Inconsciente não percebe consciente



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Encontro19.06.2018
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Tendo a falta da linguagem nos primórdios da existência sendo interpretado como animal humano, a falta da linguagem se demonstra no próprio pensamento – como pensar sem a linguagem?

Nos dias de hoje a não percepção que se perpetuo pode ter se moldado no surgimento da linguagem, hipótese tendo como base já como ocorrida a evolução, ou seja, humano selvagem:

Inconsciente não percebe consciente.

Consciente não percebe inconsciente.

Esta possibilidade da origem a possível análise entre mundo real e realidades psíquicas.

Voltando aos primórdios da existência qual é referida como animal humano, temos inconsciente percepção e consciente ação, e a partir deste relacionamento a evolução, sem a linguagem havia a percepção inconsciente após a ação consciente.

Neste funcionamento damos partida à evolução do cérebro.

O que acorre nas vias neurais e estrutura cerebral por meio deste funcionamento percepção inconsciente/ ação consciente!

Do animal humano para o humano selvagem.

Primeira fase: animal humano

PERCEPÇÃO INCONSCIENTE após AÇÃO CONSCIENTE

A percepção tem força.

Onde entra o racional! A sobrevivência por instinto não é racional, exemplo: bichos.

Se o racional é consciente a segunda fase: humano selvagem

INCONSCIENTE CONSCIENTE

A percepção continua só que com mais força.

Ao relatar o aumento de força da percepção, me refiro à potência do mundo real sobre o humano, como o aspecto ‘existência’.

Como pensar sem a linguagem? A percepção é o pensamento original, ou seja, pensamento mudo ou percepção inconsciente.

Na primeira fase através do acumulo de experiências e descobertas individuais do ser, a evolução para segunda fase com desenvolvimento cerebral individual do ser sendo que a primeira fase continua operante na segunda fase e esta não se diferencia, e sim evolui, á própria primeira fase funcionou com meio para o desenvolvimento cerebral assim como para sobrevivência, transferência e desenvolvimento que levaram a linguagem e ao surgimento da não percepção do inconsciente, por meio deste funcionamento as realidades psíquicas alcançam potência.

Hipótese: na primeira fase o inconsciente, na segunda fase o consciente, esta análise é referida aos primórdios.

Edição especial antropologia 1; n- 52 da scientific american Brasil, não a pesquisas descritas relacionadas por esta via de evolução e pelo pouco que li em livros a psicologia utiliza a via patológica para perceber o inconsciente cujo este estudo poderia se chamar ‘além do inconsciente patológico’.

O surgimento da não percepção do inconsciente, não quer dizer que ele o era percebido de forma diferente nos primórdios da existência do que hoje na pós-modernidade ate por que o próprio nome diz inconsciente mais seria visando olhar para evolução através da magnitude do funcionamento do inconsciente e consciente, e serão estes capazes de ativar vias neurais e área cerebral á ponto de fazerem o cérebro se desenvolver?

E se assim for não será eles o que nos torna humanos dês dos primórdios da existência.

Em uma análise mais aprofundada sobre o desenvolvimento cerebral e corporal por meio deste funcionamento psíquico entre a primeira e segunda fase descobre-se algo qual seria de tamanha funcionalidade para a transformação e interação do ambiente.

‘O poder da ideia e a cobiça por ela’

Sem a percepção inconsciente cuja qual nos trás a noção de realidade que neste caso é do mundo real o ambiente selvagem ainda assim estaria vivo, porem ao mesmo não haveria ação consciente sobre este ambiente. Aqui muito esta sendo analisado tendo como ponto o animal humano que em sua individualidade na primeira fase através do acumulo de experiências e descobertas antes mesmo do desenvolvimento da linguagem ou necessidade que houvesse uma comunidade verbal teria a ideia/insight.

Uma pergunta entre tantas que pode ser feita é, o animal humano pode ter copiado do animal selvagem (bichos) a arte de manusear algo ao seu redor, e muito provável que este animal humano se comportasse muito semelhante ao animal selvagem (bichos), mas há no meio e na capacidade psíquica a ideia, produto produzido por manuseio da matéria prima sendo que para edificação dessa ideia é exigido o desenvolvimento de movimentos e habilidades corporais tanto quanto pensamento logico, racional;

Agora o que mais intriga é que possivelmente á edificação desta ideia, o manuseio dela, sua funcionalidade, ocasionou a cobiça, por isso: ‘O poder da ideia e a cobiça por ela’ sendo que sem essa toda luta da espécie entre si não passaria de tão selvagem quanto de outros animais, sendo que esta continua, tanto hoje como antigamente.

O assassinato por cobiça ao produto originado pela ideia e edificado por manuseio da matéria prima. Cobiça pelo o que é capaz de fazer, função pratica pelo poder de á possuir, o assassinato pela ideia, o poder da ideia e a cobiça por ela. Esta é uma possibilidade com potência desencadeadora de reações em cadeia ‘o poder da ideia’ leva a outras possibilidades como; realidades psíquicas; aspectos sociais e culturais.

A formação da percepção inconsciente se dá como ás sinapses dos neurônios e advêm já dês da gestação – estimuladas pelo ambiente e por seus órgãos sensoriais. Assim como a percepção inconsciente advêm da gestação o vazio original também o é, tendo o funcionamento nos graus e níveis do consciente.



O que foi referido em outra parte como Além do inconsciente patológico nos abre a uma visão que demonstra o inconsciente mais puro em sua magnitude, puro não de inocência mais sim de funcionalidade e capacidade, ainda hoje o que pode esta sendo utilizado como materiais inconscientes podem ser formações do consciente e neste caso o que esta sendo recalcado da vida consciente para a inconsciente não necessariamente é o inconsciente ou materiais inconscientes.

Fase 3









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