História da sexualidade, corporeidade e gênero. – Elisia Santos


E por último, mas não menos importante às culturas de resistência



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E por último, mas não menos importante às culturas de resistência: são os grupos de oposição e resistência aos códigos morais impostos socialmente.

A influência destas dimensões é determinante para todas as mudanças ocorridas nas sociedades ocidental e oriental, que puderam ter alterações nos cenários e processos de socialização sexual. Assim sendo, a sexualidade é largamente influenciada pelas normas sociais, deveras a influência é recíproca, estamos na era da liberdade sexual e da emancipação feminina. Desde a Antiguidade que a sexualidade é objeto de estudo e preocupação moral de homens brancos, pois na Grécia Antiga, o papel que se desempenhava na relação sexual era todo masculino e a mulher apenas, uma propriedade.

E falar se sexualidade é discutir o corpo na sociedade. A forma como usamos o corpo está relacionado a um conjunto de sistemas simbólicos, idiossincrasias e nossas identidades, nosso corpo se inscreve a cultura que pertencemos ao mesmo tempo em que se originam e se propagam significações que constituem a existência coletiva e individual.

Este corpo é um ser agente que adquire significado na experiência social, sendo “ele próprio um discurso a respeito da sociedade, passível de leituras diferenciadas por diferentes agentes sociais” (VICTORA, p.75, 2001). As práticas e representações femininas a respeito da maternidade, sexualidade, e contracepção esta relacionadas à compreensão dos significados, pois, é no discurso social que percebemos as diversas leituras dos sujeitos sociais e a possibilidade de contínua (re) interpretação.

Estes corpos organizam-se numa dinâmica, que permitem sempre novas possibilidades de resistência aos ditames da normatividade, desse modo,
podemos compreender as atitudes em relação ao corpo e à sexualidade em seu contexto histórico específico, explorando as condições historicamente variáveis que dão origem à importância atribuída à sexualidade num momento particular e apreendendo as várias relações de poder que modelam o que vem a ser visto como comportamento normal ou anormal, aceitável ou inaceitável.” (WEEKS, p.43, 2010)
Corpo, gênero e sexualidade estão imbuídos numa série de conceitos e ideias que serão discutidos no decorrer deste módulo. Estas categorias são moldadas, ganham formas, e estão imbricadas com os mecanismos de poder, presente nos discursos e práticas sociais.

Infelizmente na nossa sociedade podemos observar a mercantilização do corpo por baixo dos panos patriarcais, do falso moralismo e escravidão sexual. Vivemos numa sociedade do espetáculo, em que o corpo e o sexo são a sua apoteose.

Muitos nem querem discutir sexualidade e pouco se importa com os desejos alheios, mas estão preocupados em exaltar corpos que eles consideram perfeitos, dietas excessivas, receitas para se chegar ao orgasmo, propagandas sensuais em outdoors e cartazes, silicone, produtos eróticos para ser sensuais etc. Desta maneira a sexualidade tem uma referência e modelo jamais alcançado.

Precisamos discutir estes conceitos para não acabarmos saturados no vazio que muitas vezes é preenchida pela angústia que consome nossa felicidade e ânsia de vida.

Nossa proposta neste trablho é estudar estas categorias e as desconstruções para assim, trazer reflexões sobre o caráter mutável do que é naturalizado dentro da vida social. Acreditamos que uma das tarefas mais delicadas para você leitora e leitor será lidar com determinadas pressuposições que são provenientes de grupos hegemônicos e não consideradas universais.

As ideias e concepções sobre corpo, sexualidade e gênero são extremamente variadas e, como intelectuais que somos, não devemos ser generalistas. Esperamos que você possa fazer uma reflexão antropológica e refinar a sua prática da intervenção sobre o seu corpo e os alheios.

A questão de gênero ganhou maior visibilidade em meados dos anos de 1990, principalmente no ramo da educação. Este tema conseguiu grandes avanços no âmbito do Estado, das políticas públicas e de várias medidas contra a discriminação da mulher.

Infelizmente ainda são poucas as investigações que abordam o impacto da discriminação de gênero, mas os impactos são percebidos em sua magnitude no nosso dia a dia.

Na sociedade como um todo, as relações de gênero ganham pouca relevância, temos poucas pessoas formadas que conseguem tem uma visão aprofundada sobre as dimensões de gênero no dia-a-dia. Acreditamos que a maior dificuldade é oriunda de pouca reflexão das desigualdades entre os sexos, que desemboca em poucas políticas públicas inclusivas.

Para pensar gênero, precisamos discutir sexo e corpo dentro de um contexto histórico. Existe um caminho repleto de valores e cultura em cada tempo. Falar de masculino ou de feminino acarreta num julgamento de valor, na referência a uma conjuntura cultural e social.

No século XX o movimento feminista denuncia o eterno feminino e o eterno masculino. Friedan afirma que neste momento há uma angústia do eterno feminino, de uma mulher sedutora e

Contrapondo está ideia de uma mulher do “lar”, a antropóloga Margareth Mead, ainda no século XX, afirmava que homem e mulher são constructos socais, cujos atributos e papéis são variáveis, estes são transmitidos pela socialização, contudo não é a essência do ser humano,


não temos mais bases para falar desses aspectos do comportamento como sendo determinados pelo sexo... O material estudado sugere que podemos dizer que muitos, se não todos, os traços de personalidade que identificamos como masculino ou feminino são tão determinados pelo sexo quanto as vestimentas, maneiras ou o tipo de chapéu que uma sociedade a um determinado período designa para cada sexo” (MEAD, 1968, p.259-260).
Mead, mesmo sem categorizar estava discutindo a questão de gênero, que foi a base da revolução dos anos 30, ela que propõe a ideia da desnaturalização das identidades sexuais, muito próximo do pensamento de Simone de Beauvoir, que tenha a frase clássica do movimento feminista:
Não se nasce mulher, torna-se mulher” (BEAUVOIR, 1980, p.129).
Esta é uma das frases mais famosas do seu livro: O Segundo Sexo, que como MEAD, afirmava que a essência humana não é determinada, mas mutável no processo social. Este livro instrumentaliza a segunda onda feminista nos anos 60 e 70, que foi marcada pelas reivindicações de direitos ao corpo e ao prazer. Questionada sobre seu livro, Simone afirmou que esperava que seus escritos servissem para que as mulheres lutarem por seus direitos e a melhorarem suas vidas:
Devem passar à ação coletiva. Não o fiz pessoalmente até agora porque não havia movimento organizado com o qual eu estivesse de acordo. Mas, apesar disso, escrever O Segundo Sexo foi realizar um ato que ultrapassava a minha própria libertação. Escrevi esse livro por interesse pelo conjunto da condição feminina e não apenas para compreender o que era a situação das mulheres, mas também para lutar, para ajudar as outras mulheres a se compreenderem. Aliás, nestes vinte anos, recebi enorme quantidade de cartas de mulheres, dizendo que meu livro as tinha ajudado muito a compreender sua situação, a lutar, a tomar decisões. Tive sempre o cuidado de responder-lhes. Encontrei algumas delas. Sempre tentei ajudar as mulheres em dificuldades. (SCHWARZER, 1986, p. 41)
O sexo biológico, como conhecemos no senso comum, o nascer feminino ou masculino, não exerce coerção sobre a identidade sexual, isto é, sobre os comportamentos de gênero e a sexualidade.
O gênero engendra a tangibilidade do corpo e dos comportamentos no espaço público, contudo, o masculino e o feminino não existem senão através das reincidências, como as normas de comportamento.

O sexo está para além de uma sociedade binária: masculino ou feminino está deve ser deduzida a partir da noção de gênero. Pois, internalizamos quem é homem e mulher a partir do enraizamento biológico, ratificado pelas ritualidades sociais e pelas representações culturais.

Corpo, Gênero e Sexualidade padecem de três problemas de ‘interpretação’:


  1. Religioso: as religiões monoteístas tendem a ter uma visão conservadora e misógina;

  2. Masculina: dominação masculina como hegemônica;

  3. E família tradicional: excluindo todas as diversidades existentes.

Contudo, as concepções tradicionais de gênero, corpo e sexualidade estão desmoronando. A feminilidade e a masculinidade, na atualidade, estão sendo vistas como múltipla. O gênero tornasse o resultado de decisões individuais e a identidade de homem ou de mulher ou de outra coisa, independentemente de seu sexo biológico.
Esta que envolve a questão do sentimento, que poder ser volátil e eventualmente revogável, pois
(...) a identidade performativa de gênero não é apenas a repetição de um modelo já dado, mas uma improvisação teatral realizada através de um plano e encenação, do qual cada ator apropria-se de acordo com sua vontade, deslocando-o segundo seu próprio estilo. O gênero é apenas um recurso, uma caixa de ferramentas à disposição dos indivíduos. Ele não é uma coerção, mas uma proposta, semelhante a um papel desempenhado por um ator num palco de teatro. (BRETON, 2014, p.20)
Esta caixa imposta de gênero é extremamente contestada, inclusive Murat (2006) afirma que as polaridades do masculino e do feminino estão com os dias contatos, pois temos no nosso universo social múltiplas definições sociais com diversas nuances ou exceções, entre elas o terceiro sexo, que quebra a lei de gênero clássico ao apresentar os hermafroditas e os intersexuados que contêm os atributos dos dois sexos que subvertem a anatomia e as categorias socialmente em uso. (MURAT, 2006, 11)

Nestas discussões temos questões mais profundas que descrever a anatomia, mas os sentimentos e sua identidade, afinal o corpo feminino ou masculino não dá conta do homem ou a mulher social que estas pessoas são.

O filosofo Foucault (1987) em História da Sexualidade, afirma que o sexo, que é um desejo natural, foi regulado por uma sociedade extremamente reguladora e moralista, ancorados por um discurso religioso judaico-cristão, exemplificando:


  • O tabu do incesto;

  • A ordenação política e social;

  • A exogamia;

  • A monogamia;

  • Os acordos políticos e;

  • O casamento.

Posteriormente este discurso religioso foi substituído pela ciência com posturas muito próximas da teológica. O sexo ainda é confundido com gênero. Este que é marcado por um olhar idiossincrático, lido e interpretado pela/na cultura, Maria Luiza Heilborn pontua que:
Cumpre agora identificar os processos pelos quais a identidade sexual constitui-se na cultura ocidental em uma das dimensões centrais da identidade social das pessoas. Essa afirmação filia-se à perspectiva construtivista, que sustenta que a sexualidade não possui uma essência a ser desvelada, mas é, antes de tudo, um produto de aprendizado de significados disponíveis para o exercício dessa atividade humana (HEILBORN, 1996, p. 138).
Por conta disso, não cabe mais compreender a sexualidade como um imperativo biológico, não podemos permanecer numa linha unívoca e essencialista, devemos conhecer o conjunto de conhecimentos sexuais hegemônicos, mas também estudar os que são subalternizados, para que possamos dialogar e construir novas leituras e formas de estar no mundo.

Nesse longo caminho, podemos perceber que as sexualidades e desejos não hegemônicos precisam ser reconhecidos, legitimados e respeitados. Falar do pensamento moderno, suas dualidades e implicações quanto a gênero, corpo e sexualidades, é caminhar para superação de obstáculos. O antropólogo Stuart Hall afirma que precisamos tomar o corpo como uma tela de representação (HALL, 2006), para pensarmos novas experiências e possibilidades existenciais.

Levando sempre em consideração, que este novo ainda pode está carregado de julgamentos de valor e de controvérsias, pois o mundo ocidental ainda insisti em estabelecer uma diferença entre homem e mulher através de socializações específicas.

Precisamos, enquanto intelectuais orgânicos que somos compreender o corpo, sexualidade e gênero como capítulo político a ser escrito na sociedade contemporânea. Pois, o sexo, assim como o corpo, é a solidificação de significados sociais que não mais representa uma identidade, mas todo um projeto pessoal e político.

O transexual e o transgênero são os indivíduos pós-modernos, eles estão para que possamos discutir seu papel social, retificar sua origem e quebrar preconceitos. O corpo deles é uma construção cirúrgica, hormonal, plástica e tecnológica que veio para repensar os padrões. Eles assumem uma identidade que circula, com um habitáculo provisório de uma identidade que abomina toda e qualquer fixação e escolhe uma forma de nomadismo de sua presença na sociedade. (LE BRETON, 2012; 2013).

Este discurso é para que possamos considerar que por dentro da lógica de regulação (sexual), existem lutas e contratos que subvertem a lógica instituída e estruturam novos arranjos sociais e afetivos.

Diante disso, este eixo sexo-gênero-sexualidade, é para quebrar o preconceito e a discriminação que naturaliza o uso da violência simbólica, física, psicológica e material com a pretensa superioridade daquele que discrimina. Estes eixos precisam ser refletidos como movimentos que levam a movimentos sociais extremamente importantes para nossa sociedade.

A construção social baseia-se em qualquer entidade institucionalizada, ou não, ou um artefato pautado sob um sistema social, desenvolvido a partir das relações sociais de indivíduos numa cultura ou sociedade específica, estabelecendo de uma certa forma uma organização e coerção social naquele espaço.

A dualidade do masculino e do feminino, fortalece estereótipos e cria uma hierarquia sobre essa construção binaria, como essa dualidade foi construída, avalia-se que pode então ser desconstruída e reconstruída de outra forma, que não seja nociva a nenhum ser.

A construção do feminino e do masculino foi criada, com bases solidas, quais se perduram, e traz consequências, como o paradigma do patriarcado, que foi construído a partir da ideia do que é “tipicamente” feminino e “tipicamente” masculino.

As logicas de construção de papeis sociais de gênero determina diversos aspectos na vida dos homens e das mulheres que se perpetuam até o tempo das atualidades. As mulheres um lugar social que alcança é no meio privado, está fadada a ser dona de casa, enquanto ao homem o seu espaço social se torna o meio público, o estar na rua. Enquanto a mulher produz as atividades domesticas, está na pratica da cozinha, ao homem se tem o meio do espaço público, está nos escritórios, praticando as atividades fora de casa.

As paletas de cores são constituídas socialmente também para serem demarcadas algumas para homens e outras para mulheres, as mulheres são reconhecidas por usarem rosa, enquanto aos homens a cor demarcada para ele é o azul. A construção das cores interfere muito no imaginário infantil das crianças, criando já uma distinção de gênero a partir das cores que eles utilizam. Os chás de fralda e de bebês das crianças, até mesmo antes deles nascerem já determina a cor a partir do sexo biológico que a criança vai ter, já estagnando a questão do sexo biológico a prerrogativa de gênero.

As atividades a serem executadas pela lógica binaria de gênero, também é atribuída desde cedo, quando se dá brinquedos como bonecas, cozinhas para as meninas, e aos meninos são lhe dados carros, armas, demarcando também uma forma de se comportar no mundo.

As meninas devem carregar a postura de ser belas, comportadas, tímidas, arrumadas, recatadas, gentis, dóceis, delicadas, vaidosas, sensíveis enquanto os meninos ficam as características de serem bravos, viris, ocupados, insensíveis, brutos, largados. Sempre determinando as mulheres um lugar de subserviência aos homens, estando no mundo para servir aos homens.

A construção social do gênero é algo que vem se dando há muito tempo, se construindo sob bases misóginas, sexistas e patriarcais, que tem uma lógica de hierarquização sobre os gêneros, e admitindo papeis engendrados para determinados gêneros, sem nem mesmo admitir a compreensão de um estudo que não esteja dentro dessa lógica binaria e segregacionista.

A diversidade sexual é o termo usado para determinar uma maneira inclusiva a todas as diferentes formas de sexualidade. Enquanto a orientação sexual refere-se à direção ou inclinação do desejo afetivo de uma pessoa para com a outra.

A diversidade sexual e orientação sexual são múltiplas, e cada uma carrega suas definições e compreensões, devendo todas serem respeitadas e compreendidas no âmbito da diversidade. Pretende-se então fazer uma espécie de glossário, para a compreensão das mais diversas sexualidades e orientações sexuais.


  • Agênero ou não binária: O sujeito que não se identifica ou não pertence aos gêneros binários, ou seja, masculino e/ou feminino

  • Binarismo: Visão dualista de ser/estar no mundo, classificado como um gênero masculino ou feminino.

  • Bissexual: O indivíduo que sente atração sexual por mais de uma pessoa de gêneros diferentes

  • Cisgênero: A pessoa que se idêntica com sua identidade de gênero igual à do seu sexo biológico.

  • Gay: Termo inglês utilizado para definir o indivíduo que se relaciona com pessoas do mesmo sexo.

  • Homossexual: Pessoas que sente atração de forma física e afetiva por pessoas do mesmo sexo ou gênero.

  • Intersexual: Ser que possui variação de características sexuais incluindo o fator cromossômico, gônada ou órgão genitais.

  • Intergênero: É muito semelhante ao intersexual, mas essas pessoas não procuram se identificar nem como homem nem como mulher, sem designar sua orientação sexual, mas um conceito voltado para a identidade de gênero.

  • Lésbica: Mulher que tem atração por outras mulheres.

  • Panssexualidade: É a característica dada a pessoas que se sentem atraído por todas as diversidades sexuais, tanto homem, quanto mulheres, como também por pessoas que não se identificam com o seu gênero.

  • Transexual: Pessoa que possui a identidade de gênero oposta ao seu sexo biológico.

  • Transhomem: Individuo que possui sexo biológico de mulher, mas se identifica como homem

  • Transmulher: Ser que possui sexo biológico de homem, mas se identifica enquanto mulher

  • Travesti: Pessoa que utiliza de hormônios e faz modificação no corpo através de intervenção cirúrgica, não sendo uma regra dada, para se reconhecer numa identidade de gênero diferente a do seu sexo biológico.

A compreensão de todas as temáticas que permeiam as questões de gênero, sexualidade, e diversidade perpassa por diversas categorias de analise que devem ser compreendidas para a noção total da temática na atualidade, os termos são categorias importantes para entender e classificar os indivíduos na sociedade.

A partir de uma junção dos três pontos abordados, desde a construção social de gênero, a sexualidade como construto histórico e a temática da diversidade sexual e orientação sexual/afetiva, faz se necessário o entendimento de três eixos centrais que perpassam por todas essas categorias:



  • Expressão de gênero: como o indivíduo se apresenta, desde a sua aparência até os seus comportamentos, de acordo com as expectativas padrão da sociedade sobre a aparência e o comportamento que é determinado para cada gênero.

  • Identidade de gênero: o gênero com o qual o sujeito se identifica, podendo ou não estar de acordo com o gênero que lhe foi atribuído ao seu nascimento e/ou seu sexo biológico.

  • Orientação sexual: é a atração sexual/afetiva por alguma pessoa, forma de vivenciar internamente à sexualidade.

Sobre a base da compreensão das temáticas da sexualidade, corporeidade, gênero, sexo biológico, se permite uma compreensão da sociedade que se vive e a temporalidade que se trata, podendo se ter uma compreensão do contexto global e local.




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