Faculdade de psicologia



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FACULDADE DE PSICOLOGIA

UNIDADE SÃO GABRIEL

Autorizo a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, através do curso de graduação em psicologia, à ampla divulgação do meu trabalho de conclusão de curso, em espaços e eventos internos à Instituição, ou ainda abertos ao público em geral.

A presente autorização é concedida gratuitamente, abrangendo a divulgação da pesquisa acima mencionada em todas as suas modalidades, sendo estas impressas ou eletrônicas.
ABANDONO NA INFÂNCIA – da antiguidade aos dias atuais
Alessandra Aguiar Fernandes¹

Betânia Diniz Gonçalves²

Apesar de ser um assunto polêmico e amplamente disseminado no atual contexto brasileiro, o abandono de crianças é um tipo de negligência que acontece desde a antiguidade, não somente no Brasil, mas em quase todo o mundo. No passado, o abandono infantil consistia no enjeitamento de recém-nascidos, seja deixando-os em ruas, portas de casas, abrigos e especialmente nas Rodas dos Expostos, também nomeada de Roda dos Enjeitados, que eram basicamente tonéis giratórios que possibilitavam que a criança fosse deixada sem que o responsável pelo abandono fosse exposto socialmente. Atualmente, as crianças são abandonadas em hospitais ou, em casos mais drásticos, em lixões, esgotos ou em outro local que não tem uma condição mínima de abrigar o bebê. Independente dessa prática tão negativa ocorrer por questões sociais, econômicas ou morais, o abandono é um grande problema de toda uma sociedade discriminatória e com ineficaz distribuição de renda.

Sendo assim, o presente trabalho tem por característica tecer observações acerca da trajetória do abandono infantil ao longo da história brasileira desde a colonização até os dias atuais. Esse percurso é traçado a partir das considerações dos autores Ebrhaim (2010), Marconi (1999), Mello (1999), Orionte e
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Aluna do curso de Psicologia da PUC Minas - Unidade São Gabriel. Resumo da Monografia apresentada no 1º semestre de 2013, como requisito parcial para conclusão do curso. Contato: alefernandes.17@bol.com.br

² Doutora em Psicologia Social, Professora do Curso de Psicologia da PUC Minas, Unidade São Gabriel, e orientadora desta monografia.
Souza (2005), Venâncio (2010), dentre outros, autores estes que elucidaram a dinâmica do abandono de maneira clara e detalhada. A pesquisa lançou mão da metodologia de levantamento bibliográfico amplo e de autores que se aprofundaram e trataram com precisão esse problema social. Constatou-se que mesmo sendo um tema muito amplo, a trajetória do abandono infantil não é discutida por muitos autores. Por isso, a ideia da presente monografia é contribuir, a partir da reflexão histórica, para o esclarecimento sobre os primórdios do abandono infantil no contexto brasileiro até a atual época, idealizando que, a partir das explicações acerca dessa prática e dos danos que esta pode produzir, a situação do abandono infantil seja minimizada e posteriormente extinguida.

Área do conhecimento: Psicologia - Psicologia Social.
Palavras-chave: Abandono infantil; roda dos expostos, problema social, miséria, maternidade indesejada, crianças institucionalizadas.

Referência da monografia:
FERNANDES, Alessandra Aguiar. ABANDONO NA INFÂNCIA – da antiguidade aos dias atuais. 2013. 39f. Monografia (Conclusão do curso) – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Faculdade de Psicologia, Belo Horizonte.

Av. Dom José Gaspar, 500 • 30535-901 • Belo Horizonte • Minas Gerais



Fone: (31) 3319 4444 • www.pucminas.br



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