Herculano thiago batista santana costa neto



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1.1 Classificação das drogas
As sociedades civis e o poder público designaram instituições para administrar aspectos relacionados ao assunto drogas e efeitos paralelos, sendo alguns o Ministério da Saúde; Organização Mundial da Saúde (OMS); Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

São organizadas convenções, eventos em prol de encontrar soluções para os assuntos relacionados e correlacionados a drogas, há o envolvimento de vários países e a presença de cargos relevantes para também desenvolver respostas positivas para as problemáticas tratadas nestes eventos e sempre buscar atualizar as listas que define as substâncias consideradas ilícitas em razão da inovação tecnológica que são utilizadas na constante fabricação das drogas, novas aparições de entorpecentes, soluções e eventualmente colocar pontos que abrangem possibilidades de permissões e restrições com o uso desses agentes e inclusive classificar os tipos de agentes nocivos. (ONU, 2017).

A classificação a ser elaborada tem como fonte e base para a distinção das drogas os dados apresentados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), Ministério da Saúde, Agência Nacional Sanitária (ANVISA), Secretária Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD), Fundo Nacional Antidrogas (FUNAD), Escritório das Nações Unidas para Drogas e Crimes (UNDOC), Junta Nacional e Fiscalização de Entorpecentes (JIFE), são entidades competentes na discussão em drogas e assuntos relacionados.

Dentro dessas classificações são apontados elementos que auxiliaram no entendimento e na percepção do que possa ser um conceito físico do termo droga, esboçando detalhadamente poderá chegar a uma noção real e materialista do significado de entorpecente. Nesta ocasião estão previstas na Portaria SVS/MS 344/1998, taxados na lista elaborada pela Agência Nacional Sanitária, ANVISA-RDC 36, 3 de agosto de 2011, onde estão elencadas as substâncias entorpecentes. (CARVALHO & MENDONÇA, 2012).

Baseada em analises e estudos foram nomeadas, destinadas e definidas algumas “espécies” de entorpecentes que se encaixam em cadeias, agregadas às composições semelhantes ou pela mesma substância, podendo elas ser naturais, sintéticas e semissintéticas.




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