Fatores correlacionados a resultados positivos e negativos no voleibol infanto juvenil masculino



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Encontro07.06.2019
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FATORES CORRELACIONADOS A RESULTADOS POSITIVOS E NEGATIVOS NO VOLEIBOL INFANTO JUVENIL MASCULINO
Karine Almeida ¹

Marcos Marins ²


RESUMO
Em qualquer nível ou categoria no voleibol são muitos os fatores emocionais que influenciam no desempenho dos indivíduos durante uma competição, principalmente quando se trata da faixa etária adolescente. Ter conhecimento quanto aos processos envolvidos diante dos fatores, sejam eles positivos ou negativos, é de suma importância para treinadores, atletas e profissionais da área esportiva nos aspectos da eficácia, podem colaborar na administração dos níveis das emoções, para que não prejudiquem o desempenho esportivo dos atletas. A importância da preparação psicológica é incontestável. Em um jogo em que os dois times têm as mesmas condições físicas, técnicas e táticas, a condição psicológica determinará o vencedor. O ser humano é um animal racional e emotivo. A emoção interfere diretamente no raciocínio e no desempenho do atleta. Nesse sentido, o objetivo desta pesquisa é identificar se os aspectos: de ansiedade, atenção e concentração, raiva, autoconfiança e estresse interferem nos fatores correlacionados a resultados positivos e negativos no voleibol infanto juvenil masculino, que podem interferir no rendimento esportivo do atleta em momentos decisivos da sua pratica esportiva. Participaram da pesquisa 22 atletas de voleibol de quadra, do sexo masculino, com faixa etária de 16 á 18 anos de idade. Os atletas foram subdividos em dois grupos: Grupo A, composto por 12 atletas, de um time que obteve 80% de vitória no último ano e Grupo B, 12 atletas de um time que ganhou apenas 20% de vitória no último ano. Os questionários foram aplicados em ambas as equipes no dia da competição no ginásio e outro dia de treinamento normal. Em relação à ansiedade Cognitiva, o Grupo A obteve (Treinamento: 18,80; Competição: 18,70). Já o Grupo B obteve (Treinamento: 19,70; Competição: 15,80). No momento de competição, o Grupo B alcançou nível de ansiedade maior no treinamento do que na competição. Grupo A teve dimensão de autoconfiança baixa em relação à ansiedade na competição. No treinamento a dimensão de autoconfiança foi maior do que as outras duas dimensões. A autoconfiança pode ser considerada um fator de diferença individual que engloba a percepção global de confiança do atleta e que possui uma relação linear positiva com o rendimento profissionais que delas cuidam. A satisfação decorrente da aplicação do projeto solidariedade superou em muito nossas expectativas, sendo que, fomos convidados tanto pelas participantes quanto pelas profissionais responsáveis a continuar desenvolvendo atividades que contribuam de maneira solidária para melhoria do desenvolvimento destas crianças.
PALAVRAS-CHAVE: Adolescente; Institucionalização; Sonho; Futuro.





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