Histórico do judô no rio de janeiro



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HISTÓRICO DO JUDÔ NO RIO DE JANEIRO
O JUDÔ NO RIO DE JANEIRO

ORIGEM E TRAJETÓRIA

PROF. MS. PAULO FERNANDO TENÓRIO WANDERLEY


2001



INTRODUÇÃO 1

1º CAPÍTULO 2

2º CAPÍTULO 16

3º CAPÍTULO 22

4.1 - A Década de 60 35

4.2 - A Década de 70 52

4.3 - A Década de 80 62

4.4 - A Década de 90 e o Início dos Anos 2000 81

CONCLUSÃO 106

 BIBLIOGRAFIA 107

COMUNICAÇÃO PESSOAL 108




INTRODUÇÃO


 O presente estudo é um trabalho de reconstituição de alguns momentos marcantes na existência do judô no Rio de Janeiro e de acontecimentos que apontam o caminho percorrido pela Federação de Judô do Estado do Rio de Janeiro.

Este trabalho faz parte da comemoração dos 40 anos de existência da FJERJ, que se completa em 9 de agosto de 2002.

O primeiro capítulo é fruto de uma pesquisa para conhecer como o judô surgiu no Rio de Janeiro e em que circunstâncias ocorreu a introdução e a consolidação esportiva da atividade.

O segundo capítulo trata da origem e desenvolvimento do judô no interior, ou seja, no antigo Estado do Rio de Janeiro e a fusão das duas federações existentes, como conseqüência da fusão, em 1975, dos estados do Rio de Janeiro e da Guanabara.

O terceiro capítulo se refere a arbitragem de judô: a sua evolução histórica e os procedimentos adotados no Estado do Rio de Janeiro.

Finalmente, o quarto capítulo dá continuidade ao que foi possível levantar do período da fundação da FJERJ até a época atual.

Como se trata de uma reconstituição histórica, só foi objeto de compilação o que teve comprovação documental, principalmente recortes de jornais e revistas, e depoimentos de pessoas idôneas que presenciaram fatos e acontecimentos pertinentes.

Este trabalho só foi possível graças a boa vontade de muitos companheiros do judô, que emprestaram verdadeiras relíquias documentais, para que a narrativa fosse pautada em verdades irrefutáveis. Os nomes desses colaboradores e porque não dizer co-autores constam da bibliografia dos contatos pessoais encontrados nas derradeiras páginas do exemplar, embora também sejam citados no próprio decorrer da narrativa.

Fazendo parte da introdução, talvez seja pertinente enfocar um ensinamento do prof. Enir Vaccari sobre a denominação dos termos usados habitualmente para designar o praticante de judô. Lembra o ilustre professor que judoísta é a denominação genérica que se dá a todo praticante de judô. Judocas são chamados os praticantes graduados acima de 3º dan (grau), em atividade e participando de competições de modo destacado. Sendo assim, não é certo se chamar judoca ao praticante que se inicia na arte do judô.

Quando o judoísta é promovido a 1º dan, ele se inicia na condição de aluno mais adiantado e não de professor. Seria como que a introdução no nível universitário.

Segundo a legislação atual e exigência da FJERJ, o professor de judô terá de ter cursado a Faculdade de Educação Física e possuir o 3º dan. Nessas condições, o judoísta ou judoca poderá ser professor de judô (sensei).

Quanto ao termo Shi-Han, este se destina ao professor de idade avançada, com grandes conhecimentos e capacidade, que ultrapassou a sua fase como judoca e pode ser considerado como mestre.

Os judocas de alta graduação, ou seja, a partir do 6º dan são chamados de Ko-Dan-Sha, o que não significa que todos eles possam ser chamados de Shi-Han.


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