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O PSICÓLOGO COMO COLABORADOR DA FORMAÇÃO PRESBITERAL CATÓLICA: DIÁLOGOS E SILÊNCIOS1

Anderson Frezzato

Ênio Brito Pinto

Resumo: Discute-se o papel do psicólogo no processo formativo dos presbíteros católicos. Dado o número cada vez maior de psicólogos atuando em casas de formação católicas, surge a necessidade de se discutir como a psicologia pode auxiliar o processo de formação dos padres e demais religiosos católicos e como pode se dar o diálogo ético entre a psicologia e o longo saber tradicional da Igreja na formação de seus membros. Qual o real papel do psicólogo dentro da casa de formação? Quais são suas atribuições e tarefas junto ao formando e perante o corpo formativo? Quais os limites éticos para a atuação do psicólogo no contato com a formação de religiosos? Como pode ser a relação da psicologia, ciência laica, com as exigências e as expectativas da Igreja ante o trabalho do psicólogo? Como a religiosidade do psicólogo pode interferir nesse trabalho? Para quem o psicólogo trabalhará? Para a religião? Para a Igreja? Para a entidade formadora? Para os formadores? Para os formandos? Há muitos limites éticos a serem discutidos, fronteiras a serem delimitadas.

Palavras-chave: formação presbiteral; psicologia da religião; ética do profissional psicólogo.

Hoje são muitos os psicólogos que colaboram no processo de desenvolvimento do Plano Formativo Presbiteral Católico. Mas nem sempre lidam com clareza nessa tarefa, ou porque não foram informados das nuances da formação presbiteral, ou porque, mesmo quando informados, acabam por fazer de seu trabalho algo paralelo à formação proposta. Assim, inquieta-nos o fato de que existam poucos estudos que possam orientar formador, formando e psicólogo sobre a contribuição da psicologia para a formação dos futuros padres da Igreja no Brasil. Do ponto de vista dos psicólogos, faltam discussões sobre esse trabalho, especialmente no que diz respeito aos aspectos éticos inerentes ao diálogo que se dá na fronteira entre a psicologia e o saber formativo da Igreja Católica.

Este artigo discute alguns aspectos do papel que tem o profissional psicólogo no processo formativo dos presbíteros dentro das casas de formação católicas; discute também alguns dos limites deste trabalho, embora seus autores estejam conscientes de que se toca apenas levemente a complexidade da atuação profissional do psicólogo nas casas de formação católicas. O que se coloca aqui vem da experiência de um padre especialista em formação e de um psicólogo com longa vivência no trabalho terapêutico com pessoas de vida consagrada.




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