Gabriel Delanne a alma e Imortal



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FIM


Notas:


1Gabriel Delanne, A Evolução Anímica.

2Prevenimos o leitor de que consideramos expressões equivalentes as palavras alma e espírito.

3Ferdinando Denis, Universo pitoresco. Consultar, para o estudo dessas crenças, os trabalhos publicados sobre as tribos da Oceania, da América, da África, t. I, 64-65. Consultar também Taylor, Civilizações primitivas, t. I, pág. 485; Taplin, Folklore Manners of Australian aborigenes.

4Fogo aéreo. O fogo era representado sob três modalidades: Agni, fogo terrestre. Surya ou Indra, o sol; Vayú, fogo aéreo. (Rigveda, 513, nº 4, tradução de A. Langlois.)

5Marius Fontanes, Índia Védica, págs. 327 e seguintes.

6“Os cânticos védicos exprimem, na sua origem, uma confiança ingênua, um otimismo natural, um sentimento de verdade que pouco a pouco se alteram, sob a influência sacerdotal.” (A. Langlois, Rigveda, t. I, pág. 24.)

7Maspéro, Arqueologia Egípcia, pág, 108, e História antiga dos povos do Oriente, pág. 40.

8G. Pauthier, A China, VI, pág. 13.

9Léon Carre, O antigo Oriente, pág. 386

10G. Pauthier, Ob. cit. VII, pág. 369.

11G. de Lafond, O Mazdeísmo e o Avestá, págs. 137 e 159.

12Marius Fontanes, Os Iranianos, págs. 163 e 164.

13Eugène Burnouf, A ciência das religiões, pág. 270. Ver também, para esclarecimentos, Anquetil-Duperron, Zend-Avestá, t. II, pág. 83.

14A. Maury, A Terra e o Homem, pág. 595: “Os hebreus não criam nem na alma pessoal, nem na sua imortalidade”; Levítico, XVII; E. Reuss, A História, pág. 263.

15Maury, A Magia e a Astrologia, pág. 263.

16Diog. Laertius, libro I, nº 27.

17Dicionário universal, histórico, crítico e biográfico, t. XVII. Ver: “Thales”.

18Fénelon, Vida dos filósofos da antigüidade.

19Fédon, Timeu, Fedro.

20E. Bonnemère, A alma e suas manifestações através da história, págs. 109 e seguintes. Ver também: Rossi e Gustianini, O demônio de Sócrates.

21Lamartine, A morte de Sócrates, poema. Advertência.

221ª Epístola aos Coríntios, cap. XV, v. 44.

23Pezzani, A Verdade (jornal, de 5 de abril de 1863).

24Santo Agostinho, Manual, cap. XXVI.

25Bourdeau, O problema da morte, págs. 36 e seguintes e 62 e seguintes.

26Tertuliano, De carne Cristi, cap. VI.

27Santo Agostinho, Scap. Cen. ad litt., t. III, cap. X.

28Homília X, In Evang.

29Sup. Quantie, Homília X.

30Abraham, t. II, cap. XIII, nº 58.

31Plotino, Enéade primeira, livro I: Ver: Enéades, 3 volumes, in-8º, 1857-1860.

32Plotino, Enéade segunda.

33A Divina Comédia, “Purgatório”, XXV. (Tradução de Florentino.)

34Leibnitz, Novos ensaios, Prefácio.

35Charles Bonnet, Ensaio analítico, págs. 528 e seguintes. Ver também: Palingenesia, t. II.

36A teoria da evolução faz-se compreenda muito bem como a função criou o órgão. Veja-se: G. Delanne, A Evolução Anímica, cap. III: “Como o perispírito pôde adquirir propriedades funcionais”.

37O perispírito já contém em si todos os sentidos. O corpo apenas possui os instrumentos que servem ao exercício das faculdades. Quem vê não é o olho, é a alma; o ouvido não escuta, é mero instrumento da audição, porquanto, se interromper a comunicação entre o cérebro e o olho ou o ouvido, embora permaneça intacto o aparelho, a percepção não se dá. Aliás, a visão e a audição podem verificar-se, sem participação do olho ou do ouvido, como nos casos de lucidez sonambúlica.

38A matéria radiante, os raios X e o espectroscópico justificam plenamente estas intuições de gênio.

39Os estudos e as fotografias dos “Canais de Marte” já permitem se creia que esse mundo é habitado. Isso confirma plenamente as judiciosas induções de Charles Bonnet e nos incita a acreditar que todos os mundos são ou serão povoados por seres inteligentes.

40Pezzani, A pluralidade das existências da alma. Consultem-se os numerosos escritores modernos que afirmam sua crença no perispírito: Dupont de Nemours, Pierre Leroux, Ballanche, Fourier, Jean Reynaud, Esquiros, Flammarion, etc.

41Toda gente conhece as aparições públicas de Castor e Pólux, o fantasma de Brutus, a vigília de Farsália, a casa mal-assombrada de Alexandre, de que fala Plínio, etc.

42Steki, O Espiritismo na Bíblia.

43Vela-se a tradução francesa, feita pelo Dr. Dusart, da obra do Dr. Kerner.

44Correspondência sobre o magnetismo vital, etc., por G. Billot, doutor em medicina, Paris, 1839.

45Billot, Correspondência, t. I, pág. 37.

46Correspondência, t. I, pág. 93.

47Correspondência, t. I, nota 2, pág. 305.

48Correspondência, t. II, págs. 18 e 137.

49Fenômenos de transporte – Passagem da matéria através da matéria. Verifica-se esse fenômeno quando qualquer objeto material é transportado para dentro (apport) ou para fora (asport) de um recinto, por meios supranormais. (Vide Ernesto Bozzano, Fenômenos de Transporte.) (Nota do Revisor.)

50O Dr. Billot residia em Mont-Luberon, perto de Apt.

51Chardel, Fisiologia do Magnetismo, págs. 85, 87 e 328.

52Não se diga, a este propósito, que a sonâmbula estava sugestionada pelo seu magnetizador, pois este ignorava a existência dos eflúvios. Consulte-se Albert de Rochas, Exteriorização da sensibilidade. Vejam-se as experiências em que ele determinou a objetividade desse fenômeno, com um paciente cuja visão era controlada pelo estudo espectroscópico da refração e da polarização dos eflúvios que se desprendiam dos dedos do magnetizador. Os comprimentos de onda indicados pelo vidente eram os que correspondiam ao vermelho e ao violeta, cores vistas como a emanarem do magnetizador.

53Dr. Bertrand, Tratado de Sonambulismo, caps. III e V.

54Du Potet, Jornal do Magnetismo, 1862, 1ª semana.

55Du Potet, A Magia desvendada.

56General Noizet, Memórias, pág. 128. Citado por Ochorowicz, pág. 279.

57Cahagnet, Os Arcanos da vida futura desvendados, t. III, Págs. 80-81.

58Antes da sua conversão

59Cahagnet, Arcanos, t. II, pág. 94 e seguintes.

60A sonâmbula emprega a palavra céu para designar a erraticidade, isto é, o espaço que cerca a Terra.

61Cahagnet, Arcanos, V, págs. 98-99.

62Mais tarde, esse senhor me disse que reconhecera inteiramente exatos todos os detalhes da aparição de seu irmão; outros, porém, lhe tinham lançado dúvidas no espírito, dizendo que essas aparições eram simples transmissão de pensamento. Para se convencer do contrário é que pedira fosse chamada uma pessoa que lhe era desconhecida. (Nota de Cahagnet.)

63Cahagnet, Arcanos, t. III, págs. 75 e seguintes.

64Consultem-se, a esse respeito: o relatório do Dr. Husson, de 28 de junho de 1831, à Academia das Ciências; Deleuze, Memória sobre a clarividência dos sonâmbulos; Rostan, artigo Magnetismo, no Dicionário das ciências médicas; Lafontaine, A arte de magnetizar; Charpignon, Fisiologia, Medicina e Metafísica do Magnetismo; Os casos citados nos Proceedings da Sociedade Inglesa de Pesquisas Psíquicas; Gabriel Delanne, O Espiritismo perante a Ciência, cap. III; Vejam-se igualmente: As aparições materializadas dos vivos e dos mortos, t. I e II.

65Allan Kardec, Revue Spirite, outubro de 1864, outubro de 1865, junho de 1867. Veja também, em A Gênese, o cap. “Dos fluidos”.

66O termo “fluido” não designa uma matéria particular. Significa um movimento ondulatório do éter, análogo aos que dão origem à eletricidade, à luz, ao calor, aos raios X, etc.

67Allan Kardec, Revue Spirite, junho de 1867, págs. 173-174.

68Revue Spirite, ano de 1861, págs. 148 e seguintes.

69O Salvador dos Povos (diretor o Sr. Lefraire, advogado), nº 6, fevereiro de 1864.

70Annali dello Spiritismo in Italia.

71O desgraçado sempre crê facilmente no que deseja.

72Bossi Pagnoni e Dr. Moroni, Alguns ensaios de mediunidade hipnótica, tradução francesa da Sra. Francisca Vigné. Vejam-se: Págs. 10 e seguintes e pág. 102.

73Mediunidade hipnótica, pág. 113. É este o relato:

“No mês de novembro último, um estrangeiro ilustre assistiu a algumas sessões do nosso círculo e, depois de uma série de experiências mediúnicas, desejou observar outras de clarividência terrestre. Esse desejo me desagradava, porque tais experiências não entravam no quadro dos nossos estudos. Havia em mim o temor natural de que, a esse respeito, o nosso médium fosse inferior a muitos, se bem eu o considere superior a mil outros, em matéria de mediunidade.

“Entretanto, vendo que o Dr. Moroni aquiescia de boamente, calei-me e me pus de lado, sem tomar parte na experiência, de cujos bons resultados duvidava.

“O estrangeiro apresentou uma caixinha na qual metera um papel com algumas palavras escritas e pediu que a sonâmbula tentasse lê-las. Perdemos uma hora nessa tentativa, sem o mínimo resultado.

“Em seguida, tentou ele uma prova de transmissão de pensamento. Escreveu, à parte, num pedaço de papel, a palavra “Trapani” e, depois de o haver mostrado ao hipnotizador, pediu que este, por sugestão mental, a transmitisse ao médium. Essa experiência durou quase uma hora. Vendo que, desse modo, se perdia um tempo que muito mais utilmente se poderia empregar em proveito do hóspede que dentro em pouco partiria, propus se abandonasse a experiência. A sonâmbula, entretanto, persistia, mas não conseguiu adivinhar a palavra e foi obrigada, pela fadiga, a parar.”


74Revue Scientifique et Morale du Spiritisme, primeiro ano, nº 6, pág. 365.

75Al. Delanne, Revue Scientifique et Morale du Spirítisme, nº 11, maio de 1897, págs. 678 e seguintes.

76Esse nome é um pseudônimo.

77Pierrart, Revista Espiritualista, 1862, pág. 180.

78O Espiritismo perante a Ciência.

79Society for Psychical Research, fundada em 1882.

80Depois que o presente estudo foi publicado, grande progresso se realizou na Franca, em conseqüência, principalmente, da criação do Instituto Metapsíquico Internacional (fundação Jean Meyer), sob a direção do Dr. Geley e de uma comissão de sábios entre os quais se contam o prof. Charles Richet, Sir Oliver Lodge, etc. Esse instituto, com sede na Avenida Niel, 89, em Paris, foi reconhecido de utilidade pública. (Nota da sétima edição.)

Ao ser publicada esta primeira edição brasileira, o Dr. Gustave Geley, que desencarnou em desastre de avião, quando regressava de um Congresso de Psiquismo em Varsóvia, fora substituído pelo Dr. Eugène Osty, que a seu turno desencarnou em julho de 1938. (Nota do tradutor.)



81Vejam-se o primeiro volume dos Phantasms, págs. 39-48; e vol. II págs. 644-653. Vejam-se também: Proceedings of the Society for Psychical Research, t. I (1882-1883), págs. 83-97 e 175-215; t. II (1883-1884), pág. 208-215. Parte XI, maio de 1887, pág. 237; Parte XII, junho de 1888, págs. 169-215 e 56-116 (experiências do sr. Charles Richet). Consulte-se também o livro bastante documentado do Dr. Ochorowicz: A sugestão mental.

82Dá-se esse nome à pessoa cujo duplo aparece.

83Alfred Russel Wallace, Os milagres e o moderno Espiritualismo.

84As Alucinações Telepáticas, pág. 50.

85O grifo é nosso.

86As Alucinações Telepáticas, pág. 237.

87Psychische Studien, março de 1897.

88Veja-se: W. H. F. Myers, Proceedings, A consciência subliminal, 1897. Consultem-se também: P. Janet, O automatismo psicológico, pág. 314; e Binet, As alterações da personalidade, págs. 6 e seguintes.

89Report on Spiritualism, pág. 157, traduzido na Revue Scientifique et Morale du Spiritisme, fevereiro de 1898.

90Há, pois, aqui, simultaneamente, auto-sugestão e clarividência.

91As Alucinações Telepáticas, pág. 278.

92Dr. Gibier, Análise das Coisas, págs. 142 e seguintes.

93Não é comparável esta visão à dos sonâmbulos? Não nos assiste razão para atribuí-la à alma? Confrontando a narrativa acima com a de Cromwel Varley, notamos claramente que, desprendida do corpo, a alma goza das vantagens da vida espiritual. Aqui não há teorias; há, pura e simplesmente, a comprovação de fatos.

94Ver Primeira parte, cap. IV, tópico “Aparição espontânea”;

95As Alucinações Telepáticas, pág. 310.

96As Alucinações Telepáticas, pág. 315.

97As Alucinações Telepáticas, pág. 317.

98Veja-se: A Evolução Anímica, cap. IV, “A memória e as personalidades múltiplas”.

99Leuret, Fragmentos psicológicos sobre a loucura, pág. 95.

100Gratiolet, Anatomia comparada do sistema nervoso, t. II, Pg. 548.

101Cahagnet, A luz dos mortos, pág. 28.

102Gabriel Delanne, O Espiritismo perante a Ciência, página 154 e seguintes.

103Dassier, A humanidade póstuma. Vejam-se os numerosos casos em que o espectro do vivo fala, come, bebe e manifesta sua força física, em muitas circunstanciais.

104Dassier, A humanidade póstuma, pág. 59.

105Veja-se também: História Universal da Igreja Católica, pelo padre Rohrbacher, t. II, pág. 30; Vida do bem-aventurado Afonso Maria de Liguori, pelo padre Jancart, missionário provincial, pág. 370; Elemente della storia de Sommi Pontific, por Giuseppe de Novaes.

106Extraída da obra alemã: Os fenômenos místicos da vida humana, por Maximilien Perty, professor da Universidade de Berna. Heidelberg, 1861.

107Incursões nas fronteiras de outro mundo, pág. 326.

108Os milagres e o moderno espiritualismo, pág. 112.

109As Alucinações Telepáticas, pág. 112.

110Veja-se, na primeira parte desta obra, Capítulo IV, o tópico “Aparição espontânea”.

111Ibidem, tópico “Goethe e seu amigo”.

112As Alucinações Telepáticas, pág. 185.

113As Alucinações Telepáticas, pág. 372.

114As Alucinações Telepáticas, pág. 376.

115Loc. cit., Pág. 359.

116As Alucinações Telepáticas, pág. 38.

117Light, 1883, pág. 458, citado por Aksakof.

118The Spiritualist, 1875, I, pág. 97. Citado por Aksakof.

119Harrison, Spirits before our eyes (Espíritos diante dos nossos olhos), pág. 146.

120Veja-se: Aksakof, Animismo e Espiritismo, págs. 470 e seguintes.

121Aksakof, Animismo e Espiritismo, pág. 78.

122Dr. H. Baraduc, A alma humana, seus movimentos, suas luzes.

123Veja-se: Revue Scientifique et Morale du Spiritisme, número de outubro de 1897, onde se acha reproduzida essa fotografia.

124Aksakof, Animismo e Espiritismo, págs. 164 e 165.

125Revue Spirite, 1860, págs. 81 e seguintes. No mesmo ano, evocação da Srta. Indermulhe, pág. 88.

126Confrontemos esta afirmação com a observação do jovem gravador, de que fala o Dr. Gibier, e comprovaremos a veracidade da nossa doutrina, pela completa analogia existente, a 40 anos de intervalo, entre os ensinos dos Espíritos e o que atesta a observação direta.

127Allan Kardec, O Céu e o Inferno e Revue Spirite, 1860, Pág. 173.

128Alexandre Aksakof, Animismo e Espiritismo, págs. 470 e seguintes.

129Allan Kardec, O Livro dos Espíritos. Veja-se, para explicação desses casos, o artigo: “Visitas espíritas entre pessoas vivas”.

130Veja-se: Revue Scientifique et Morale du Spiritisme; “Comunicação dada pelo Espírito de um vivo enquanto dormia”. Número de outubro de 1898, pág. 245.

131Banner of Light, números de 6 de novembro e 11 de dezembro de 1875.

132Human nature, 1875, pág. 555.

133Veja-se, a esse respeito: Os irmãos Davenport, de Randolf, págs. 154-470; e Fatos supraterrestres na vida do reverendo Fergusson, pág. 109.

134The Spiritualist, 1875, nº 4, pág. 15.

135Pág. 132.

136De Rochas, Exteriorização da sensibilidade.

137Veja-se a Revista Científica de 25 de dezembro de 1897., O Sr. Russel comunicou à Sociedade Real de Londres que certos metais impressionam na obscuridade a chapa fotográfica, mesmo através de uma camada de verniz copal, ou de uma folha de celulóide.

138Esse arrastamento de partículas evidentemente se produz nos líquidos e se chama evaporação. Os Srs. Fusiéri, Bizio e Zantédeschi demonstraram a realidade do mesmo fato, com relação aos corpos sólidos, e deram ao fenômeno o nome de sublimação lenta. Dr. Fugairon, Ensaio sobre os fenômenos elétricos dos seres vivos, pág. 17.

139O Sr. Luys comprovou, por meio do oftalmoscópio: que o fundo do olho do paciente hipnotizado apresenta um fenômeno vascular “extrafisiológico” e que os vasos sangüíneos chegam a ter um volume quase triplo do normal.

140Para compreender-se o fenômeno, preciso é se faça idéia exata do a que se chama onda luminosa. Quando uma pedra cai na água, observa-se que produz uma espécie de buraco; que, em seguida, se lhe forma em torno e imediatamente contígua a ele uma série de círculos concêntricos, que se vão continuamente alargando. Esses círculos são formados por pequenos intumescimentos do líquido e o espaço entre dois de tais círculos se caracteriza por uma pequena depressão. Observando-se atentamente a superfície líquida, vê-se, com efeito, que ela se eleva e abaixa regularmente. Chamam-se ondas condensadas os rolos líquidos e ondas dilatadas as cavidades. O conjunto constitui uma onda completa.

Nota-se também que é constante a velocidade de propagação das ondas e que elas são periódicas.

Se, em vez de uma pedra, deixarmos cair duas, a pequena distância uma da outra, veremos cruzarem-se os círculos, recebendo cada ponto de cruzamento, simultaneamente, duas espécies de movimentos: um determinado pelo primeiro sistema de onda, o outro pelo segundo. Se forem do mesmo sentido, os dois movimentos se adicionam; se forem de sentidos contrários, destroem-se e formam uma faixa de repouso. Diz-se, nos dois casos, que há interferência.

São as mesmas as leis, assim para o som, como para a luz, salvo o fato de serem transversais às ondulações e se desenvolverem em esferas.



Resulta destes fatos a seguinte curiosa conclusão: o som adicionado ao som produz silêncio e a luz adicionada à luz produz obscuridade, da mesma maneira que duas forças iguais e de sentidos contrários se equilibram.

141Vejam-se os detalhes destas experiências no nosso livro O Fenômeno Espírita, Parte Segunda, cap. I, “A força psíquica”.

142Veja-se Revue Spirite, novembro de 1894. Fotografia que o Sr. de Rochas e o Dr. Barlémont tiraram do corpo de um médium e do seu duplo, momentaneamente separados.

143Dr. Dupouy, Ciências ocultas e fisiologia psíquica, página 85.

144Anais das Ciências Psíquicas. Dr. Paul Joire: “Da exteriorização da sensibilidade” (número de novembro-dezembro de 1897, pág. 341).

145Cahagnet, Os Arcanos da vida futura desvendados, t. II, págs. 54 e seguintes.

146Aksakof, Animismo e Espiritismo, pág. 125.

147Papus, Tratado elementar de magia prática, págs. 184 e seguintes.

148Dassier, A humanidade póstuma, págs. 64 e seguintes.

149Bourru e Burot, A sugestão mental e a ação a distância das substâncias tóxicas e medicamentosas, Paris, 1887.

150Elle Méric, O maravilhoso e a ciência.

151Dr. Luys, Fenômenos produzidos pela ação de medicamentos a distância.

152Alfred Russel Wallace, Os milagres e o moderno Espiritualismo, págs. 255 e seguintes.

153Russel Wallace, Os milagres e o moderno Espiritualismo, págs. 268 e seguintes.

154Muito conhecido espiritualista de Nova York, não pertencente à categoria dos que crêem cegamente em tudo o que se qualifique de fenômeno mediúnico. Fez parte de várias comissões que desmascararam a impostura de pseudomédíuns. (Nota do Sr. Aksakof.)

155Vejam-se, no fim do livro de Aksakof, os retratos fluídicos dessa senhora, em diferentes posições, e o seu retrato em vida.

156O Fenômeno Espírita. Veja-se, com relação a essas experiências e às de que aqui tratamos nos dois parágrafos seguintes, o capítulo intitulado: “Espiritismo transcendental”.

157Slade era o médium e foi quem, mais tarde, auxiliou o Dr. Gibier em seus trabalhos. Veja-se: O Espiritismo ou Faquirismo ocidental, onde esses trabalhos foram relatados.

158Revue Spirite, 1887, pág. 427. Vejam-se também as experiências do Dr. Vizani Scozzi, com Eusápia Paladino, Revue Scientifique et Morale du Spiritisme, setembro e outubro de 1898.

159Veja-se a sua obra Animismo e Espiritismo, onde se encontram registradas, em grande número, rigorosas observações.

160A Iniciação, número de fevereiro de 1883. Veja-se também a sua obra: Traços de luz.

161Editado em português com o título de Fatos Espíritas, ed. FEB.

162Revue Spirite: “História de Katie King”, pela Sra. de Laversay, de março a outubro de 1897.

163Sra. d'Espérance, No País das Sombras, edição da FEB.

164Florence Marryat, There is no death (Não há morte).

165Veja-se: Pesquisas sobre o moderno Espiritualismo.

166The Spiritualist, 29 de maio de 1874.

167William Crookes, Pesquisas sobre o Espiritismo, fim.

168Animismo e Espiritismo, págs. 610 e seguintes.

169O Espiritismo na América, pág. 34.

170Veja-se a tese do Dr. Dupin: “O neurônio e as hipóteses histológicas sobre o seu modo de funcionamento. Teoria histológica do sono”. (Citado pelo Dr. Geley em seu livro: O Ser Subconsciente.)

171Veja-se: Um caso de desmaterialização parcial do corpo de um médium, por Aksakof. Quem ler esse caso poderá convencer-se de que a matéria de que temporariamente se forma o corpo do Espírito é tirada do corpo material do médium.

172Aksakof, Animismo e Espiritismo, 3ª parte. Vejam-se as provas, de todos os gêneros, existentes acerca das manifestações. Consultem-se também as nossas obras: O Fenômeno Espírita e As pesquisas sobre a mediunidade.

173Aksakof fotografou um Espírito em completa obscuridade. Veja-se O Fenômeno Espírita, cap. IV, Parte Segunda. O Dr. Baraduc, em seu livro: A alma humana, seus movimentos, suas luzes, pôs fora de dúvida esse fato, fazendo o gráfico dos fluidos que emanam do organismo humano. Vejam-se também, na Revue Scientifique et Morale du Spiritisme, as experiências do comandante Darget, ano de 1897, e as nossas, julho de 1898.

174Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Céu e o Inferno, A Gênese, O Evangelho segundo o Espiritismo. Esta obra contém todos os estudos relativos à alma e ao seu futuro.

175A descoberta da radioatividade dos corpos parece demonstrar que a matéria se destrói e retorna à energia que a engendrara. Entretanto, não há contradição, porquanto, sendo eterna a energia, se a matéria é um modo dessa energia, nada mais faz do que mudar de forma, sem se aniquilar.

176Veja-se Allan Kardec, A Gênese, cap. VI, “Uranografia geral.”

Citamos, sintetizando-os, os ensinos principais dos nossos instrutores espirituais, relativos ao espaço, ao tempo, à matéria e à força. Essas noções nos parecem absolutamente indispensáveis para se conhecer a matéria de que é formado o perispírito.



177Tyndall, O Calor, pág. 423.

178Sabe-se que o diâmetro do Sol era, primitivamente, o da própria nebulosa. Para se fazer uma idéia do calor gerado pelo fenômeno colossal da condensação, basta lembrar que se calculou que, se o diâmetro do Sol se encurtasse da décima milésima parte do seu valor, o calor gerado por essa condensação chegaria para manter durante 21 séculos a irradiação atual, que é igual, por ano, ao calor que resultaria da combustão de uma camada de hulha de 27 quilômetros de espessura, cobrindo completamente o Sol. Se a diminuição de 1/10000 do disco solar corresponde a 21 séculos de irradiação, vê-se que números formidáveis, gigantescos, de séculos empregou a nebulosa solar para se reduzir ao volume atual do nosso astro central.

179Berthelot, Ensaio de mecânica química, t. II, pág. 757.

180Moutier, Termodinâmica.

181Ainda não está definitivamente determinado o número dos corpos simples. Todos os dias, com efeito, se descobrem novos, principalmente no estado gasoso: o argônio, o metargônio, o criptônio, o zenônio, o neônio, etc.

182Unidade das forças físicas, pág. 604.

183Allan Kardec, A Gênese, cap. VI, “Uranografia geral”, nºs 8, 10, 11.

184Balfour Stewart, A Conservação da Energia.

185Lembramos que os fenômenos da radioatividade parecem demonstrar que a matéria se transforma em energia e que, portanto, não se aniquila substancialmente; apenas muda de estado e perde suas qualidades materiais.

186Allan Kardec, A Gênese, cap. XIX, “Os fluidos”, nºs 2 e 3.

187E podemos hoje acrescentar: pelos raios X e pelas emanações radioativas. Quem ousaria duvidar da clarividência dos nossos guias espirituais, desde que eles há longo tempo ensinam o que só agora a ciência descobre?

188Veja-se a Revue Scientifique et Morale du Spiritisme, 2º ano, número de julho de 1897, e números de maio, junho e julho de 1898.

189Revue Scientifique, de 25 de dezembro de 1897, Influência dos metais sobre a chapa fotográfica, a distância e na obscuridade.

190Jouffret, na Introdução à teoria da Energia, à pág. 67,diz:

Calculou-se que, a uma pressão barométrica de 760 milímetros, o número médio dos choques, entre as moléculas gasosas, seria:

1º – Para o oxigênio, por segundo, 2.065 milhões.

2º – Para o ar, por segundo, 4.760 milhões.

3º – Para o azoto, por segundo, 4.760 milhões.

4º – Para o hidrogênio, por segundo, 9.480 milhões.



Se a pressão barométrica fosse cem vezes menor, isto é, igual a 0m,0076, vácuo que apenas as melhores máquinas pneumáticas produzem, a média de percurso livre se tornaria cem mil vezes maior, isto é, igual a cerca de um centímetro; o número dos choques não seria mais do que 4.700 por segundo.

191Deleveau, A Matéria, pág. 77., Briot, Teoria mecânica do calor, pág. 143.

192Resenhas, 9 de junho de 1883.

193Camille Flammarion, O mundo antes da criarão do homem: a Gênese dos Mundos, pág. 40. É esta uma obra que nunca conseguiríamos recomendar o bastante aos nossos leitores, pela sua ciência e pela sua clareza de exposição. As mais difíceis questões relativas às nossas origens se acham aí explicadas, naquela nobre linguagem que é a glória do autor, de modo que os mais ignorantes as compreendem.

194William Crookes, Pesquisas sobre o Espiritualismo. Veja-se, no fim do volume: “Mediunidade da Srta. Florence Cook”.

195Veja-se, na segunda parte desta obra, Capítulo III, o tópico “Impressões e moldagens de formas materializadas”.

196Animismo e Espiritismo, págs. 160 e 254.

197Veja-se na segunda parte desta obra, Capítulo I, o tópico “Outras materializações de duplos de vivos”.

198Alfred Erny, O psiquismo experimental, cap. V, “Formas materializadas”.

199Allan Kardec, O Livro dos Médiuns.

200G. Delanne, A Evolução Anímica, págs. 255 e seguintes.

201Aksakof, Animismo e Espiritismo, pág. 350.

202Aksakof, Animismo e Espiritismo, pág. 619.

203Veja-se na segunda parte desta obra, Capítulo III, o tópico “O caso da Sra. Livermore”.

204Aksakof, Animismo e Espiritismo.

205Veja-se a reprodução desse molde no fim da obra do sábio russo, figura IX.

206O Espírito Lily deu também a máscara da sua figura. Veja-se na Revue Spirite, 1880, pág. 21, a gravura que lhe reproduz a bela cabeça.

207Alfred Erny, O psiquismo experimental, cap. V, Formas materializadas.

208Animismo e Espiritismo, págs. 622 e seguintes.

209Veja-se, na segunda parte desta obra, Capítulo I, o tópico “Materialização de um desdobramento”.

210Alfred Erny, O psiquismo experimental, cap. V, Formas materializadas.

211Zoellner, Wissenschaftliche Abhandlungen, volume II.

212Dr. Wolf, Starlings facts, pág. 481.

213The Spiritualist, 1876, t. I, pág. 146.

214Animismo e Espiritismo, pág. 228.

215A. Binet, As alterações da personalidade.

216P. Janet, O automatismo psicológico. Veja-se, para o que concerne à refutação, as nossas obras: O Fenômeno Espírita e Pesquisas sobre a mediunidade.

217Gabriel Delanne, A Evolução Anímica.

218Balfour-Stewart et Talt, O Universo Invisível, pág. 91.

219Vejam-se na segunda parte desta obra, Capítulo II, tópico “Repercussão, sobre o corpo, da ação exercida sobre o perispírito”, os casos da lúcida de Cahagnet, de Joana Brooks, da experiência de Aksakof com a Srta. Fox, etc.

220Florence Marryat, There is no death (Não há morte).

221Aksakof, Animismo e Espiritismo, pág. 242.

222Coronel Olcott, Peoples from the other world (Gente do outro mundo).

223Balfour Stewart, A conservação da energia, págs. 161 e seguintes.

224Estritamente falando, deve dizer-se que a vontade age sobre os gânglios incitadores, donde nascem os nervos motores dos músculos.

225Hack Tuke, O Corpo e o Espírito.

226Andrew Cross, Memórias.

227Beaunis, O sonambulismo provocado, pág, 45.

228Bourru e Burot, A sugestão mental e a ação a distância das substâncias tóxicas e medicamentosas.

229Bourru e Burot, A sugestão mental e as variações da personalidade, pág. 120.

230The Life of Edward Irwing, cit. por Hack Tuke.

231Brierre de Boismont, As Alucinações Telepáticas.

232Veja-se, do Sr. Pierre Janet: O automatismo psicológico. O exemplo que citamos é tirado de um artigo: “As fases intermédias do hipnotismo”. Vejam-se também as experiências do barão du Potet, no Hospital.

233Ochorowicz, A sugestão mental, págs. 119 e seguintes; cap. IV: “As experiências do Havre”.

234Hack Tuke, O Corpo e o Espírito.

235A “Memória” do Sr. Galton se encontra em A Natureza, de 15 de janeiro de 1880.

236Binet e Ferré, O magnetismo animal.

237Binet e Ferré, O magnetismo animal, pág. 139.

238Binet e Ferré, O Magnetismo animal, pág. 174.

239Brierre de Boismont, As Alucinações Telepáticas.

240Veja-se: Revue Scientifique et Morale du Spiritisme, número de janeiro de 1897.

241G. Vitoux, Os raios X, págs. 184 e 185.

242Revista das Revistas, de 15 de fevereiro de 1898, pág. 438.


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