Gay espancado na rua em são paulo


VIOLÊNCIA É PROBLEMA NA BANDA DE IPANEMA



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16. VIOLÊNCIA É PROBLEMA NA BANDA DE IPANEMA


Gangues de classe média atacam os gays e grupos de menores assaltam os Foliões. Gangues de jovens de classe média e grupos de menores de morros da Zona Sul voltaram a atacar em Ipanema nas últimas três semanas. O local é o mesmo, na Rua Farme de Amoedo, e, principalmente, durante os desfiles dos foliões na Banda de Ipanema. Várias pessoas foram furtadas, roubadas ou agredidas pelos

dois grupos. Foi o que aconteceu no fim de semana passado, com a estudante de medicina Patrícia de Moraes, de 21 anos, residente em Niterói: durante a apresentação da Banda de Ipanema, aconteceram três arrastões; um homem deu tiros para o alto; vi menores furtando, cheirando cola e mostrando os órgãos sexuais; e, para finalizar, um ladrão enfiou um caco de vidro na minha barriga para levar minha máquina digital. Polícia sabe quais são as gangues Policiais da 14ª DP (Leblon); da 13ª DP (Posto Seis) e soldados do 19º BPM (Copacabana) e do 23º BPM (Leblon) sabem que os ataques na Rua Farme de Amoedo costumam acontecer nas proximidades do Bar Bofetada e no trecho da praia, na altura da rua que virou ponto de encontro de gays. Os agressores de gays são integrantes das turmas das ruas Farme de Amoedo e Paula Freitas, em Copacabana. Os menores ladrões são dos morros do Vidigal, do Pavão-Pavãozinho e do Cantagalo. Moradores de Ipanema pretendem fazer uma manifestação contra a violência, nos próximos dias. O estudante Bernardo Baumann, morador de Botafogo, contou que um integrante de um dos grupos se aproveitou da aglomeração em frente ao cordão que protege músicos da banda e enfiou a mão no seu bolso. Segundo ele, um amigo sofreu tentativas de roubo:— Uma senhora também teve o celular roubado. Isso tudo em apenas 15 minutos. Mas, segundo ele, o pior aconteceu por volta das 23h, quando estava jantando no Sindicato do Chopp, na Rua Farme de Amoedo:— Eu vi dois arrastões no meio da rua, em menos de meia hora: as pessoas, assustadas, se jogaram para dentro do bar. A estudante Patrícia de Moraes está revoltada:— São pivetes e marmanjos armados com porretes, espancando gays e lésbicas na Rua Farme de Amoedo. Ela contou que viu um professor universitário cair no chão com um soco: — Ele teve a cabeça chutada inúmeras vezes por dois meninos que não tinham mais de 15 anos. [Fone: O Globo, http://arquivoglobo.globo.com/pesquisa/texto_gratis.asp, 11/02/2004]





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