicólogo e a criação dos conselhos federais e regionais de psicologia o que possibilitou uma expansão das áreas da psicologia. Na década de 70 Rozestraten fez algumas pesquisas que deram base para a estruturação da psicologia do trânsito. Na década de 80 houve a promulgação da constituição de 1988 o que possibilitou o direito a livre locomoção, a criação do primeiro grupo de estudos sobre psicologia do trânsito, e o primeiro Congresso Brasileiro de Psicologia do Trânsito. (SILVA 2012)



Em 1997 foi instituído o Código Brasileiro de Trânsito que está em vigor nos dias atuais. O qual definiu que seria necessário a incorporação da educação do trânsito. Em 1998 o COTRAN regulamentou os processos de avaliação psicológicas e físicas e exigia que a pessoa aplicadora tivesse concluído o curso de capacitação de psicólogo. A partir desse momento, várias novas leis foram sendo criadas e a psicologia do trânsito foi se enraizando no Brasil. Agora que a profissão tem seu reconhecimento no processo de habilitação, a mesma busca se inserir em intervenções que visem além dos motoristas. (SILVA 2012).

Segundo Rozestraten (1981) a psicologia do trânsito tem como objetivo de estudo o comportamento dos pedestres, motoristas de veículos de pequeno e grande porte, do ciclista, dos passageiros e do motorista de coletivos, verificando assim seus processos te atenção, percepção, resposta a informações, memória, conhecimento a respeito das normas e símbolos do trânsito e reação. Entretanto, o objetivo principal da psicologia do trânsito é fazer com que haja uma considerável diminuição nos índices de acidentes.

Em primeiro lugar, serve para conhecer toda a gamma de comportamentos neste tipo de situações, comportamentos individuais e sociais, contribuindo para um melhor conhecimento do homem. Em segundo lugar, o estudo dos diversos fatores perceptivos, cognitivos e de reação podem contribuir para melhorar por um lado a situação da estrada e da sinalização rodoviária e urbana, e por outro lado pode aperfeiçoar os veículos, permitindo maior visibilidade, melhor feedback e colocação mais eficiente dos comandos. Como consequência, a Psicologia do Transito pode contribuir para diminuir a enorme quantidade de acidentes nas estradas. Em terceiro lugar, ela pode dar as diretrizes educacionais, sugerindo recursos mais eficientes para o ensino; dirigir é aparentemente simples mas um pequeno erro pode ter consequências seríssimas. Que tipos de ensinamentos podem contribuir para poupar mais vidas? A Psicologia do Trânsito oferece subsídios para garantir a todo ser humano condições de maior segurança no trânsito, diminuindo os riscos de acidentes e as ameaças de perder a vida. (ROZESTRATEN 1981)

Algumas funções que são desenvolvidas pelo psicólogo do trânsito segundo Miranda (2013) são a de desenvolver pesquisas relacionadas com os problemas encontrados no trânsito, realizar exames psicológicos para emitir um parecer ao candidatos a Carteira Nacional de Habilitação, participar de programas voltados a prevenção de acidentes, desenvolver trabalhos de educação no trânsito, estudar as implicações de alguns distúrbios quando ligados ao trânsito e colaborar com a justiça quando necessário, apresentando laudos.





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