Ffcl barão de Mauá de Ribeirão Preto – sp no Regime Militar



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FFCL BARÃO DE MAUÁ DE RIBEIRÃO PRETO - SP NO REGIME MILITAR
Dulce Maria Pamplona GUIMARÃES1

Marlene de C. Trivellato FERREIRA2

Vera Helena Berti PASSETTO3

Wlaumir Doniseti de SOUZA4
Introdução

O presente trabalho provém de pesquisa em desenvolvimento pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas em Metodologia da Oralidade (NEPMO) das Faculdades de Geografia e História do Centro Universitário Barão de Mauá – Ribeirão Preto – SP e ora comunicado pelo coordenador da equipe de pesquisa – Wlaumir Doniseti de Souza.

O tema a ser explorado neste trabalho tem por objetivo compreender o papel da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Barão de Mauá de Ribeirão Preto – SP (1968-1978) junto aos professores egressos de universidades públicas por aposentadoria compulsória pelo Regime Militar. Professores como Dermeval Saviani, Maurício Tragtenberg, entre outros, encontraram possibilidade de permanecerem atuando no ensino superior a partir de instituições privadas.

Busca-se investigar como foi possível viabilizar, em uma instituição de ensino superior privado do interior paulista, a presença, até hoje registrada na memória dos que ali atuaram e nos textos oficiais da história da referida Instituição, de professores eméritos das universidades públicas. Tais professores passaram a compor o corpo docente dos recém criados cursos de graduação de Estudos Sociais, História, Geografia, Letras, Pedagogia e também de vários cursos da área da saúde. Tendo sido ensaiado inclusive, no início da década de 1970, um programa de pós-graduação stricto-sensu na área de ciências sociais, formando uma massa crítica que até hoje atua na docência e em vários setores da cidade e da região.

Destarte, compreender como foi possível a uma faculdade do interior paulista contratar estes professores e mantê-los no quadro de funcionários no regime militar, por si, justificariam esta pesquisa. Mas, para além disto, problematiza-se como foram realizadas as interações cotidianas destes professores egressos das principais universidades públicas do Brasil – referência de saber nas Américas – com os mantenedores, professores e funcionários, além dos alunos.

Para recuperação dessa postura singular assumida pela Mantenedora, diante desse nicho de resistência, privilegia-se a metodologia da História Oral a partir de depoimentos de ex-professores e ex-funcionários; professores e funcionários ativos; ex-alunos e familiares da Mantenedora a partir de relatos de vida e entrevistas semi-estruturadas. No caso específico desta comunicação os relatos em destaque são os de Melhen Adas e José Dantas.






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